00:00Quando um animal silvestre de grande porte, como uma onça, por exemplo, for avistado,
00:05a principal orientação é não tentar capturar, afugentar ou se aproximar.
00:11Na maioria das situações, ele segue o seu caminho e retorna naturalmente para o ambiente onde vive.
00:17Mas o mais importante, nesses casos, é comunicar imediatamente o Instituto Agro e Terra,
00:22por meio dos escritórios regionais ou o setor de fauna em Curitiba e a gerência de biodiversidade.
00:30Então, as equipes técnicas estão capacitadas para avaliar caso a caso e adotar o manejo adequado,
00:37sempre priorizando a segurança das pessoas e o bem-estar do animal.
00:41Então, existem casos onde esperar ou afugentar o animal resolve e existem casos em que é preciso capturar o animal.
00:49E é importante lembrar que a captura, o uso de armadilhas por conta própria não é permitido e pode configurar
00:57crime ambiental.
00:58Então, essa captura, quando for o caso, deve ser feita pelos órgãos responsáveis, né?
01:04IAT, IBAMA, Polícia Ambiental.
01:07Então, no meio rural, muitas vezes, tem essa percepção de que os grandes predadores causam prejuízos frequentes, né?
01:14Mas, na prática, eles causam, sim, prejuízos, mas, na prática, esses casos são pouco comuns
01:19quando comparados a outras causas de perda de animais, como doenças, acidentes ou falhas de manejo.
01:26Então, para reduzir o risco de conflitos, a gente tem o programa de coexistência com grandes felinos, né?
01:32Na gerência de biodiversidade do IAT.
01:34E essas medidas preventivas que a gente repassa para a população fazem diferença.
01:39Então, é a instalação de iluminação, cercas adequadas, alarmes, o recolhimento dos animais durante a noite.
01:47Então, são ações que aumentam a segurança dos produtores, né?
01:50Dos animais domésticos e da forma silvestre.
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