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  • há 5 semanas
Produtora celebra sua maioridade consolidada como uma das mais relevantes do país

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00:00R.R. Entrevista Wesley Telles e Bruna Dornelas.
00:05Eles comandam a WB Produções, que está festejando em 2025
00:1018 anos de história, fazendo cultura aqui no Espírito Santo.
00:28Boa tarde, gente. Boa tarde, Wesley. Boa tarde, Bruna.
00:32Uma honra ter vocês aqui comigo no R.R. Entrevista.
00:36Boa tarde, Renata. Boa tarde a todo mundo.
00:39A gente está muito feliz de estar aqui.
00:41Acho que esses 18 anos, você faz parte dessa história.
00:46A Gazeta faz parte dessa história.
00:47Então, a gente está muito feliz de poder estar aqui comemorando com você.
00:50Para quem não sabe, gente, Wesley e Bruna já foram meus entrevistados
00:54no perfil de domingo, quando eu fazia no Jornal Impresso.
00:57E fiz questão, porque é uma data bonita, uma maioridade,
01:01merecia tê-los aqui no R.R. Entrevista, nesse novo formato em 20.
01:06Então, boa primeira pergunta. Como que nasceu a WB?
01:11W de Wesley, B de Bruno, porque muita gente não sabe.
01:15Como é que foi isso, Bruna?
01:16É um nome super criativo, né?
01:19A gente é amigo de... Éramos amigos de faculdade, né?
01:22Só uns amigos ainda.
01:23Nós nos conhecemos na faculdade, fizemos o mesmo curso,
01:27fizemos comunicação social com habilitação em rádio e TV.
01:30O Wesley veio para a minha turma desperiotizado,
01:33acho que no sexto período.
01:34Então, ali que a gente se conheceu, já se identificou logo de cara.
01:37E fazíamos juntos uma oficina de teatro na faculdade, né?
01:41Porque era o Marcelo Ferreira.
01:42E ali a gente foi estreitando essa amizade
01:45e fizemos um trabalho de conclusão de curso juntos,
01:48um documentário sobre a Vivi Ferreira.
01:50Ali surgiu essa paixão de talvez enxergar aquilo,
01:55o amor pelo teatro como o nosso futuro profissional.
01:58E aí, aquela coisa, né?
02:01Se formando, meio perdida, não sabendo muito o que fazer,
02:04mas com essa paixão em comum pelo teatro,
02:07esse desejo de trabalhar nessa área.
02:10E aí, surgiu a WB.
02:1320, 22 anos de amizade, 18 de empresa.
02:17Mas eu acho que é isso, é um encontro, né?
02:19Não tem o yin-yang, nós somos yin-yang.
02:21Um complementa o outro.
02:23Nós somos completamente diferentes e, ao mesmo tempo, iguais.
02:26Então, muito o que a Bruna disse é total verdade.
02:29Eu acho que é isso, a gente divide os nossos sonhos,
02:32divide os nossos propósitos, divide os objetivos.
02:35Nós temos muito a comemorar com esses 18 anos
02:38e a gente realmente pensou com muito carinho,
02:41junto ao público, junto à imprensa,
02:43o que fazer para comemorar.
02:44Nós, inicialmente, lançamos junto à imprensa,
02:47fizemos um almoço voltado para a imprensa,
02:49que vocês são as pessoas mais importantes e responsáveis ali
02:52para acompanhar a nossa trajetória
02:55e ajudarem, estimularem,
02:57porque a gente precisa muito desse apoio.
03:00Então, foi um almoço muito especial,
03:02com o Vai, você estava lá.
03:03Foi incrível!
03:03Foi muito gostoso isso.
03:06Dividindo, realmente, tudo que está acontecendo, né?
03:08Dos nossos projetos futuros.
03:10Mas esse ano, em Vitória,
03:12vem espetáculos incríveis.
03:14Vem um espetáculo em formato inédito,
03:16chamado Mel Lisboa, Canta e Conta a Rita Lee,
03:18que é a própria Mel contando um pouco da Rita Lee
03:21e cantando músicas.
03:24E depois, no final do ano,
03:25vem um musical,
03:26uma superprodução,
03:27chamado Rita Lee,
03:28uma autobiografia,
03:29um musical,
03:30que está em cartaz atualmente em São Paulo,
03:32vai para o Rio,
03:33vai rodar o Brasil todo.
03:34Vai chegar em Vitória.
03:35Vai chegar em Vitória,
03:36em outubro ou novembro,
03:37são 40 profissionais.
03:39O musical,
03:40a Mel acabou de ganhar o prêmio Shell,
03:41que é o principal prêmio de teatro.
03:43Vem a Lilia Cabral,
03:44com um espetáculo incrível,
03:46chamado A Lista.
03:47Vem muita coisa.
03:49Acho que a melhor forma de comemorar
03:52é realmente trabalhando.
03:54E aí a gente pensou com muito carinho
03:56nessa programação.
03:58Então, começamos desde março,
04:01desde esse mês,
04:02com a programação aqui em Vitória,
04:04que é o mês de comemoração da WB.
04:05Tem ainda a Heloísa Pericê,
04:07Marcelo Cerrado,
04:09tem o espetáculo infantil para as crianças.
04:10A gente pensou em espetáculos
04:12com gêneros diferentes,
04:14para justamente a gente poder atingir
04:15todo o público capixaba, né?
04:18Que faz parte dessa história.
04:19Que faz parte disso, né?
04:20E por isso, a gente está em cartaz
04:21em São Paulo também.
04:23Com três mulheres altas.
04:23Com três mulheres altas.
04:24Vamos estrear uma peça no Rio de Janeiro,
04:26no Copacabana Palace,
04:28com a Mari Xavier.
04:29A gente vai excursionar com dois espetáculos,
04:31um infantil e o Três Mulheres Altas.
04:33Então, acho que é um mês,
04:34além disso,
04:35um mês de muita programação também, sabe?
04:37De pensar no futuro,
04:39de renovar esse sonho cada dia mais.
04:41e um planejamento mesmo para os próximos 18 anos.
04:45E dentro desse elenco vasto, né?
04:48Que vocês trouxeram do Espírito Santo
04:50nesses 18 anos.
04:52Eu tenho curiosidade,
04:53imagino que nossos telespectadores também têm.
04:56Qual é aquele, assim,
04:57que vocês...
04:57Ficou marcado pelo carisma,
05:00pelo carinho?
05:01E qual aquele também,
05:02ou aqueles que dão mais trabalho,
05:04são mais exigentes?
05:06E como é que funciona essa relação
05:08do produtor, né?
05:10Com esse elenco
05:11que vocês já receberam aqui em Vitória?
05:14Às vezes a gente trabalha quase todo ano
05:15com as mesmas pessoas.
05:18Então, tem pessoas que realmente
05:19se tornaram amigas.
05:21São da família da Milbeça.
05:24Tem o Marco Luque.
05:25A gente traz ele para a Vitória
05:26desde 2009, talvez.
05:28Então, assim,
05:29já realmente se tornou da família.
05:31O Marcelo Cerrado também.
05:32Todos os espetáculos que ele monta,
05:34a gente traz para a Vitória,
05:35se tornou amigo.
05:36Eu acho, assim,
05:37que tem muito mais nomes
05:39de pessoas legais, assim,
05:40graças a Deus,
05:41que a gente realmente tem
05:42essa proximidade.
05:43O Tim Martins.
05:44O Thiago Martins.
05:45O Rodrigo Fagundes.
05:47O Rodrigo Santana.
05:48Nossa, o Rodrigo Santana.
05:50É porque vai expandindo, né?
05:51Você deixa de ser só
05:52um contato profissional
05:53e uma relação de negócio.
05:55Então, o Rodrigo Santana,
05:56a gente já foi na casa dele.
05:58Conhece a família dele.
05:59A gente vai para o aniversário dele.
06:00O Rodrigo Fagundes,
06:01a gente já ficou hospedado
06:02na casa dele.
06:03Então, vai realmente
06:05transcendendo as relações profissionais
06:07e criando essas relações
06:08de carinho e de afeto.
06:09E eu acho que, talvez,
06:11de uma pessoa muito exigente
06:13que a gente fez aqui em Vitória,
06:15Maria Bethânia.
06:16Pois é, eu estava lá.
06:18Ela continua.
06:19Ela continua, né?
06:22Ela realmente é uma artista
06:23muito exigente.
06:25Mas, assim,
06:25que deu uma super honra para a gente.
06:26Acho que tinha anos
06:28que ela não via a Vitória
06:29e graças...
06:30E aquele espetáculo
06:31que ela apresentou.
06:32A palavra, né?
06:32Bethânia As Palavras.
06:34Nossa, aconteceu coisas loucas
06:36naquela produção de gente
06:37ter que ajoelhar e falar
06:38obrigado, obrigado.
06:40Nossa, eu não imaginava
06:41porque ela estava anos
06:42sem se apresentar em Vitória.
06:43Tinha uns 15 ou 20 anos
06:44que ela não via a Vitória.
07:00essa turnê que ela fez
07:01no Estábio Grandela,
07:02Caetano e Bethânia,
07:03muitas pessoas perguntando
07:05quando vocês vão a Vitória.
07:07E Vitória não estava, né?
07:09Não estava, não estava.
07:10Se encerraram agora em Porto Alegre.
07:12E aí tinha um monte de gente falando
07:13viu vocês uma vez aí no Estábio
07:16e agora vocês nunca mais vieram e tal.
07:18Então ela fez...
07:20Deu o que falar.
07:21Deu.
07:22Ela é maravilhosa, né?
07:24Já que a gente está falando
07:25em palco, em teatro,
07:26é uma queixa, né?
07:28Que a gente sempre tem como público
07:30e também imagino
07:32que os produtores
07:33e fazedores de cultura
07:34é os nossos palcos.
07:37A gente está sentindo
07:38muita saudade do Carlos Gomes
07:40que promete ser entregue
07:42e do Caio das Artes.
07:45Como é que vocês encaram isso?
07:46É difícil?
07:47Como é que vocês fazem
07:48essa batalha para a agenda?
07:50Como é que vocês fazem
07:51esse manejo?
07:52Porque tem espetáculo
07:53mas às vezes falta um lugar
07:55para a gente apresentar, não é isso?
07:56É, infelizmente o Estado
07:57ainda sofre com essa deficiência mesmo
08:00de um espaço,
08:01um teatro de qualidade
08:02que comporte mais de mil pessoas
08:05e tem uma estrutura de palco,
08:07forço para musical
08:08que o público acaba não entendendo
08:10realmente uma estrutura
08:11de várias contrapesadas,
08:13várias automatizadas
08:14para aqueles subidas e descidas
08:16igual acontece raramente
08:19em Vitória
08:19de vir grandes musicais
08:21como veio ano passado
08:22o Conceito para 2 da Cláudia Raia
08:24o Bebi o Musical.
08:24Então a gente tem
08:26uma dificuldade muito grande
08:27às vezes de avançar
08:28com negociações
08:29de grandes produções
08:30devido a isso.
08:31O Cais das Artes
08:32vai ser um avanço
08:33muito grande
08:33para a cultura do nosso Estado
08:35e que infelizmente
08:36a gente está há anos ali
08:37acompanhando
08:38essa batalha
08:39para ficar pronto.
08:40Mas a gente conversa muito
08:42porque a gente tem
08:44duas fragilidades
08:45aqui no Estado.
08:46Falta de espaços,
08:48teatros,
08:49mais teatros,
08:50mais espaços mesmo
08:51para a gente poder
08:52aumentar o volume
08:53de produções
08:54e consequentemente
08:55ter mais formação
08:56de público
08:57e ofertar mais
08:58para o público capixaba
08:59e patrocinadores.
09:01Porque quando o Carlos Gomes
09:03reabrir
09:03e o Cais das Artes
09:04ficar pronto
09:05não adianta
09:06só ter espaço
09:07onde tiver empresas
09:08que investam em projetos.
09:09Porque a bilheteria
09:11não paga
09:11nem metade
09:12das despesas.
09:14Então o que são
09:14despesas altas
09:15de logística de Raider,
09:17transporte de cenário,
09:18passagens aéreas
09:19são orçamentos altos
09:20para grandes produções.
09:21Imagina você
09:22trazer um musical
09:22com 40 pessoas.
09:24Então sem patrocinadores
09:25que investam
09:26nada acontece.
09:28Então o Estado
09:28a gente é apaixonado.
09:29Vitória é uma cidade
09:30maravilhosa.
09:31É incrível.
09:32Mas a gente merece.
09:33Merece mais espaços,
09:35mais teatros
09:36e consequentemente
09:36mais empresas
09:37que investam aqui.
09:39É isso.
09:40E aí o que acontece
09:41muito no Rio e São Paulo
09:42é que os espetáculos
09:43eles vão
09:44e ficam em longas temporadas.
09:46E aqui a gente
09:46só faz um fim de setor.
09:48Aqui a gente só faz
09:48um fim de semana
09:49justamente por isso.
09:50A gente tem poucos espaços,
09:52poucas empresas
09:52que olham para isso.
09:54Então é isso.
09:55Então às vezes
09:56a gente não consegue
09:58fazer essa formação
09:59de público
09:59porque é tudo muito rápido.
10:01Vem o final de semana,
10:02vai embora.
10:02Tem gente que fala
10:02e nem soube
10:03o que foi.
10:04E aí quando vai saber
10:05pronto, já foi.
10:06Então é isso.
10:07Acho que essa é
10:09uma das grandes metas
10:10que a gente tem na WB.
10:11Um dia a gente tem
10:12que fazer uma longa temporada
10:14em Vitória
10:14com um espetáculo
10:16nosso
10:16ou algum outro espetáculo
10:17realmente fazer
10:19uma temporada bonita
10:19aqui em Vitória, sabe?
10:21Então para encerrar,
10:22já que a gente está falando
10:23de 18 anos,
10:24vamos pensar
10:24nos próximos 18 anos.
10:26WB nacionalizando.
10:28A gente sabe
10:29que a WB
10:29é uma empresa capixaba,
10:31mas que também
10:32já está lá em São Paulo,
10:34já tem produção no Rio.
10:36O que vocês estão planejando
10:38então para
10:38os próximos anos
10:40e esse processo
10:41de tornar a WB
10:43do Brasil,
10:44não só do Espírito Santo?
10:46É, eu acho assim,
10:47a WB vem fazendo
10:48as suas próprias produções
10:50desde 2014,
10:51então a gente está
10:52aos poucos
10:53ganhando assim
10:54esse espaço.
10:55Já tem,
10:56enfim,
10:56desde 2014
10:57que a gente faz
10:58grandes temporadas
10:59tanto em São Paulo
11:00quanto no Rio,
11:00excursiona pelo Brasil.
11:02Eu acho que o nosso
11:03grande passo agora
11:04é para os próximos anos,
11:07porque como o Wesley disse,
11:08da idealização
11:09até se realizar
11:10demora um pouco.
11:11mas eu acho que é o Cher,
11:13né,
11:13o The Cher Show,
11:14que é um musical Broadway
11:15que a gente acabou
11:16de comprar os direitos autorais
11:17e vai ser a primeira montagem
11:18no Brasil.
11:19É um grande musical,
11:21a gente foi a Nova York
11:22assistir
11:22e a gente ficou
11:24assustadíssimo
11:24que só de figurino
11:26é uma carreta
11:26de 12 metros.
11:28Então, assim,
11:29eu acho que é um grande passo
11:30que a gente está dando.
11:31A gente gosta realmente
11:32de medir cada passo
11:34que a gente vai dar
11:36na empresa.
11:37A gente fala que
11:38cada coisa tem seu tempo.
11:39Então, a gente
11:41realmente esperou
11:42fazer 18 anos,
11:43ganhar essa maturidade
11:44profissional
11:45e se sentir aptos
11:47agora fazer um grande musical.
11:49Então, é isso.
11:49É um grande musical,
11:51enfim,
11:51mais de 100 pessoas
11:52no palco,
11:54na coxia,
11:55enfim,
11:55muita gente envolvida.
11:56Então, eu acho que
11:58além disso,
11:59a gente tem
11:59uma grande programação
12:01para ser realizada
12:02nos próximos anos.
12:03Tem Chanel,
12:04que, enfim,
12:05a gente também
12:06comprou direitos
12:07para falar da vida
12:07dessa mulher maravilhosa
12:09que revolucionou
12:11todos nós
12:12em parceria,
12:13em sociedade
12:14com a Torlone,
12:15que é uma grande atriz.
12:16Então, para a gente
12:16realmente é um privilégio,
12:18né?
12:18É uma validação
12:19do nosso trabalho, né?
12:20Sim.
12:21Que atrizes e atores
12:23tão importantes
12:25acreditam na gente.
12:26Isso é muito importante.
12:26E a Torlone tem sido
12:28extremamente generosa.
12:29A gente já está
12:30há alguns anos
12:31articulando.
12:32A peça, enfim,
12:33teve uma única montagem
12:34no Brasil
12:35que a Marília Peira fez.
12:37E aí tem um início
12:38de um texto.
12:38O início do texto
12:39fala sobre a transformação
12:41da mulher, né?
12:43Quanto a Chanel
12:43foi se transformando,
12:45amadureceu.
12:46E aí a gente,
12:47conversando com a Torlone,
12:48foi assim,
12:48olha,
12:49esse personagem é para mim.
12:51Estou muito feliz,
12:51estou muito grata.
12:52Mas a gente precisa
12:53amadurecer
12:54algumas questões.
12:55Então, não é o tempo.
12:56Então, como ela é
12:57nossa sócia,
12:58a gente está
12:59construindo isso juntos.
13:00Então, esse ano,
13:01provavelmente,
13:01nós vamos a Paris
13:03ter uma reunião lá
13:04com a marca,
13:07envolvendo realmente,
13:08conhecendo um pouco mais
13:09da história da Capixaba.
13:09Aprofundar.
13:10É, aprofundar,
13:11fazer um trabalho
13:11de campo mesmo.
13:12Então, a WB hoje
13:13é uma empresa brasileira,
13:14uma empresa que a Capixaba
13:15mais é uma empresa
13:15que está em todo o Brasil,
13:17mas agora com passos internacionais.
13:18Então, a gente está sempre
13:19nos Estados Unidos,
13:21na Inglaterra,
13:21agora na França,
13:23negociando projetos
13:24em Portugal.
13:26E é o que a gente
13:27sempre conversa.
13:28Eu e o Bruno,
13:28nós somos contadores
13:29de histórias.
13:30Então, nós contamos
13:31muito bem
13:32uma boa história
13:33e o que a gente
13:34mais quer através
13:35dos nossos projetos
13:36é transformar o público,
13:37é fazer com que o público,
13:38através das nossas produções,
13:40tenha uma experiência
13:41enriquecedora,
13:42saia dali feliz,
13:44saia dali emocionado,
13:45saia transformado.
13:46Mas tem muita coisa
13:47bacana por ver,
13:49muita coisa mesmo.
13:50Obrigada, gente.
13:51Foi uma honra receber
13:52Wesley e Bruna aqui.
13:54Vida Longa WB.
13:56Até a próxima.
14:00Legenda Adriana Zanotto
14:01Legenda Adriana Zanotto
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