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  • há 4 semanas
A jornalista Márcia Rocha falou sobre a perda da filha Íris Rocha de Souza

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Transcrição
00:00A polícia descobriu um cadáver enterrado, como se fosse jogado lá em Alfredo Chaves, na mata de Alfredo Chaves,
00:09e aí foi confrontar com todas as íris, porque havia só um cartão ou um nome em íris, mas podia
00:15ser qualquer íris.
00:17E aí chegou até mim, daí foi falando das características e foi acontecendo as coincidências.
00:25E aí, no final, a gente percebeu que era a íris, minha filha querida, amada, tão jovem, tão cheia de
00:34sonhos.
00:36E a gente precisa que seja feita a justiça, porque foi maldade que fizeram com ela.
00:41Grávida de oito meses, de uma menina, que iria se chamar Rebeca, nasceria no máximo no dia 20 de fevereiro.
00:50E a gente pede, pelo amor de Deus, que não aconteça mais com ninguém, que ninguém soube essa dor que
00:55eu estou sentindo,
00:56porque ela é imensa, ela é insuportável, parece que eu não estou aqui.
01:02Bom, gente, quem tiver informações, ajude a polícia a descobrir quem fez isso,
01:07para que não fique impune mais no crime, para que não fique impune, só uma estatística.
01:14Esse mundo está muito cruel, ela foi brutalmente assassinada, ela não teve justiça, ela não teve defesa nenhuma,
01:23ela é sua amiga, amada, amável, querida, trabalhadora, trabalhadeira, muito dedicada.
01:32Ela escolheu uma profissão para cuidar dos outros, era enfermeira.
01:36Exatamente, ela ficava cuidando das pessoas, ela tinha muito orgulho disso, e ela ia fazer com muito carinho.
01:44As pessoas gostavam dela, gostavam do trabalho que ela fazia, sabe, ela se dedicava lá no hospital das clínicas,
01:50ela estava fazendo mestrado, ela já tinha feito graduação de enfermagem, então ela tinha muitos sonhos, muitos.
01:56E ela deixou um filho de oito anos, que ela amava muito, e ele também ama muito ela.
02:02Ai, muito triste, gente, muito triste.
02:05Com certeza que...
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