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  • há 3 meses
Há quase uma década, o Brasil está no limbo quando se trata de medidas para definir o tamanho das roupas das mulheres e cada varejista passou a usar uma forma própria de medição. Nova norma da ABNT busca reduzir distorções

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Transcrição
00:00Encontrar uma mulher que nunca tenha se frustrado ao experimentar roupas em uma loja é uma tarefa quase impossível.
00:08Há sempre um detalhezinho que não funciona. Não passa na bunda, não fica legal no busto ou fica largo em
00:14lugares estranhos.
00:15Isso acontece porque, embora as roupas femininas sigam numerações específicas, os corpos não são padronizados.
00:23Um estudo realizado pelo Senai Cetiquete identificou cinco biótipos femininos principais.
00:29São eles ampulheta, ampulheta inferior ou colher, retângulo, triângulo e triângulo invertido.
00:36Mas apenas um desses formatos, a ampulheta, é priorizado pela indústria da moda.
00:41Desde 2012, o Brasil está no limbo quando se trata de medidas referenciais para definir o tamanho das roupas das
00:47mulheres.
00:48E por causa dessa confusão, cada marca passou a adotar um formato próprio.
00:53É por isso que você entra em roupas de diferentes tamanhos, dependendo das marcas que experimenta.
00:58Uma nova norma foi publicada pela ABNT em dezembro de 2021, propondo a consideração de pelo menos dois biótipos principais,
01:06retangular e colher, que representam 80% das brasileiras.
01:10Além disso, a normativa sugere a exibição da centimetragem das roupas nas etiquetas.
01:14Assim, basta ter uma fita métrica para saber se aquela peça é ou não ideal para você.
01:20Seguir essa orientação não é obrigação das empresas, mas algumas já se movem nesse sentido.
01:25Enquanto isso, quem quiser presentear uma mulher com roupas, pode optar por buscar lojas que realizem confecção sob demanda.
01:32Além de ajudar pequenos negócios, como a maioria destes é, você ainda evita dor de cabeça para quem vai receber.
01:38Afinal, nada mais chato que ter que ir à loja trocar presente, né?
01:45Oh, no, no, no, no, no, no, no.
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