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  • há 18 horas
Quando a afegã Roya Karimi tinha 14 anos, ela se casou contra a sua vontade. Aos 15, teve um filho. "Era como uma prisão. Eu não tinha o direito de ter nenhuma opinião sobre a vida", lembra a afegã, que hoje está retomando a própria vida como fisiculturista.A reviravolta se deu quando ela tinha 17 anos e decidiu fugir para a Noruega com o filho de dois anos.Lá, Roya encontrou segurança, liberdade e independência. E começou a estudar enfermagem.

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Transcrição
00:02Quando eu era 14, eu me casava. Eu tinha um filho na idade de 15 anos.
00:15Era como uma prisão. Eu não tinha o direito de ter uma opinião sobre a vida.
00:33Eu estava muito emocionada, trabalhando com todas as questões que eu nunca sabia.
00:40Todos os alunos foram para casa. Eu estava em escola por três ou quatro horas extra para aprender, perguntando todos
00:48os professores.
00:53A fitness e a gym me ajudaram muito. Me ajudaram com os desafios mentais e físicos.
01:09Eu usava minhas sociais como motivação para outras mulheres.
01:18Isso é para todos os alunos que não têm os direitos.
01:23Isso é para todos os alunos que não têm os direitos.
01:27Então, vamos lá.
01:28Vamos lá.
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