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NALDO'S BAR
O Ponto de Encontro dos Acólitos
Avenida Antônio Emmerich, nº 1.589, Vila Cascatinha, São Vicente

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Notícias
Transcrição
00:08O programa está oficialmente aberto, hoje dia 22 de maio de 2026, você está no canal
00:17Cuesta Verde, jornalismo de verdade, você gostaria de ter um par, sim, de ser o dono
00:25de Buté, ou para você que já é do ramo, apenas mudar de endereço, talvez adquirir
00:32mais um estabelecimento gastronômico para o seu império, bem, o Naldo's Bar está à
00:37venda, sim, o meu amigo Naldo quer se aposentar e, por isso, está vendendo o seu bar, bar
00:43que fica em um ponto privilegiado, na divisa entre Santos e São Vicente, junto aos tambores,
00:50com detalhe, por se tratar de um estabelecimento tradicional, você estará adquirindo mais
00:56do que um bar, estará adquirindo uma história, logo, entre em contato com o Cuesta, que eu
01:01faço o meio de campo entre você e o Naldo, ou vá diretamente lá, sendo que o contato
01:07do Cuesta e o endereço do Naldo's Bar estão na descrição, sim, vamos lá, porque hoje
01:14é sexta e estamos no auge do aquecimento global, sim, o aquecimento global está com
01:23tudo, mas vamos desprezá-lo, vamos menosprezá-lo, como mamar, com o degustar de uma deliciosa
01:34geladinha, é, dito isso, livro de oração em mãos, quem não tiver, mãos em posição de
01:42prece, muito respeito, que respeito é bom, e a divindade gosta, página 70, oração ao
01:49Senhor.
01:52Ó Senhor, é o cantare, fonte de todas as luzes, de todas as forças, de todas as sabedorias,
02:00de todos os amores.
02:02Dá-nos a luz, dá-nos a força, dá-nos a sabedoria, dá-nos o amor.
02:09Ó Senhor, nosso Pai, protegei a terra, planeta, do amor.
02:15Protegei-nos de todos os males, dá-nos o futuro.
02:19Ó Senhor, muito obrigado por nos dar a luz.
02:22Agradecemos de coração.
02:29E eu peço ao nosso Senhor, é o cantare, que por favor, não permita que injustiça
02:34alguma ocorra durante esse programa.
02:36Muito obrigado.
02:40É isso aí, gente, estamos regressando à sala de guerra do Senhor Steve Bannon.
02:49Contudo, antes de entrar nela, eu quero parar aqui pra puxar a direita, pra puxar a orelha da direita, sim.
02:59Puxar a direita pela orelha.
03:05Porque, desde semana passada, entrou um assunto em voga aí, que vocês já sabem,
03:09que são do filme Dark Horse e Flávio Bolsonaro, e eu tô vendo o pessoal da direita, de novo,
03:16de novo, entrando nessa, caindo como patinho, entrando como patinho nessa furada aí.
03:26Ó, pelo amor de Deus, gente.
03:28De novo, eles vão vir com essa mesma tática, a esquerda vem com essa conversa mole.
03:35É igual fizeram com a questão das joias, a questão da baleia.
03:39Isso é uma tática, é um método que se chama de saturação.
03:45Saturação.
03:45Eles pegam uma lorota e ficam mastigando, mastigando, mastigando.
03:51Pra quê?
03:52Pra duas coisas.
03:53Uma, ocupar espaço.
03:58Enquanto essa lorota está sendo mastigada e deglutida aí por todo mundo,
04:03não se discutem os reais problemas do país, que é a existência da esquerda em si.
04:11E ponto dois, é gerar uma saturação em cima da imagem do Flávio Bolsonaro,
04:19pra que o afegão médio chegue uma hora e fale,
04:21porra, meu, não aguento mais ouvir falar do Flávio.
04:24É isso.
04:26E eu vejo o pessoal da direita entrando nisso, meu, pelo amor de Deus, cara.
04:31Tenho vergonha na cara, pô.
04:34Eu já falei disso em outros momentos.
04:37A gente precisa ter paridade de armas.
04:40Como que se faz isso?
04:41Cria uma lorota.
04:43Simples.
04:44E não fique esperando pra responder a lorota deles.
04:48Ataque antes.
04:49A melhor defesa é um ataque.
04:52No caso deles, não precisa nem de lorota.
04:55É só olhar a cara deles.
04:57Olha a cara dos agentes da esquerda.
04:59É um mais bizarro do que o outro, bicho.
05:03Você precisa inventar alguma coisa de, sei lá, de fenomenal pra atacar gente tão
05:12medíocre assim, cara.
05:15Vocês não foram frequentar a escola?
05:18Lembra da quinta série lá no fundão, a turma da zoeira?
05:21Pô, boa, uma zoeira, cara.
05:22E cai em cima dessa cambada de vagabundo e fica mastigando, mastigando, até não poder mais.
05:31Simples, cara.
05:34E outra coisa também, o pessoal tá muito preso desse igual de internet, cara.
05:39Isso aí você não faz na internet.
05:40A zoeira.
05:42A zoeira.
05:44Como que a gente propaga a zoeira?
05:46No boca a boca.
05:47No olho no olho.
05:50Aonde?
05:51A conversa de bar.
05:54Dentro do ônibus.
05:56Dentro do metrô.
05:58Dentro do trem.
05:59Dentro do avião.
06:01Na fila do banco.
06:04Até na igreja antes de começar a missa.
06:08É simples, gente.
06:12Tão difícil assim.
06:14E antecipação.
06:16Faz uma agenda de zoeira.
06:18Olha a cara deles.
06:19Bola uma zoeira.
06:20E toca o barco, velho.
06:24Bem, nós vamos entrar na sala de guerra do Sr. Steve Bannon agora.
06:28Conversaremos mais na sequência.
06:30De volta ao texto da Sra. Jojo, as esculturas de Sabin Howard comemoram figuras e eventos históricos que se alinham
06:39com valores conservadores.
06:41Sendo que sua técnica clássica é evidente em obras como o Memorial Nacional da Primeira Guerra Mundial instalado em Washington
06:49em setembro de 2024,
06:51que homenageia a coragem e o sacrifício dos soldados americanos.
06:56Por fim, as esculturas de Howard celebram o heroísmo, a bravura e o patriotismo americano.
07:06Sim, nós temos problema no caso aqui em relação aos Estados Unidos, em relação às forças armadas,
07:12que o maior ato delas nos últimos tempos foi o dia da perfidia.
07:18E o brasileiro nós temos outros problemas.
07:22A questão de heroísmo.
07:24O brasileiro tem uma dificuldade de classificar o heroísmo.
07:26Heroísmo é um ato de bravura que transcende a existência da própria pessoa.
07:36Ela é abrir mão da sua segurança pessoal em algo, em prol de algo que ela considera muito maior,
07:45muito mais valioso do que a própria existência dela.
07:50E aqui nós temos um problema bravo com isso, porque tem uma frase que diz que cada geração tem os
07:57Beatles que merecem.
07:59Tem até uma frase de Tocqueville que diz que cada nação tem a democracia que merece.
08:05E nós temos os heróis que nós merecemos.
08:10No caso, no site Realism Today, publicado foi o artigo de autoria de Donald Cuspit,
08:18algunhado de A Jornada de um Soldado Memorizada na Arte.
08:24Sim, a arte transformada em panfletagem política.
08:31A Jornada de um Soldado Memorizada na Arte.
08:33Lendo-se que, em 26 de janeiro de 2016, a Comissão do Memorial da Primeira Guerra Mundial
08:40anunciou a seleção do tempo e do conceito do projeto do Memorial da Primeira Guerra Mundial.
08:47Um projeto do arquiteto Joy Weichar e do escultor Sabin-Hord, chamado O Peso do Sacrifício.
08:55Foi escolhido para o Memorial Nacional da Primeira Guerra Mundial no Pershing Park, em Washington,
09:05em cujos corpos, dinamicamente realistas as figuras de A Jornada de um Soldado,
09:10que faz parte do projeto, Howard utilizou expressivamente o conhecimento da linguagem corporal
09:16que adquiriu ao esculpir os corpos estáticos e idealizados,
09:22já que eles eram relativamente expressivos, ou, no máximo, minimamente expressivos,
09:28com os gestos dos braços e as expressões de seus rostos relativamente contidos e peculiarmente
09:36fora do ponto de seus magníficos torsos.
09:41Aqui é um ponto que eu quero falar para vocês, é o seguinte,
09:47quando essas figuras, seja de escultura, pintura,
09:51para eles se tornarem realistas, eles têm que ter algo de não realismo,
09:55é meio paradoxal, é meio paradoxal, mas eu vou dar um exemplo aqui, que vocês vão entender.
10:04Há uns anos, uma amiga da minha mãe trouxe a filha dela,
10:08falando que a filha dela gostaria de ser modelo, que a filha dela era linda,
10:13e como eu trabalhava com publicidade à época, perguntou se eu poderia fazer alguma coisa,
10:18se eu poderia dar pelo menos um conselho, alguma coisa,
10:21e eu vi a moça, uma menina linda, maravilhosa, fantástica,
10:28e eu falei, olha, ela não tem condição de ser modelo.
10:31Como que não, mamá?
10:33Não era mamá ainda, mamá é...
10:35Mas como não, Matheus?
10:37Fala mais força de expressão ultimamente, que eu não consigo mais parar de falar.
10:40Como não?
10:42Aí eu expliquei para elas o que acontece, o seguinte,
10:44você pode ver, que quando o pessoal fala das grandes modelos do mundo,
10:48o pessoal diz o seguinte,
10:49pô, mas essa mulher não é tão bonita assim.
10:53Não é que ela não é tão bonita, ela é linda.
10:55Só que ela tem um suave elemento de bizarrice, um certo exotismo.
11:03É algo que as faz se destoar das demais.
11:08Você pega uma fila, um monte de mulher bonita,
11:12se a mulher tem algo um pouquinho diferente,
11:16ela salta os olhos, ela se destoa das demais.
11:20Por isso que o pessoal tem a impressão de que as modelos não são tão bonitas assim.
11:25Elas são lindas assim, só que elas têm, como eu falo sempre,
11:28uma suave bizarrice.
11:30Algo, uma particularidade que faz de cada qual uma mulher única
11:35e que se destoa das demais.
11:38Ela salta os olhos.
11:40Por isso, uma obra de arte, ela não pode ser 100% realista,
11:46ter as dimensões corretas.
11:47Mas ela precisa ter um detalhezinho assim,
11:50como os rostos peculiarmente deslocados dos torsos.
11:55Ok?
11:57Vamos lá.
11:58Eles eram relativamente inexpressivos,
12:01ou no máximo minimamente expressivos,
12:03com os gestos dos braços e as expressões de seus rostos
12:07relativamente contidos e peculiarmente fora do ponto de seus magníficos torsos,
12:14como os dos deuses e deusas míticos,
12:17Apolo, Afrodite, Marte e Hermes,
12:19e das figuras simbólicas, persistência, teimosia, tensão, plena e ego.
12:27E ele fazia antes de decidir lidar com seres humanos reais e experiências humanas.
12:33O classicismo significa controle e elegância.
12:37E, embora as figuras modernas de Howard estejam no controle de si mesmas,
12:42especialmente suas mulheres,
12:44elas também são muito mais vivas do que suas figuras clássicas.
12:48Conquanto que os soldados de Howard têm grandes egos,
12:53mas claramente não tão grandes quanto dos deuses e deusas onipotentes,
12:59mas em movimento,
13:00não passivamente.
13:04Pois a guerra final é uma expressão de agressão,
13:09que Freud disse ser uma manifestação do impulso de morte,
13:14já que matar sem consciência é o propósito inconsciente da guerra,
13:21por mais que ela possa afirmar servir a um propósito consciente.
13:26Nota, toda essa lenga se resume a uma palavra, motivação.
13:31Sim, esse impulso de morte,
13:36matar sem consciência é o propósito consciente da guerra.
13:40Por que sem consciência?
13:42Porque o grande guerreiro é aquele que parte para o combate
13:47sem medo de matar e sem medo de morrer.
13:51Ele é alheio àquilo que faz com que o afegão médio
13:59não tenha um ato de heroísmo,
14:03não perpetre um ato de heroísmo.
14:05Aquela risca por onde o afegão médio...
14:09por onde o afegão médio...
14:10Aquela risca que demarca o limite do afegão médio,
14:13da qual ele não passa o herói e dá o passo adiante.
14:17Por quê?
14:18Porque ele deixa para trás esses medos,
14:21não que ele não tenha medo,
14:22não que ele não tenha esses sentimentos,
14:24e não são sentimentos ruins,
14:25são sentimentos benéficos,
14:28de autopreservação,
14:29mas que no momento do conflito ele não pode carregar com ele.
14:36Ele tem que ir para o combate com, digamos assim,
14:39uma certa pureza,
14:41livre de qualquer sentimento de culpa,
14:44com apenas uma motivação,
14:48vencer o seu oponente.
14:52Por isso é o movimento.
14:53O movimento mostra essa deslocação,
14:55ele indo para dentro do seu inimigo.
15:01Tanto é que,
15:04só para vocês terem uma ideia,
15:06no capacete do samurai,
15:08os samurais tinham sempre o quê?
15:09Uma figura de uma libélula.
15:11Sim, uma libélula.
15:12Por quê?
15:13Porque a libélula só voa para frente.
15:15Ela é um símbolo do guerreiro.
15:17O guerreiro tem que ir para frente,
15:19para dentro do seu inimigo.
15:22Quando eu estudei o diético unidor,
15:27a arte marcial criada pelo Bruce Lee,
15:31que não é uma arte marcial,
15:32é apenas uma disposição de combate
15:35baseada em que,
15:38em improvisação intuitiva,
15:40Bruce Lee fala assim,
15:41tem que ir para dentro do seu oponente.
15:43É aceitável um recuo estratégico?
15:46É aceitável, claro.
15:47Mas para fazer o seu oponente abrir a guarda
15:49e você ir para dentro dele.
15:51Você não pode ter medo do seu oponente.
15:53Você precisa, aliás,
15:53você precisa chamar o seu oponente para lutar,
15:55porque às vezes ele pode estar com medo de lutar.
15:57Você tem que tirar um pouco esse medo dele.
15:59Às vezes o recuo estratégico
16:01é para fazer o cara
16:03pegar um pouco de confiança,
16:05pegar um pouco de gosto.
16:06Só um pouco,
16:07porque se ele gostar,
16:07você apanha.
16:08Mas a questão é essa.
16:12Então o grande guerreiro,
16:13ele vai para dentro do seu oponente.
16:16Ele dá esse passo adiante.
16:18É o que está faltando para a direita.
16:21A direita está muito medrosa aí.
16:23Fica esperando a esquerda agir.
16:25A esquerda tem o seu método já definido.
16:28Eles vão para cima.
16:29Porque eles já viram que a direita
16:32se encolhe.
16:33A hora que os conservadores estão reclamando
16:36e pararem de se encolher fôlego para o pau,
16:38a conversa muda.
16:40Eu falei no começo, cara.
16:43Tem que ter um pouco de bravura.
16:46E muda por quê?
16:48Porque aquilo que Mike Tyson já disse,
16:50todo mundo tem uma estratégia
16:51até levar um soco na cara.
16:53Mete um soco na cara dessa gente
16:55para você ver
16:56como a saturação deles acaba na hora.
17:09De volta ao texto de Jojo,
17:12Steve Bannon,
17:13apresentador do War Room,
17:15contribuiu para o ativismo conservador
17:17por meio da produção de filmes e documentários,
17:21posto que seus filmes exploram temas
17:23relacionados à história,
17:25política e cultura americanas
17:27sob uma perspectiva conservadora.
17:32E, dentre as obras notáveis estão
17:35The Undefeated,
17:37que narra a ascensão política de Sarah Palin,
17:41e Clinton Cash,
17:45que investiga as negociações financeiras
17:48da Fundação Clinton.
17:50Só posso dizer sobre esse documentário
17:53uma coisa só.
17:53Puta que eu pariu.
17:55Em 12 de maio de 2016,
17:57no Time publicado,
17:58foi o artigo de autoria de Philip Eliott,
18:01ao cunhado de Clinton Cash,
18:04um ataque mordaz
18:06com o objetivo de persuadir os esquerdistas.
18:10Lendo-se que
18:10seria fácil descartar
18:12uma adaptação cinematográfica
18:14de uma obra do livro de Peter Schweitzer
18:18sobre o complexo de caridade política
18:21sem fins lucrativos de Bill e Hillary Clinton
18:24como nada mais do que
18:27propaganda conservadora.
18:30Mas, sentando em uma sala de exibição em Manhattan
18:34numa noite de quarta,
18:35ficou rapidamente claro
18:37que os conservadores
18:38não eram o público-alvo
18:41de Clinton e Clash.
18:43De Clinton e Clash.
18:45De novo,
18:47mas, sentando em uma sala de exibição
18:50em Manhattan,
18:51numa noite de quarta,
18:52ficou rapidamente claro
18:53que os conservadores
18:53não eram o público-alvo
18:56de Clinton e Clash.
18:59Sim.
19:00Aí, nós vamos entrar
19:02naquilo que se chama
19:03linguagem.
19:05Linguagem.
19:05Ultimamente, os caras
19:06inventaram negócio de bolha,
19:07bolha, chamou uma maquice,
19:09teve que furar a bolha.
19:10É a questão de linguagem,
19:12gente.
19:12Você precisa entender.
19:13É aquele velho conceito
19:15que se diz
19:16de se dar feijoada para neném.
19:18Não funciona.
19:19É a linguagem.
19:21Você tem que usar a linguagem certa
19:23para se comunicar
19:24com as pessoas certas.
19:26Isso se chama público-alvo.
19:27E eu vou dar um exemplo
19:29para vocês.
19:30Um dia eu passei
19:30aqui numa livraria
19:31aqui perto,
19:32aqui na Paulista.
19:33Eu passei,
19:34não entrei,
19:35só olhei de fora
19:35e o que eu vi lá
19:37é a coisa mais nojenta do mundo.
19:40Livro infantil
19:41tratando de Che Guevara
19:43para criança.
19:44Sim, livro infantil
19:45para criança.
19:46Contando a história
19:47do Che Guevara.
19:48O Che Guevarinha.
19:49O Che Guevarinha,
19:50assim,
19:50o Varinha.
19:51Eu parei na esquina
19:53para vomitar
19:53porque me virou estômago.
19:55Eu nem abri
19:55para ver aquela merda.
19:57Senão eu ia ter um treco.
19:58Mas eu parei na esquina
19:59e vomitei.
20:01porque eles pegam
20:02um sujeito,
20:03um assassino safado,
20:04vagabundo,
20:05ladrão,
20:08bicha,
20:09porco,
20:10tudo mais
20:11que você puder
20:11usar de classificação
20:12com verme desse
20:13e criaram o quê?
20:15Uma
20:16uma estampa infantil
20:18para mostrar
20:19para as criancinhas.
20:22Olha a merda!
20:24Mas isso é
20:25o que a esquerda faz.
20:26Por isso que eu falo
20:26que a gente não pode
20:27ficar na defensiva.
20:29Eles já vão
20:30doutrinando a criança
20:31mostrando que o Che Guevara
20:32é um carinha legal.
20:34Quando você pega
20:35a capivara
20:36desse filho da puta,
20:37você vê que
20:37filho da puta
20:38é um termo
20:40muito elegante
20:40para ele.
20:43É a questão
20:44de linguagem.
20:46É igual aquele livro
20:47que o Bolsonaro
20:48mostrava,
20:48lembra?
20:50Que mostrava
20:51o menino lá
20:51com o buraco
20:52para ele enfiar o dedo.
20:53e a menina
20:53com o buraquinho
20:54para ir já ensinando
20:56coisa para a criançada,
20:57meu.
21:01Pô,
21:01aqui na TV a cabo
21:02o canal infantil
21:04tem um programa
21:05da marmitinha
21:06em transformar
21:07a marmita,
21:09a mulher que tatua
21:09o rabo
21:10em marmitinha
21:11para torná-la
21:13palatável
21:14para as crianças.
21:15Isso chama-se
21:16linguagem, gente.
21:17E a direita
21:18precisa aprender
21:19a lidar com isso.
21:19Porque isso
21:20é a guerra cultural.
21:22por isso que nós
21:23estamos dentro
21:24da sala de guerra
21:25do Sr. Steve Bendo
21:25para aprender isso.
21:27Esse documentário
21:28Clinton Clash
21:30Clash,
21:30Clinton Cash.
21:31Estou indo para o Clash
21:33também,
21:34não sei porque me lembro
21:34o Clash.
21:35Mas o documentário
21:36Clinton Cash
21:41mostra isso.
21:44O trabalho sujo
21:46da fundação
21:48de Bill
21:49e Hillary Clinton.
21:51Um foi presidente
21:52dos Estados Unidos,
21:53a outra também
21:54uma discípula
21:56de Saul Alinsky
21:57também queria
21:57ser presidente
21:58dos Estados Unidos.
22:00Ela quase,
22:01quase que nós
22:02tivemos essa desgraça
22:03na presidência.
22:05Trump não vê
22:06se nós estamos
22:06fudidos
22:07porque saia
22:08do governo
22:08de Barack Obama
22:09discípulo
22:10de Saul Alinsky
22:11para ela
22:11que é discípulo
22:12da mente
22:12de Saul Alinsky.
22:13Saul Alinsky,
22:15aquilo que
22:15o Laude Carvalho
22:17sempre lembrava
22:17da frase de Conte,
22:18a vida dos vivos
22:20é gerida
22:21por escritores mortos.
22:23Saul Alinsky
22:24chegou à presidência
22:25do maior país
22:26do mundo,
22:27dos Estados Unidos.
22:29E como é
22:29que vocês querem
22:31que esse mundo
22:31dá certo, cara?
22:33Saul Alinsky
22:34na presidência
22:35da república?
22:36Eles estão brincando
22:37comigo?
22:39Mas nós tivemos isso.
22:41Por quê?
22:43Guerra cultural,
22:44linguagem.
22:46Os conservadores
22:47precisam aprender
22:48a lidar
22:49com linguagem,
22:51enxergar o público
22:52alvo
22:52e conversar
22:54com esse público
22:54alvo.
22:55Ok?
22:56E por aqui eu encerro
22:57o programa de hoje.
22:59Vamos para a hora
23:00de passar o chapéu
23:00que é a hora
23:01que eu mais gosto
23:02e a hora
23:02que vocês mais gostam
23:03também
23:04que é a hora
23:04em que eu ganho
23:05uma graninha.
23:09Bem,
23:10na descrição
23:10do programa
23:11eu estou disponibilizando
23:12os métodos
23:13de arrecadação
23:14de fundo
23:14por via direta
23:15e por via indireta.
23:16Por via indireta,
23:17os meus livros
23:18aqui.
23:19Vou começar
23:19por este.
23:21A Máquina da Verdade.
23:23Esse livro
23:23Menino Veste Azul
23:24e Menina Veste Rosa.
23:26Pode dar para a criançada
23:27que a criançada
23:27irá adorar.
23:29Aí tem o meu
23:29outro livro,
23:30o romance
23:30e a saga
23:31de Kid Winchester
23:32para os adultos
23:33ou os adúlteros
23:35e o link
23:36do curso
23:36Fundamentos do Exorcismo.
23:38Aí vamos para
23:38a arrecadação
23:39de fundos
23:39por via direta.
23:41Ao apósito
23:42do meu blog
23:42O Mochileiro Místico
23:44para você fazer
23:44sua doação,
23:45o Pix
23:47Pega aí o celular
23:48agora,
23:49deixa eu dar uma força
23:50para nós,
23:50não se acanhem
23:51e o PayPal
23:53para os acólicos
23:54do estrangeiro.
23:56Aí tem o link
23:56da Boutique do Cuesta
23:57para você comprar
23:58sua beca de conservador
23:59para as manifestações
24:00para ir votar
24:01especialmente.
24:02O link de
24:03com letras
24:03de Matheus
24:04meu álbum de rock
24:05em parceria
24:05com o meu amigo
24:06Renato Pop
24:06e o contato
24:08do Cuesta
24:08para você mandar
24:09suas dúvidas,
24:10sugestões de pauta,
24:11pedir o contato
24:12do Naldo e coisa e tal.
24:13Aí tem o link
24:14do grupo do Cuesta
24:16no Getter,
24:17o grupo do Cuesta
24:19no WhatsApp,
24:20o nosso canal
24:20mais estreito
24:21de comunicação
24:22e Naldos Baro,
24:24ponto de encontro
24:25dos acólitos.
24:30Lugar certo
24:31para você enfrentar
24:32hoje,
24:33exatamente hoje
24:35ou amanhã
24:35para que você
24:36trave uma batalha
24:38contra o aquecimento
24:39global.
24:40E atenção,
24:41próximo evento,
24:42atenção,
24:42Denilson,
24:43todos os caros,
24:44todos os caros,
24:45Os Segredos
24:46do Mundo Espiritual
24:47por Hionozuki
24:48a Kutagawa
24:49mais do edifício
24:50no sábado,
24:51dia 23,
24:52de maio
24:52de 2026
24:53às 8 horas
24:54do sábado,
24:55amanhã,
24:56dia 23 de maio
24:57de 2026
24:58às 8 horas,
24:59Os Segredos
25:00do Mundo Espiritual
25:01por Hionozuki
25:02a Kutagawa
25:03mais de um edifício.
25:05Dito isso,
25:06eu quero agradecer
25:07a todos vocês
25:07que me acompanharam
25:08e até a próxima.
25:10Bye!
25:11tchau, tchau, tchau, tchau.
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