Pular para o playerIr para o conteúdo principal
No Sol Nascente e na Estrutural, pequenos comércios resistem aos grandes atacarejos apostando na proximidade. Mais que pontos de venda, locais como o mercado de Maria Doralice funcionam como extensão da vizinhança, onde clientes compram fiado e conversam no balcão. Apesar de desafios como controle de estoque, os donos insistem na confiança. Confira os detalhes na reportagem de hoje.

➡️ Acesse o site do Correio para ler mais notícias
📽️ Darcianne Diogo/CB/DA Press
#CBReels #CBShorts

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00No Sol Nascente, na estrutural, pequenos mercadinhos seguem resistindo ao avanço dos grandes atacarejos.
00:06Mais do que pontos de venda, esses comércios funcionam como extensão da vizinhança.
00:12O cliente chega para comprar o leite, o pão ou o refrigerante, mas também senta, conversa e muitas vezes compra
00:20fiado.
00:21No trecho 3 do Sol Nascente, Maria Doralice abre as portas do mercadinho às 7 da manhã
00:26e mantém no caderno o nome dos clientes que pagam no fim do mês.
00:31O mercado mais próximo fica a quilômetros dali e o pequeno comércio acaba suprindo necessidades básicas da comunidade.
00:40Na estrutural, outro casal divide a rotina entre a distribuidora de bebidas e o mini mercado montado em frente de
00:48casa.
00:48O lucro nem sempre acompanha o esforço.
00:51A mercadoria vencida, dificuldade para controlar o estoque e prejuízo com produtos encalhados.
00:58Mesmo assim, os empreendedores insistem, apostam no atendimento próximo, na confiança e na relação construída no balcão.
01:07Todos esses detalhes desses pequenos negócios estão em uma reportagem publicada hoje no Correio Brasiliense.
01:15Acesse o nosso site para ler.
01:17Daciane Diogo para o Correio Brasiliense.
01:22Daciane Diogo para o Correio Brasiliense.
Comentários

Recomendado