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00:01Hello, primorosas! Hoje a gente vai falar sobre maternidade e vida real.
00:07Também vamos falar sobre influência, desafios invisíveis e o poder de continuar mesmo quando não é fácil.
00:15E a gente vai falar com quem? A gente vai falar com uma paraense que é mãe, é empreendedora,
00:22compartilha há mais de 10 anos a vida real na internet.
00:26É a Paula Martins. Ela vai falar sobre maternidade, rotina, humor e os bastidores de uma vida que não é
00:37perfeita, mas é verdadeira.
00:40Entre a maternidade típica e atípica, ela mostra todos os dias a força de se reinventar.
00:48O novo episódio do Dó Delas começa agora. Vem!
01:05Paula, seja muito bem-vinda ao Dó Delas. É um prazer te ter aqui, viu?
01:10Já estou emocionada, já quero chorar, gente. Prazer, meu. Muito obrigada pelo convite.
01:15Eu que agradeço. E já quero começar te perguntando, como é essa maternidade,
01:21que às vezes é tão invisível para outras pessoas, mas que tu resolveu mostrar.
01:26E quando foi que tu resolveu mostrar essa tua história?
01:30Ai, gente, prazer. Mais uma vez. Muito obrigada pelo convite.
01:34E é muito bom sempre estar podendo mostrar, dar voz para outras mulheres,
01:38assim como eu recebo também todo esse feedback nas minhas redes sociais.
01:42Então, essa história toda, o fato de mostrar, começou quando, na minha primeira gestação,
01:49depois que eu tive o Gustavo, depois que ele nasceu, devido às intercorrências,
01:53nós sabíamos que tinha alguma questão ali.
01:56E até antes mesmo do diagnóstico, eu tomei a decisão de vir às redes sociais
02:01e abrir, expor o que estava acontecendo, até porque eu não sabia se haveria um depois da UTI.
02:07Foram quatro meses de muita luta. E desde aí, eu acho que eu criei ainda mais um laço afetivo.
02:14Eu já estava nas redes sociais há um bom tempo, meu filho vai completar sete anos,
02:18mas eu sou 11 anos de internet, agora em julho.
02:20E depois daí, eu consegui alcançar um público real de mães,
02:26um público real de mães atípicas, não atípicas.
02:30Tanto que hoje eu encontro com senhoras na rua que falam assim,
02:33olha, minha mãe, eu gosto muito do seu filho, o seu filho é meu neto de consideração.
02:38E a partir daí, quando eu vi, caiu a ficha de que eu precisava de toda a energia, a oração,
02:45eu fui expor, eu nunca mais parei.
02:47Como é importante esse carinho, né?
02:49E como é importante a gente poder mostrar isso.
02:52A gente se sentia abraçada, né?
02:54Eu me senti muito abraçada, porque houve um medo do julgamento,
02:59do que da culpa, que como eu falei, nasce uma mãe, nasce uma culpa,
03:03foi mais uma coisa que a gente conversou no camarim.
03:07E até pelo não saber, né?
03:09Ainda era incerto.
03:10Então, como é que as pessoas vão agir?
03:13Será que é só comigo?
03:13Eu não queria demonstrar uma fraqueza.
03:15Aconteceu também logo depois com a minha depressão pós-parto.
03:18Só que depois daí, eu abri, fui abrindo e falando a verdade sobre tudo.
03:23Aí veio minha segunda filha, que foi outra surpresa, outra surpresa, outra emoção.
03:27E a gente criou um laço.
03:30Criou um laço.
03:30Eu me sinto muito abraçada.
03:32Eu aprendo muito com as outras mães.
03:33Eu me sinto acolhida.
03:34Eu tenho uma troca muito grande.
03:36E pra mim foi muito importante.
03:38Até porque eu sou filha única, então eu arrumo tias, irmãs e...
03:42Maravilha.
03:43E é tia de muitas.
03:44De muitas.
03:45É tia de muitas, tia Paula.
03:46E muitas amigas.
03:47Essa troca, ela é surreal.
03:49Ai, que maravilha.
03:50Mas conta pra gente como é viver essa maternidade típica e atípica
03:55com o teu bebê extraordinário.
03:57Gente, e vai completar sete anos.
03:59São sete anos de milagre, né?
04:01Quando, depois do diagnóstico, a gente tinha a expectativa de dois anos de vida.
04:07Mas assim, você tem isso, por a síndrome até dele ser muito recente,
04:12mas isso, o diagnóstico não é destino.
04:14Sim.
04:15E eu vivo extraordinário todos os dias.
04:17Eu falo, tanto que eu tenho uma tatuagem no peito,
04:18que uma seguidora me deu uma ideia, porque eu falava muito isso.
04:21Meu filho é um vencedor.
04:22Meu filho é um vencedor.
04:23Ela disse, tia Paula, por que você não tatua Gustavo vencedor na sua pele?
04:27Porque assim você vai emanar muito mais essa...
04:29E eu tatuei aqui em cima do meu coração.
04:32É isso mesmo.
04:32E aí, a gente vive esse extraordinário todos os dias,
04:36aprendendo todos os dias com ele, com a síndrome.
04:39Ele mesmo vai mostrando.
04:40Veio a minha filha, que é uma maternidade típica,
04:43mas eu falo, eu achei que eu ia tirar de letra.
04:46Não, agora, depois do que eu passei, não, vai ser...
04:50Não, ela me dá uma surra todo dia.
04:53Ele faz a gente aprender muito todos os dias.
04:55Todo dia, eu não, é completamente diferente.
04:57Toda vez você é materna, é uma forma diferente.
05:00O lidar é diferente, mas é maravilhoso, é completo.
05:03Hoje em que eu falo que eu vivo a maternidade completa,
05:05eu sou muito feliz, realizada, cansada.
05:08Mas feliz.
05:09E, Tia Paula, me conta como é mostrar muitas coisas que você mostra
05:16nas suas redes sociais, tem gente que quer esconder.
05:19Tipo, as nossas fraquezas.
05:21Às vezes, a gente não quer mostrar as nossas fraquezas.
05:23E tu vai lá e mostra mesmo.
05:25Como é isso?
05:27Mostrar o que muita gente quer esconder.
05:30No começo, eu vou tocar até num ponto aqui, né?
05:33Eu falo que toda mãe atípica deveria, de alguma forma, ter...
05:36Pais atípicos deveriam, de alguma forma,
05:38ter acompanhamento psicológico.
05:40Depois de um tudo, quando meu filho veio pra casa,
05:45com seis meses, eu diagnostiquei com uma depressão fortíssima
05:48pós-parto.
05:49E aí, mais um medo de falar novamente sobre isso.
05:53Ai, vão ver que eu sou fraca, vão ver que eu sou vulnerável.
05:55Mas eu, que sempre levantei a bandeira de que precisa dar conta de tudo,
05:59que consegue resolver tudo, já vim com essa demanda de outras...
06:03Da minha mãe, né?
06:04A gente já vem com aquela cultura, tudo.
06:06E eu falava, eu tinha que ser assim.
06:08Então, foi mais uma virada de chave, né?
06:11Eu já estava muito sobrecarregada emocionalmente.
06:14Eu falei, eu preciso falar pra alguém e vou falar aqui.
06:17E assim, a gente...
06:18Eu tento não romantizar,
06:20mas assim como eu busco pra mim ver uma luz sempre no fim do túnel,
06:23e sempre, sempre tem algo ali me esperando de melhor,
06:27eu tento passar essa mensagem.
06:29Até pra incentivar, do mesmo jeito que eu recebo,
06:32incentivo todos os dias.
06:33Então, eu acho que é buscar ser real o mais plena possível,
06:40o máximo que eu posso dentro da internet, principalmente com a maternidade,
06:43porque a mãe, ela precisa desse abraço, né?
06:45Ela vive com aquela sensação constante de que ela não está sendo vista,
06:48que o esforço dela não está sendo visto,
06:49que o que ela faz não é suficiente.
06:51Então, a gente já tem aquilo na nossa...
06:54Quando nasce a maternidade, nasce esse sentimento.
06:56E se eu puder lembrar todo o tempo pra aquela mãe que não ouve aquela palavra,
07:01ou que não tem aquela validação que ela precisa,
07:03eu vou estar ali lembrando.
07:04Eu gosto, buscar que somos todos reais.
07:06Sempre mostra isso.
07:07É importante, porque é aquilo que tu falaste, né?
07:10Nasce uma mãe, nasce uma culpa.
07:12E a gente carrega tantas culpas,
07:15tanta coisa que a sociedade, ou que o mundo,
07:18ou que as nossas mães deram conta, mas se anulando,
07:21e que fazem com que...
07:23Não, mas peraí, se a minha mãe deu conta, eu também vou dar.
07:26Eu também vou dar, mas eu posso não dar também.
07:29E está tudo bem.
07:30É isso.
07:31Por isso que eu mostro...
07:33Eu busco mostrar essa realidade.
07:36Mostrar que todo mundo não interessa se você tem...
07:39Se você é ativa, se você é influencer, se você é bonita, se você é rica,
07:43se você não...
07:44Não interessa se tiver...
07:45Se aquilo for destinado pra você, vai acontecer,
07:48e você vai viver da melhor forma ou na forma que tem que ser vivida.
07:52Dentro das tuas possibilidades.
07:53Eu tinha uma crença, porque minha mãe se separou quando eu tinha dois anos,
07:57eu contava muito isso nas redes sociais,
07:59e saiu com uma lata de leite comigo no colo,
08:03e uma lata de leite, então eu dizia,
08:04eu vou ser essa mãe, eu vou ser isso,
08:06porque se precisar...
08:07Aí eu comecei a traçar aquilo pra mim.
08:09Fiquei sobrecarregada emocionalmente,
08:11chegou num ponto que eu não conseguia mais lidar,
08:13porque a gente ter um filho atípico é viver um luto em vida,
08:17constante, entendeu?
08:18Algo que foi tirado de você.
08:20Mas eu falei, chegou um ponto que eu disse,
08:22ou eu vou viver esperando acontecer o pior,
08:25ou eu vou aproveitar todos os dias da minha vida.
08:27É isso.
08:28E eu comecei a viver o melhor todos os dias,
08:30e já tem sete anos que eu tô vivendo aí,
08:32agora minha filha também vai completar quatro anos,
08:35e Deus me presenteou com essa bênção.
08:37E a gente...
08:39Eu tento me sobrecargar cada vez menos,
08:40mas é óbvio, não vou dizer,
08:43ah, é perfeito, virei uma chave e consegui.
08:45Não, isso é um trabalho diário.
08:46Todos os dias eu tô dando o meu melhor,
08:48eu tô fazendo o meu melhor,
08:49se eu não conseguir, eu vou fazer ali.
08:50Não deixo as pessoas usarem a maternidade contra mim,
08:53porque às vezes acontece,
08:55a sociedade vem com essa crença enraizada.
08:58As próprias mulheres muitas vezes vêm com isso.
09:01E eu realmente me esforço,
09:03porque se eu tô bem,
09:04meus filhos estão bem,
09:05eu estou bem pros meus filhos.
09:06O que adianta?
09:07A gente tá tentando fazer o que não dá conta,
09:12se sobrecarregar emocionalmente,
09:13mentalmente, fisicamente,
09:14e aí como que você vai ser uma boa mãe,
09:17tentar ser uma boa mãe pra sua criança
09:18se você não tá bem?
09:19Se não tá sendo nem pra você mesma.
09:21Exatamente.
09:22Se você não tá sendo boa pra você,
09:24como é que você vai conseguir ser boa pros outros?
09:26Você falou, é exatamente isso que eu penso,
09:28principalmente pros seus filhos.
09:30Então, hoje em dia eu já tento ter esse discernimento,
09:32mas é uma coisa que eu vou plantando
09:35e cultivando todos os dias, né?
09:37Às vezes a gente dá uma...
09:38Depois volta mais forte.
09:40É, o importante é a gente identificar, né?
09:42É isso, o importante é a gente ter esse saber
09:45que a gente precisa disso.
09:46E como é dar conta de todos esses pratinhos,
09:52a mulher, a empreendedora, a mãe...
09:55A esposa, a influencer.
09:58Vários, né?
09:59Se a gente for colocar aqui, tem mais de 10 papéis.
10:03Muito, muito.
10:03Eu sou multiuso, eu sou geminiana,
10:05então eu tenho muitas personalidades.
10:09Rede de apoio é fundamental.
10:11Eu não vou...
10:12Eu já...
10:12Há muito tempo eu já tirei isso,
10:15que eu preciso ser a guerreira.
10:17Eu não gosto nem desse termo mais.
10:19Antes de dizer, eu achava o máximo,
10:20porque minha mãe era guerreira, então eu vou ter...
10:22Não.
10:23Eu já tirei essa crença da minha vida.
10:27A minha rede de apoio, ela é fundamental.
10:29Eu aprendi, principalmente na minha segunda gestação,
10:34com meu marido, que está tudo bem precisar de ajuda,
10:37e aprendi a receber ajuda.
10:39Eu não sabia receber ajuda, por aquele orgulho,
10:44por aquela...
10:45Por aquela dizer, não, eu vou dar conta.
10:46Nem que leve o que tiver que levar de mim,
10:48eu vou dar conta.
10:49Hoje em dia, não.
10:50Eu aceito ajuda.
10:52Meu atual esposo, ele fala muito isso.
10:54Ele falava, hoje em dia não precisa,
10:55mas ele falava muito isso.
10:57Está tudo bem a gente te ajudar.
10:58Deixa a gente te ajudar.
10:59Deixa a gente entrar na tua vida.
11:01Deixa a gente entrar no teu universo.
11:03Você não vai ser menos mulher.
11:05Você não vai ser menos mãe.
11:06Você não vai ser uma mãe omissa.
11:09Você não vai ser uma...
11:10Se você não der conta de tudo,
11:11porque não está dando para ninguém.
11:13Está saindo, quer fazer tudo,
11:15e está saindo tudo mal feito.
11:16Então, para mim, foi essencial isso.
11:20Conseguir receber ajuda,
11:23aceitar ajuda, rede de apoio,
11:25tentar manter a sanidade,
11:27ter o meu momento de lazer.
11:29Hoje em dia, sem culpa,
11:30eu tenho muitas afirmações que eu faço diariamente.
11:33E em 2026, eu coloquei uma que eu repito,
11:36que é eu vou viver sem culpa.
11:38Eu não vou mais vibrar no medo,
11:40porque antes eu tinha muito esse receio.
11:43E eu todo dia,
11:44mas vocês percebem que eu repito isso todos os dias,
11:46porque não é fácil você culminar essa realidade.
11:49Mas eu vou repetir até ser real.
11:51E eu venho trabalhando nisso diariamente.
11:53E a gente também, todos os dias...
11:55Eu sempre falo que todos os dias
11:57eu tomo a minha vitamina C,
11:59que é de coragem, de confiança.
12:01Eu sou capaz, eu posso...
12:03Não, eu quero, eu posso, eu consigo.
12:05É importante a gente se alimentar
12:07todos os dias dessas palavras positivas.
12:09Com certeza.
12:10Quanto mais você repete,
12:12você emana isso,
12:13mais grave,
12:14mais você está dentro,
12:15mais perto de você viver essa realidade.
12:17É que nem quando você só pensa no negativo,
12:19só vibra no negativo e só reclama,
12:21você vai atrair o problema.
12:23É verdade, é isso mesmo.
12:25Então, a rede de apoio,
12:26saúde mental,
12:27me enxergar também como mulher,
12:29houve um período entre a minha primeira e a segunda gestação
12:32que eu me esqueci.
12:34Até porque eu achava que,
12:35por eu ter uma criança especial,
12:37eu não poderia estar bonita,
12:38eu não poderia sorrir,
12:39eu não poderia estar feliz.
12:40mas quando eu virei aquela chave de dizer
12:42eu vou viver o meu milagre todo dia,
12:44ao invés de ficar esperando o pior todo dia,
12:46aí as coisas começaram a fluir, né?
12:49E a tua essência é feliz.
12:50Ai, mas hoje eu estou feliz.
12:52Eu vejo como tu fica alegre de fazer o que tu faz.
12:57Eu amo o que eu faço.
12:58Meu Deus do céu,
12:59tu emana felicidade.
13:00Ai, que boa.
13:02Nossa,
13:02Isso é um elogio que a gente quer receber.
13:04Não sou feliz o dia todo,
13:06mas eu estou feliz todos os dias.
13:08Tem sempre algo ali que eu tenho para agradecer.
13:11E hoje em dia eu realmente me sinto feliz.
13:14Eu falo, eu estou feliz.
13:14Olha, meu casamento não é perfeito,
13:16minha maternidade não é perfeita,
13:17eu não me sinto completamente perfeita,
13:19mas eu estou feliz com o que eu tenho.
13:21E se eu tenho que melhorar alguma coisa,
13:22eu vou buscar melhorar.
13:24Sim.
13:24Eu não estou mais querendo buscar a perfeição.
13:26Eu faço o que precisa ser feito.
13:28E aí eu vivo dentro da minha realidade,
13:30isso me deixa feliz.
13:31E, assim,
13:33o que eu queria, assim,
13:34deixar,
13:35que tu deixasse
13:36para essa mulherada,
13:38que são mães atípicas,
13:41porque todas as mulheres precisam
13:43de uma palavra de inspiração,
13:45mas eu acho que as mães atípicas,
13:47elas precisam ainda mais,
13:49porque elas têm que se provar todos os dias,
13:51elas têm que buscar a felicidade todos os dias,
13:54mesmo quando as coisas não estão fáceis.
13:56Sim.
13:56Qual mensagem tu deixa para essa mulherada, Paula?
13:59O que eu aprendi,
14:01que eu quero passar para vocês,
14:02que possa te abraçar de alguma forma,
14:04quando a gente tem uma maternidade atípica,
14:07ela sendo anunciada na gravidez,
14:09ou não,
14:10a gente vive com aquela sensação constante
14:13de que algo foi tirado da gente.
14:15Por isso que eu falei que a gente vive um luto em vida.
14:17E o que eu mais queria,
14:20na época que eu,
14:21em todo o turbilhão de emoções,
14:23na época que eu descobri que meu filho era uma criança atípica,
14:26era que alguém me segurasse pelo braço e dissesse,
14:28olha,
14:29vem aqui, vai ficar tudo bem.
14:31E eu não tive isso.
14:32Porque não tinha como, né?
14:34Mas independente de qualquer coisa,
14:37você tem o seu filho,
14:40você tem a oportunidade.
14:42Pode ser que não fique tudo bem,
14:43mas todo o tempo que você estiver dentro
14:46e o ficar tudo bem e não estar tudo bem,
14:48você vai aproveitar todos os dias.
14:50E o seu esforço,
14:52ele pode não estar sendo validado da forma que você quer,
14:55mas para o seu filho ou para a sua filha é importante.
14:58Você é o rumo, o esteio, o porto seguro.
15:01Então, por ele e por você, você vai continuar.
15:05Porque eu te vejo, mãezinha.
15:07O seu filho te vê e ele sente,
15:09e é para ele que você vai,
15:10todos os dias, dedicar essa energia.
15:12É o que importa.
15:13Pronto e acabou.
15:15É, isso mesmo.
15:16E eu já te agradeço.
15:17Muito obrigada.
15:18Obrigada, eu.
15:19Que papo necessário, né?
15:21Ai, fiquei muito feliz.
15:22Olha, gente, eu tenho que energia maravilhosa, né?
15:24Que se tiver uma vaguinha ali atrás,
15:26ela dá meu fone.
15:27Que papo maravilhoso, Paula.
15:30Parabéns pela sua força, pela sua alegria.
15:32Obrigada.
15:33E você é uma mãe maravilhosa,
15:34mesmo não sendo perfeita,
15:36porque nenhuma de nós somos perfeitas.
15:38É isso.
15:38Quando a gente entende que maternidade
15:40não tem nada a ver com perfeição,
15:42e sim com fazer o que precisa ser feito,
15:44a gente aprende a viver com mais leveza.
15:48Muito obrigada, Paula.
15:48Obrigada.
15:49Eu fico muito feliz.
15:50Eu adorei a energia daqui.
15:51Gente, de uma vaga ali atrás.
15:53Obrigada, um prazer, viu?
15:54Eu admiro todas aqui.
15:56É uma honra estar aqui com você.
15:57Como é importante a gente ter mulheres como você
16:00para nos inspirar.
16:01Ah, eu fico muito feliz.
16:02Eu quero lembrar que para todo mundo,
16:04para a gente, para mim mesma,
16:05que quando a gente tenta,
16:07quando a gente para de viver
16:09em questão de querer a perfeição na maternidade,
16:11a gente começa a aproveitá-la de uma forma mais leve.
16:13Com certeza.
16:15E hoje a gente falou sobre maternidade real,
16:19sobre força,
16:20e sobre continuar, mesmo nos dias difíceis.
16:23E a Paula mostra que não existe perfeição, minha gente,
16:29mas existe verdade.
16:30E é isso que conecta.
16:32Então eu te espero no próximo episódio do Dóu Delas,
16:35porque juntas nós somos imbatíveis.
16:38Sim, somos reais.
16:39É isso.
16:53E aí
16:55E aí
16:57E aí
16:58E aí
16:59E aí
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