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  • há 17 horas

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Esportes
Transcrição
00:00O pugilista Esquiva Falcão vendeu a medalha de prata que conquistou nos Jogos Olímpicos de Londres.
00:05E seu maior feito na carreira, aliás.
00:08Aos 36 anos, ele desabafou sobre as dificuldades dos atletas olímpicos brasileiros.
00:14O Esquiva ressaltou que vender a medalha não apaga a sua história, e é verdade.
00:19A decisão não foi por dívidas, mas para usar o dinheiro na abertura da própria academia
00:24e dar mais estabilidade financeira para ele e para a família.
00:28Excluindo as superestrelas dos esportes mais profissionais e mais midiáticos, que são minoria, você sabe.
00:37A realidade pós-carreira é dura para a grande maioria.
00:41Patrocínios de visibilidade ficam extremamente concentrados nos grandes astros.
00:47O ciclo olímpico é caro e curto.
00:49O COE não paga salários aos atletas.
00:52E muitos saem do esporte com lesões sem formação profissional paralela
00:57e sem poupança suficiente.
01:00O caso do Esquiva ilustra exatamente isso.
01:04Ele chegou ao topo do boxe mundial,
01:06mas ainda precisou vender a medalha para tentar construir algo sustentável.
01:12E não é exceção, é a regra para a maior parte do esporte olímpico.
01:17Nos Jogos de Tóquio, o Brasil levou 309 atletas, 131 não tinham patrocínio,
01:2441 fizeram vaquinha e 33 conciliavam o esporte com outro emprego.
01:31Isso mostra que, mesmo antes do pódio, a situação já é muito apertada para muitos.
01:39Até a próxima.
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