00:00Mesma coisa está acontecendo agora com o Flávio Bolsonaro e o Lula.
00:02Mostra aí o Flávio Bolsonaro com 45, o Lula com 43.
00:05Depois inverte o Lula com 45, o Flávio com 44.
00:09E vai ficar assim até o dia da eleição.
00:10No dia da eleição, o Lula ganha de novo com 1% e ninguém reclama.
00:13Foi realmente um jogo de cartas marcadas.
00:15Você mesmo disse que o Lula ganhou por 1% a eleição, mas ele não ganhou.
00:18Esse resultado reflete as pesquisas, os mandrakes, que existiam as pesquisas falsas,
00:23que é para ficar no inconsciente coletivo das pessoas.
00:26Ah, a eleição está apertada. Ah, então cabeça a cabeça.
00:29Ah, quem ganhar vai ganhar por 1%.
00:30E aí o resultado é esse e as pessoas não questionam, porque elas já estavam amestradas.
00:34Não é nem condicionadas, elas já estavam amestradas há meses, dizendo que está cabeça a cabeça.
00:38Mesma coisa está acontecendo agora com o Flávio Bolsonaro e o Lula.
00:41Mostra aí o Flávio Bolsonaro com 45, o Lula com 43.
00:44Depois inverte o Lula com 45, o Flávio com 44.
00:48E vai ficar assim até o dia da eleição.
00:49No dia da eleição, o Lula ganha de novo com 1% e ninguém reclama.
00:52Eu fui a primeira pessoa que interpelou o Trump depois que ele foi eleito em 2024.
00:56Eu enviei uma carta direta para ele.
00:57Não só publiquei nas mídias sociais, que teve alcance de milhões de pessoas.
01:01E também enviei uma carta pessoalmente, através do canal aqui que eu tenho,
01:04através do Partido Republicano, sou membro do Partido Republicano.
01:07E pedi para ele não aceitar o resultado.
01:09Isso ele nem tinha assumido o governo em 25 ainda.
01:11Ele tinha acabado de ganhar a eleição.
01:12Quando eu vi que ele nomeou o Marco Rubio como secretário de Estado,
01:15primeiro secretário latino de Estado,
01:16eu vi que o foco dele seria a América Latina reestabilizar o hemisfério ocidental.
01:20E tanto é que naquela época eu já dizia que ele iria intervir na Venezuela e em Cuba
01:26e exigir que os países fossem democráticos na hemisfério ocidental.
01:29E acertei.
01:29O que eu pedi para ele foi não reconhecer o resultado,
01:31porque o Brasil não tem dados desagregados.
01:33Porque no dia 1º de agosto de 2024, um pouco antes da eleição,
01:37o Antony Blinken, o próprio secretário de Estado do Biden,
01:39não aceitou o resultado das eleições da Venezuela.
01:41Isso é oficial, é uma posição do Departamento de Estado americano,
01:43tem uma portaria, dizendo que eles não aceitavam
01:46porque o Edmundo Gonzalez trouxe os dados desagregados
01:49e o governo Maduro não trouxe os dados desagregados.
01:51Que, para quem está ouvindo o programa, é basicamente a tripinha de papel.
01:55Porque lá as urnas, pasmem, as urnas na Venezuela são de terceira geração.
01:58Elas imprimem o papel.
01:59No Brasil não.
02:00No Brasil não.
02:01Imprime o boletim de urna.
02:02Quantos votos têm?
02:02Não o voto da pessoa, como é aqui.
02:04Você vota, imprime, você verifica em quem você votou.
02:07Porque o que está aparecendo na telinha ali,
02:09a carinha do cara que você votou,
02:10não necessariamente é o que foi enviado pelo código, para contagem.
02:13Mas quando você imprime em papel, está ali, é seu,
02:16o eleitor tem o poder de falar,
02:17o meu voto está correto e esse voto é depositado num caixa forte.
02:20Caso você queira a contagem, você conta o papel,
02:23que é uma prova física do seu voto.
02:24Isso não tem no Brasil.
02:26Mas tem na Venezuela.
02:27A Corina e o Gonzalez não mostraram isso.
02:29Mostraram os boletins de urna e nem isso o Maduro mostrou.
02:31Se negou a mostrar os votos.
02:33E eu pedi, por questão de justiça,
02:35que nas eleições de 26 o Trump não aceitasse,
02:38porque o Brasil nem isso tem.
02:39O Brasil nem dá os desagregados, tem.
02:40Tive a resposta direta dele.
02:41E continuo fazendo o meu trabalho para mostrar ao governo americano
02:45que isso é uma coisa importante.
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