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  • há 18 horas
Transcrição
00:00E a Blue Origin viveu um domingo de emoções contraditórias.
00:03Por um lado, um lançamento espacial atingiu um feito inédito para a empresa.
00:07O segundo objetivo, porém, ficou pelo caminho. Olha só.
00:14Pela primeira vez, a Blue Origin conseguiu reutilizar um foguete New Glenn.
00:18No entanto, a carga que ele carregava, o satélite Bluebird 7 da AST Space Mobile,
00:24foi colocada em órbita incorreta e acabará destruída em uma reentrada na atmosfera.
00:29Vamos explicar do começo.
00:30O foguete New Glenn decolou às 8h25 de Cabo Canaveral, na Flórida.
00:34O primeiro estágio já havia voado antes e, neste domingo, foi reutilizado com sucesso pela primeira vez,
00:39pousando na plataforma marítima Jacqueline da Blue Origin, no Atlântico, cerca de seis minutos após a decolagem.
00:45Algumas horas depois do lançamento, as atualizações da Blue Origin diminuíram,
00:49até que a empresa publicou uma informação discreta, mas preocupante.
00:53A carga havia sido separada e o satélite foi ligado, mas a órbita alcançada não era planejada.
00:58Mais tarde, a própria AST Space Mobile confirmou o pior.
01:02Embora o satélite tenha se separado do veículo de lançamento e entrado em funcionamento,
01:07a altitude era muito baixa para sustentar as operações.
01:10O Bluebird 7 não era um satélite qualquer.
01:12Ele faz parte de uma constelação que pretende oferecer banda larga celular via satélite diretamente para smartphones.
01:19Seu diferencial é o tamanho.
01:20A antena ocupa 223 metros quadrados, tornando o equipamento um dos maiores satélites já colocados em órbita.
01:28Agora, esse gigante será desorbitado.
01:31Não está claro como o fracasso da missão afetará os planos da Blue Origin para os próximos meses?
01:35A empresa tem programado um pouso lunar não tripulado ainda em 2026,
01:40usando um precursor do módulo que um dia levará astronautas da NASA ao polo sul da Lua.
01:50Por falar em inteligência artificial, como é que a IA já impacta a sua vida?
01:56Um estudo feito com base no mercado brasileiro já traz algumas consequências por aqui.
02:01Vamos entender.
02:05Uma pesquisa FGV-IBRI aponta um impacto negativo da inteligência artificial na renda e na empregabilidade dos jovens brasileiros.
02:13O estudo foi conduzido com base em dados do IBGE.
02:15Os números indicam que brasileiros de 18 a 29 anos que trabalham em ocupações mais expostas à inteligência artificial
02:21têm cerca de 5% menos chance de estarem empregados do que teriam em um cenário sem esse nível de
02:27exposição à tecnologia.
02:28Para chegar aos resultados, o trabalho comparou grupos de trabalhadores com perfis semelhantes em 2022,
02:33antes, portanto, do lançamento do chat EPT, e em 2025.
02:37Além disso, a renda desse grupo mais exposto foi cerca de 7% menor.
02:40Segundo o estudo, isso ocorre porque a inteligência artificial se mostra especialmente eficiente na execução de tarefas de entrada,
02:47como funções administrativas, de apoio e serviços básicos,
02:50atividades que, em geral, marcam o início da trajetória profissional de quem está entrando no mercado de trabalho.
02:56As funções iniciais tendem a ser mais vulneráveis à substituição pela inteligência artificial,
03:00uma vez que essas atividades podem ser desempenhadas pela tecnologia de forma mais eficiente e com menor custo.
03:07O próprio pesquisador responsável, Daniel Duque, reforça que as estimativas devem ser interpretadas com cautela,
03:12pois o período de observação ainda é curto e as informações disponíveis sobre a exposição das profissões à inteligência artificial
03:18são preliminares.
03:20Tchau, tchau, tchau, tchau, tchau, tchau.
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