00:00Agora mesmo eu estou agora com a revolução aqui que limita a nossa capacidade modernatória
00:07e hoje nós passamos de cidadãos que excelam pela proteção, pelo direito, pela distribuição de questões,
00:19por instituições de andar, nós viramos os milões da história, nós somos os bandidos agora.
00:25Então assim, as nativas construídas fazem com que cada dia mais você se disposte de pertencer a bastão.
00:33Infelizmente, isso que está acontecendo.
00:36Os juízes hoje estão sendo vistos com bandidos, com pessoas sem estúbulos,
00:41pessoas que querem ganhar muito sem fazer nada.
00:44Eu gostaria assim de uma parte da população viesse viver o dia a dia do juiz e do desembargador, sabe?
00:53Para verificar como é que a gente trabalha e nem trabalha só aqui.
00:57Até porque se nós trabalhávamos só aqui, aí é que a justiça não vai entrar.
01:01Nós trabalhamos num número enorme de horas feitas em casa, sacrificando 20 semanas.
01:07Quando a gente está de prisão, nós estamos aqui, nós estamos trabalhando em casa.
01:12E fora os dias que se trabalham as notas, revisando votos, votando em plenário fiscal, revisando votos de colegas.
01:22Então, dizer que o juiz não trabalha e que persegue verbas e mais verbas e mais verbas como privilégios,
01:30como penduricais, uma expressão tão chula e tão vagabunda que jogaram em cima da magistratura
01:39que hoje a gente fez uma tensão enorme, porque não se vai entender, porque vamos pagar nossas contas.
01:46Os colegas estão deixando de frequentar em um gabinete de antemédicos, porque não vão poder passar consulta.
01:54Outros estão deixando de tomar de bebês, entendeu?
01:57Então, a situação que a magistratura vive hoje é essa.
02:00Então, nesse ambiente tão pesado que a gente está enfrentando, onde nós não temos uma voz que se levou a
02:06esse corpo a favor de nós,
02:08é que essas duas palavras, elas tiram um pouco parte da negatividade, que hoje permeia a nossa dificuldade.
02:15Desculpa o desafio, mas, realmente, a nossa situação hoje é muito triste.
02:22É muito triste.
02:22Agora, a população vai sentir quando ela procurar a justiça e realmente não tiver.
02:27Aí, ela vai sentir e vai ver de que lado ela vai falar.
02:31Qual foi o lado que ela optou?
02:34Será de futuro?
02:35Mas, infelizmente, esse trabalho que se estava fazendo.
02:39E a gente vem acompanhando essa narrativa dias e dias e dias e dias.
02:46E a coisa foi tão construída, foi tão alicerçada que hoje não tem forma ou sentir.
02:51E eu sei que quanto mais a gente se defende, mais a gente é cercado.
02:56Infelizmente, hoje, fazer parte da magistratura não é mais incertoso.
03:01É crime.
03:02É crime hoje você ser fluídico.
03:04Porque você segue, como eles falam, penduricalhas, fervas, cada vez mais fervas e mais fervas e mais fervas e mais
03:11fervas,
03:11para não fazer nada.
03:13Quando a gente sabe que todo trabalhador faz um trabalho ex-desivante.
03:18Nós não temos direito.
03:21Nós não temos direito.
03:21Nós não temos direito.
03:22Nós não temos direito.
03:23Nós não temos direito.
03:25Nós não temos direito para receber alguma gratificação.
03:28Qual direção lhes foram, vão ser contadas, já contaram.
03:32Enfim.
03:33Daqui a pouco a gente vai estar no hall daqueles funcionários que trabalham no vídeo de graça.
03:40Então, vamos lá.
03:41Vamos lá.
03:43Vamos lá.
03:44Vamos lá.
03:47Vamos lá.
03:47Vamos lá.
03:48Vamos lá.
03:49Vamos lá.
03:51Vamos lá.
03:52Vamos lá.
03:53Vamos lá.
03:54Vamos lá.
03:54Vamos lá.
Comentários