Pular para o playerIr para o conteúdo principal
O presidente Ferdinand Marcos Jr. anunciou a declaração de estado de emergência energética nacional nas Filipinas, diante dos riscos ao fornecimento de combustível e à estabilidade do setor energético. A medida foi adotada em meio às tensões provocadas pela guerra no Oriente Médio, que impactam diretamente rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz.

Imagens: AFP
Acesse o site: https://em.com.br / https://uai.com.br
SE INSCREVA EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: https://www.youtube.com/@PortalUai
Siga o Portal UAI nas redes sociais:
Instagram - https://instagram.com/estadodeminas/
Twitter - https://twitter.com/em_com/
Facebook - https://www.facebook.com/EstadodeMinas/

#filipinas #enerfia #guerra

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00Um estado de emergência energética nacional foi declarado nas Filipinas por conta dos
00:06riscos relacionados ao fornecimento de combustível provocado pela guerra no Oriente Médio.
00:11Em comunicado nesta terça-feira, o presidente do país, Ferdinand Marcos, afirmou que a
00:16medida está relacionada ao perigo iminente que o conflito representa para a disponibilidade
00:21e a estabilidade do abastecimento de energia.
00:23As Filipinas, de 116 milhões de habitantes, enfrentam frequentes apagões e dependem da
00:29importação de hidrocarbonetos para manter suas usinas em funcionamento.
00:33Os custos de energia na nação do Sudeste Asiático estão entre os mais elevados da região.
00:39Antes do anúncio presidencial, a secretária de Energia, Sharon Garin, havia indicado que
00:44poderia tentar aumentar a produção de energia elétrica por meio das usinas a carvão.
00:48Atualmente, cerca de 60% da eletricidade girada nas Filipinas é proveniente do carvão, uma
00:54fonte de energia com elevadas emissões de carbono.
00:58Grande parte da Ásia está exposta à crise energética causada pelos ataques de Israel e
01:03dos Estados Unidos contra o Irã.
01:04De acordo com a autoridade dos Estados Unidos, mais de 80% do petróleo e do gás natural liquefeito
01:10que passam pelo Estreito de Hormuz, bloqueado pelo conflito, tem os países asiáticos como destino.
Comentários

Recomendado