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  • há 2 dias
Jô e Fábio trocam insultos e provocações na novela A Gata Comeu

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Transcrição
00:00A Dona João mandou o senhor esperar.
00:02Ah, pois não. Obrigado, eu espero.
00:03O ensaio já acabou. As crianças estão tomando sorvete.
00:06Também, então. Obrigado.
00:07Diz que alguém venha saber
00:10Escondo um mistério
00:13Boa tarde.
00:14Boa tarde.
00:16A sua filha ainda não terminou de tomar o lanche.
00:19Ah, pois não.
00:20Eu espero aqui, então. Eu vou ler o jornal enquanto isso.
00:23Podia me sentar?
00:25Pode.
00:25Muito obrigado. Com licença.
00:37Amanhã as crianças vão ensaiar no palco.
00:41No palco?
00:42Eu já ouvi, eu não sou surdo.
00:44Não é surdo, mas é burro.
00:48Então, só vou te mandar as crianças.
00:50Pode deixar aqui. Eu mesmo vou levar.
00:53Ótimo.
00:54Na que hora, assim?
00:55A hora de sempre.
00:57Eu podia saber quando é que vai acabar essa palhaçada toda?
01:02Teatro não é palhaçada.
01:03Teatro é cultura.
01:05Eu sei. Eu respeito muito o teatro quando ele é levado a sério.
01:08Mas é que de vez em quando aparecem certos abacaxis com rótulo de teatro.
01:12É.
01:13De vez em quando também aparecem certos abacaxis aí com rótulo de professor.
01:17Por favor, não vamos começar, né?
01:18É, você é quem começou.
01:21O que você está precisando é casar, sabe?
01:24Olha aqui, eu vou me casar porque eu quero, está me ouvindo?
01:27Mas se casar é porque você arranjou um trouxa com o nome de Rafael.
01:53Meu nome é Oscar, tá vendo?
01:55Eu sou viúvo e o meu conversivo está ali atrás, abertão, esperando pela gente.
02:00Só que dá uma voltinha.
02:01A dona Conceição está chamando o senhor.
02:03Ah, quem é a Conceição?
02:04É a mulher dele.
02:06Palhaço.
02:07Com uma vergonha na cara, coroa eu, hein?
02:08Não, não, espera aí.
02:09Olha aí, engano mesmo.
02:11Olha aqui, ô garoto.
02:12Quando eu estiver passeando, eu não quero que ninguém me aborresse, está ouvindo?
02:15Dá no pé, seu pilão.
02:18Quem que disse isso?
02:19Ô Coca, o filho do professor.
02:22Ué, ele se enganou.
02:23Eu não chamei ninguém.
02:28Oi, Coca, cadê seu pai?
02:30O dia chegou?
02:33Cuca, eu estou falando com você, responde.
02:36Cadê seu pai?
02:36Não sei.
02:37Não gosto de menino mal educado.
02:40Ih, vai mal.
02:42Não, senhora, vai muito bem.
02:45Foi de casamento, educa esse moleque.
02:47Me chamar de moleque?
02:48O Cuca não é moleque não, dona Paula.
02:50É, mas está aparecendo.
02:52Eu não sei o que deu nele de repente.
02:54A Anaíba, o Cuca estava tão bonzinho.
02:56E você também.
02:57É, você mudou, cuca.
02:58E você também.
03:00É, só umas palmadinhas de lugar certo, que essa malcriação desaparece logo.
03:03A senhora não vai bater nele, não.
03:07Pai, a Paula não me chamou de moleque.
03:09É, e você é, né?
03:10E você é uma tarada.
03:11É isso que é isso.
03:13Vamos lá pro quarto.
03:13Vamos lá, vamos lá.
03:14Vamos lá na cozinha que eu vou dar um suquinho pra vocês.
03:16Vamos lá, vamos lá.
03:17Paula, não liga não, meu amor.
03:19Como que não liga?
03:20Ele me ofendeu.
03:21Pode deixar que eu castigo ele.
03:23Eu fico sem falar com ele.
03:25Só isso?
03:26Pra ele não existe pior castigo que esse, Paula.
03:29Ele me chamou de tarada.
03:31Você é besteira.
03:32Ele nem sabe o que é isso.
03:32Deve ter ouvido por aí, pela rua.
03:34Ai, olha assim, fica muito difícil, viu?
03:36Eu preciso ter autoridade com essas crianças, Fábio.
03:40Autoridade completa.
03:41Que menina.
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