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  • há 15 horas

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Transcrição
00:00Os estados investem em tecnologia no combate à violência contra a mulher,
00:05como pedidos de proteção pelo celular e botão de pânico.
00:08Mas a epidemia de feminicídios expõe a dificuldade de garantir a segurança das vítimas.
00:15E na Baixa da Santista, infelizmente, não é diferente.
00:19Um dos casos mais recentes é o de Thaís Rodrigues Rocha de Oliveira,
00:23de 34 anos, que foi assassinada por estrangulamento e agressões físicas
00:28no Dia das Mulheres, em Praia Grande, pelo marido Pedro Biratã de Oliveira, de 40 anos,
00:35que alegou que cometeu assassinato após uma suposta traição.
00:40E outro foi da cuidadora de idosos, Catiana de Oliveira Santos, de 40 anos,
00:45que foi morta a tiros em Praia Grande.
00:48O caso é tratado como feminicídio.
00:51Segundo a polícia militar, o autor dos disparos seria o companheiro da vítima,
00:56que fugiu após efetuar os disparos.
01:00E na maioria dos casos, os agressores costumam usar a justificativa
01:04de que sofrem de problemas psiquiátricos.
01:07A psiquiatra Ana Paula explica como é realizada essa avaliação para o diagnóstico correto.
01:14Através da medicina, ela vai ter que fazer pela psiquiatria forense,
01:18que isso avalia se ela tem ou não um transtorno psiquiátrico.
01:22Ele pode falar que tenha, mas ele tem que passar por uma avaliação de um psiquiatra.
01:26Se ele tiver um problema psiquiátrico, a gente tem que chegar à conclusão
01:29se ele tem a capacidade de entender o ato que ele cometeu.
01:32Porque isso também, não só por ter um problema psiquiátrico,
01:35ele fica livre de pagar pelo ato que ele cometeu.
01:39O problema psiquiátrico não tira ele dessa culpa.
01:43O feminicídio é um crime que preocupa as autoridades.
01:46E dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública
01:50indicam um recorde histórico em 2025,
01:53que consolidou o maior número de feminicídios desde a classificação do crime,
01:59com uma média alarmante de quatro mulheres assassinadas por dia.
02:04O novo sistema de segurança deve ampliar a proteção das vítimas.
02:08O registro do crime vai ser feito imediatamente pela Polícia Militar,
02:13já no primeiro atendimento da ocorrência,
02:15sem que a vítima seja obrigada a se deslocar até a delegacia.
02:19A Polícia Militar está à disposição e atende as mulheres vítimas de violência doméstica,
02:24principalmente através do canal de atendimento 9-0,
02:26o telefone de emergência e o aplicativo SP Mulher Segura.
02:30Nas ocorrências de urgência em que ela está em risco,
02:33a viatura é encaminhada imediatamente para o local dos fatos
02:36e lá consegue interromper esse ciclo de violência que ela é submetida.
02:40Na presença do agressor, este é preso em flagrante, conduzido à delegacia,
02:46ou nas situações em que ele não mais se encontra no local.
02:49Todo o registro do fato é elaborado e as medidas protetivas,
02:54se ela se requisitar, serão realizadas.
02:57O projeto piloto, que começa no dia 30 de março, aqui no município de Santos,
03:02visa justamente facilitar esse registro da ocorrência.
03:06Além de políticas públicas, a denúncia também ajuda no combate desse crime que assola a sociedade.
03:12Muitas vezes a mulher não tem oportunidade de ligar, por se sentir ameaçada, coada,
03:17ou mesmo não identifica a situação que ela se encontra.
03:21E aí essa ligação de testemunhas, de pessoas presenciárias,
03:25estão presenciando essa violência,
03:28é de suma importância que seja feita a ligação via 190.
03:30O que é a presenciária?
03:30O que é a presenciária?
03:30O que é a presenciária?
03:31O que é a presenciária?
03:31O que é a presenciária?
03:31Obrigado.