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  • há 11 horas
Em entrevista ao programa Show Diário, os artistas comemoram um ano de parceria e debatem o uso do conhecido VS em suas apresentações.

Categoria

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Música
Transcrição
00:00Rapaz, eu sempre gostei da música.
00:02E sempre foi da área do forró, viu?
00:04Porque mãe dava uma saídinha, deixava eu em casa de castigo.
00:08Aí eu pegava o DVDzinho e colocava Desejo de Menina,
00:12aqueles forrozão e ficava curtindo em casa, né?
00:15Aí mais pra frente, eu ia lá pro meu primo Naldinho,
00:18vocês sabem quem é, né?
00:19A gente colocava os playbacks lá, ficava brincando.
00:22Aí o pessoal foram incentivando, né?
00:25Mas eu sabia que não era verdade.
00:27Não, rapaz, aí grava um CDzinho, grava umas músicas que dá certo.
00:31Eu disse, é, eu vou fazer.
00:32Aí deu certo, comecei a...
00:35Eu fitei um grupinho de forró com o meu amigo tecladista Johnny Teclas.
00:39Foi o primeiro projeto, o André Matheus?
00:42Foi, foi o primeiro.
00:43Era André Matheus e eu não recordo o nome da banda.
00:47Aí depois a gente foi lá pra Neidamara, misturou a forrozeira
00:50e daí seguiu pra frente.
00:52E aí, como foi, ou como tá sendo, na verdade,
00:55essa parceria com o DJ Ramon,
00:57um cara que a gente já conhecia durante,
00:59na verdade, muito tempo, né?
01:02Fazendo essa parte de mixagens,
01:05essa parte, o pessoal ainda hoje lembra, viu, Jamon?
01:09Do dance mix, né?
01:11Fazia essa balada.
01:12E daí, como foi juntar o forró com essa pegada do DJ Ramon?
01:18Foi interessante?
01:19Agrada hoje muita gente?
01:21Agrada bastante.
01:22Agrada bastante e Ramon é um cara que, acho que todo mundo sabe,
01:27é um cara muito batalhador, ele sempre corre atrás, entendeu?
01:30E a gente tá sempre tocando aí e tá dando certo até agora.
01:33O pessoal tá aprovando.
01:35DJ, e aí, como foi que surgiu essa ideia de DJ Ramon acostumado à balada,
01:41né?
01:42A essa pegada da balada e falar assim, chegar a um ponto de dizer,
01:48rapaz, eu toco a balada e na balada eu já toco forró.
01:51Mas eu penso em colocar alguém pra cantar ao vivo.
01:55Foi mais ou menos assim que surgiu essa ideia, Ramon?
01:58Foi, foi mais ou menos assim.
01:59Porque assim, eu não vejo como um DJ tocar forró.
02:02Não sei se você me entende.
02:04E daí eu comecei a conhecer alguns cantores,
02:07vem com o sistema de VS, né?
02:09Que agora é VS.
02:10Sempre foi.
02:11E daí, a questão do forró, eu digo, rapaz, vamos fazer uma coisa.
02:14Já que eu já toco a balada, então nada melhor que colocar um cantor no horário do forró.
02:18E daí, quando eu coloquei o cantor, as pessoas,
02:20ei, quanta o contrato e tal.
02:22Eu digo, rapaz, vamos dividir?
02:23Fica o contrato como DJ e o cantor, e o contrato como cantor.
02:27E aí foi que deu certo.
02:29Entendeu?
02:29Que nesse caso antes, como você sabe, era Antônio e Albatista, né?
02:31Desde o início.
02:32Rapaz, é o que a gente sempre comentou nos grupos, né?
02:35Essa questão do VS, ela vem modificando pelo sentido de a falta de músicos,
02:40de uma certa forma.
02:41E nesse caso, vem a questão de tecladinha,
02:43que é muito difícil hoje em dia você conseguir um músico para tocar.
02:46E o VS, de uma certa forma, ele já vem pronto, né?
02:49Então, ali já elimina um músico,
02:51que nesse caso é complicado se conseguir um músico para trabalhar, né?
02:54Hoje em dia.
02:55Então, a questão do VS, ela revoluciona nesse sentido.
03:00Revoluciona nesse sentido.
03:00Quase não sai.
03:01Nesse sentido.
03:02Então, hoje a questão do VS, ela tem essa febre exatamente por isso, sabe?
03:07E as pessoas aprovaram, né?
03:10Até porque se não fosse bom, hoje não tem vários...
03:13Ninguém colocava, né?
03:14Só existia banda, justamente, pé duro, como a gente fala, né?
03:18Isso, um instrumento, né?
03:19Que assim, que a gente não está tirando também o mérito das bandas pé duro,
03:22as bandas que tocam.
03:23Na verdade, se é um VS, a gente não está tirando o mérito de jeito nenhum.
03:26Pelo contrário, eu acho muito massa.
03:27Mas, infelizmente, é como o Jay Ramon falou, infelizmente, a precisão fez a situação.
03:33Eu acho, eu sempre falo isso, porque foi literalmente.
03:36A precisão fez a situação, né?
03:39Eu acho que não só eu, mas muitos cantores da Cidade de Cajazeiras,
03:43muitos músicos da Cidade de Cajazeiras eram contra, na verdade, essa pegada de VS.
03:47Mas, assim, depois da pandemia, ficou tudo mais difícil pra gente, como você falou,
03:52até conseguir músico.
03:53E assim, Ramon, eu acho que um show fica perfeito.
03:56É um show perfeito.
03:59É um show sem bico.
04:01É praticamente o VS substituir o tecladista, não o teclado, né?
04:04Como a gente comentou agora.
04:05E assim, e a gente, quando o Ramon falou do VS substituir um tecladista,
04:13não é bem dessa forma, porque a gente vê vários tecladistas, né?
04:17Que trabalham com VS e que fazem ali o órgão.
04:21Eu acho mais interessante, porque dali ele tirou, na verdade, todo o trabalho que tinha.
04:27Eu lembro que eu tocava com o Tiago e com o Segundo também, com o Dalvan.
04:33E a gente, quando era pra montar repertório, meu amigo, era um trabalho pesado.
04:37Eles passavam dias e dias pegando o repertório, montando alguma coisa.
04:41E hoje não. Hoje a gente pode até comprar, né?
04:45Hoje você compra o VS, monta ali, deixa tudo pronto, coloca uns volumes ali.
04:49E o tecladista, e sem contar, eu estou falando pra você, sem contar da qualidade,
04:53sem contar do show perfeito, né, André?
04:57Hoje a gente pode falar que é um show perfeito, né, Ramon?
05:00É perfeito, porque assim, como eu falei pra você, é bem aceitável.
05:04E não é de hoje que a gente trabalha com VS, né?
05:06Porque desde quando o Antônio fazia parte da equipe, né?
05:10A gente já era com VS e já foi bem aceitável.
05:13A André sempre trabalhou com teclado, não foi André?
05:15Com as bandas e tudo. Não teve com a questão do VS.
05:17E se adaptou. E está dando certo até hoje.
05:19Tanto que a gente está aqui a um ano já, né?
05:21Sem contar, pessoal, que assim, o pessoal criou um mito, né,
05:24do VS e do playback baixado pelo YouTube.
05:29Mas não é bem assim, né?
05:31Vocês têm que prestar muita atenção nisso também, nessa diferença.
05:35Né? VS baixado no YouTube é uma coisa.
05:39Playback baixado no YouTube é uma coisa.
05:42E o VS é outra coisa totalmente diferente.
05:46Exatamente. Você percebe pela qualidade.
05:48Primeiramente, você percebe pela qualidade.
05:50Isso.
05:50Né? Pela qualidade.
05:52Os holomes, todos à mesma altura.
05:53E assim, o pessoal tem que ter esse mito, né, André?
05:57Acabar com isso, né, André?
05:59Passa pro André.
06:00E aí, André? O que é que você acha?
06:01Rapaz, eu acho uma besteira.
06:05Hoje em dia está normal isso.
06:07Ninguém reclama mais, não.
06:09Mas antigamente, se o caba ouvir, se você toca no VS numa casa de show,
06:14não chamava mais, não.
06:16Mas hoje em dia está normal.
06:18André Matheus, eu vi o programa Chama Diário.
06:20E a pegada, forrozeira.
06:23Chama.
06:26Chama.
06:26Ô, forrozinha.
06:28Agora o forrozinha, agora o viu, pra cada um.
06:29Chama.
06:33A rocha que ela gosta.
06:36Chama.
06:38Samba, lança.
06:46E todo o tempo, quando houver pra mim, é pouco pra dançar com meu vizinho numa sala de ribo.
06:52Mas todo o tempo, quando houver pra mim, é pouco pra dançar com meu vizinho numa sala de ribo.
06:56Porque eu já falei que todo o tempo, quando houver pra mim, é pouco pra dançar com meu vizinho.
07:02E todo o tempo, quando houver pra mim, é pouco pra dançar com meu vizinho numa sala de ribo.
07:07E quando houver pra dançar com meu vizinho, é pouco pra dançar com meu vizinho numa sala de ribo.
07:44E quando houver pra dançar com meu vizinho, é pouco pra dançar com meu vizinho numa sala de ribo.
08:04E quando houver pra dançar com meu vizinho, é pouco pra dançar com meu vizinho numa sala de ribo.
08:20E quando houver pra dançar com meu vizinho, é pouco pra dançar com meu vizinho.
08:52E quando houver pra dançar com meu vizinho, é pouco pra dançar com meu vizinho.
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