00:00E a inteligência artificial pode estar sendo usada na guerra, Estados Unidos e Irã, agora de 2026.
00:06Em ambos os países já existem grupos de estudos acadêmicos que se dedicam para trazer tecnologias de inteligência artificial
00:13com fins militares, como por exemplo o projeto Maven dos Estados Unidos e a tecnologia área sendo utilizada no Irã.
00:21Mas como de fato a IA pode estar sendo utilizada nessa guerra?
00:24E aqui eu vou te trazer 20 possibilidades. A primeira é justamente a análise de inteligência em tempo real,
00:31onde a inteligência artificial pode cruzar milhares de dados militares em segundos para identificar ameaças.
00:38Segunda possibilidade, processamento de imagens de satélite, onde os algoritmos detectam movimentações suspeitas de modo automático.
00:46Terceira possibilidade, reconhecimento facial estratégico, onde foca na identificação de indivíduos de interesse em zonas sensíveis.
00:54Quarto ponto, identificação automática de alvos de sistemas, onde identificam padrões e alvos militares.
01:01Quinta possibilidade, priorização algoritma de ataques, onde a IA calcula quais objetivos têm maior impacto estratégico.
01:09Sexta possibilidade, drones automáticos, onde as aeronaves ajustam e executam missões com mínimo de intervenção humana.
01:16Sétima possibilidade, enxames de drones coordenados, onde vários drones podem operar de forma sincronizada.
01:23Oitava possibilidade, defesa anti-missil com machine learning, em que sistemas aprendem padrões de lançamento e melhoram contra interceptações.
01:34Nona possibilidade, simulações preditivas de batalhas, onde os modelos interceptam cenários antes de decisões reais.
01:41Simulação.
01:42E décima possibilidade, guerra cibernética, onde os ataques podem alterar em alta velocidade
01:47e evitar que os sistemas computacionais dos inimigos possam detectar esses tipos de ataques cibernéticos.
01:56E também os ataques cibernéticos são automatizados, tanto de modo ativo, como também de modo defensivo,
02:03utilizando a inteligência artificial.
02:06Então, gente, pense uma coisa.
02:08Hoje em dia, as guerras, elas são guerras híbridas.
02:11O que significa guerras híbridas?
02:13As guerras, elas não acontecem só nas trincheiras, onde um exército em sua artilharia acaba indo para o fronte,
02:20seja com mísseis, seja com soldados também.
02:23Nós vimos nessa semana as notícias que, em primeiro lugar, os Estados Unidos utilizaram lá os seus navios
02:29posicionados no Golfo Pérsico, no Mar Vermelho, no Oceano Índico,
02:35para poder atingir ações, atingir as tropas ou pontos estratégicos no Irã.
02:41Só que isso é um modelo de guerra convencional.
02:45Até chegar nesse nível, as guerras, como elas são híbridas, elas passam por guerras de narrativa,
02:52guerras utilizando também métodos não convencionais, métodos não autorizados, utiliza espionagem.
02:59Nós temos tanto a CIA quanto também Israel utilizando o Mossad para trazer informações estratégicas
03:05sobre posições do Irã.
03:06E o Irã também tem o seu departamento de inteligência para, de modo preventivo,
03:12detectar, trazer informações sobre como poderiam ser os pontos de ataques.
03:15Mas nós não podemos esquecer que existem também as guerras cibernéticas,
03:19que é um dos pontos das guerras híbridas,
03:22onde as guerras cibernéticas focam em tentar identificar onde que estão essas posições,
03:28esses tipos de ataques que eu trouxe para você,
03:30e alimentar as guerras convencionais.
03:34As guerras híbridas, por meio das guerras cibernéticas,
03:38podem inclusive interromper o processamento de informações do exército inimigo.
03:44E hoje, em tempos de inteligência artificial,
03:46as guerras híbridas, de modo cibernético, podem também estar muito mais rápidas.
03:51Como eu sempre falo, a inteligência artificial não é mais inteligente que o ser humano,
03:56mas ela é mais rápida e pode também ser utilizada em cenário de guerra.
04:01E essa é a dica da coluna de tecnologia e segurança Davis Alves,
04:07aqui da nossa Jovem Pan Premium.
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