Em uma das maiores festas de rua do país, trabalhadores relatam empurra-empurra, agressões e assédio
Em uma das maiores festas de rua do país, o avanço dos blocos pelas avenidas de Belo Horizonte depende do trabalho dos cordeiros, responsáveis por segurar a corda que delimita o espaço da bateria e do trio elétrico. Sem eles, o desfile não anda.
No cortejo do Beiço do Wando, no segundo dia de carnaval, a reportagem registrou empurra-empurra, tentativas de furar a corda e discussões ao longo do trajeto.
Imagens: Quéren Hapuque
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