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  • há 5 minutos

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Transcrição
00:00É difícil, né? Então, você tem a organização que já tem a liberdade, que hoje é reconhecida internacionalmente,
00:07está apresentando a Calha da Bahia, de Salvador, né? Que não adianta você ser.
00:13Está vários, eu te dou na cidade, terra de negro, não sei o que, e o negro sempre é vilão,
00:19né?
00:20Sempre que o Código Giovanni só serve para fazer o coeficiente de eleição.
00:24Então, eu fico muito feliz de ver esse processo, né? Esse projeto se proliferar pelo Brasil.
00:34Hoje você tem blocos atos pelo Brasil quase todo.
00:38Essa revolução dos tambores está no mundo, tá?
00:42Está onde você chega, tem gente jovem que foram formada aqui, que moram fora do Brasil e que dão continuidade,
00:48trabalham percussivo.
00:50O número de turistas de ver o que vem através dos blocos atos aqui, esse reconhecimento ainda está muito difícil,
00:57né?
00:57Tanto do governo estadual como do municipal.
01:02Sempre tratado com, na hora de contratar os blocos da banda aí, sempre são caixas de dois dígitos, então é
01:12muito difícil.
01:13Então, para você botar um bloco desse tamanho na rua, é muito.
01:16Hoje o carnaval chama-se carna-negócios, então você acabou o tempo que a gente reuniu uma turma para sair
01:23brincando.
01:24Hoje é tudo profissionalizado.
01:26O trabalho, a manutenção da CED, os projetos sociais que são envolvidos, que isso era para ser feito pelos governantes,
01:34em vez de investir em armamento, em viaturas, tinha que fazer, fortalecer.
01:40E tomar essa iniciativa e também fortalecer as entidades que fazem isso.
01:45Porque isso é que tira a juventude salvo, a juventude salva o vivo.
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