O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, é o convidado do programa Em Minas, da TV Alterosa, Portal Uai e Jornal Estado de Minas.
Na entrevista, ele fala sobre a sua relação com o carnaval da capital mineira, a importância da festa para a cidade e comenta temas ligados à gestão municipal.
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Categoria
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NotíciasTranscrição
00:00Música
00:00Olá, sejam muito bem-vindos. Está no ar o programa em Minas, da TV Alterosa,
00:20Portal Uai, Jornal Estado de Minas. O nosso convidado de hoje, o prefeito de Belo Horizonte,
00:25Álvaro Damião. Álvaro, bem-vindo mais uma vez ao programa em Minas.
00:29Obrigado a vocês pelo carinho, pelo convite para poder falar do mais Belo Horizonte do Brasil.
00:34Exatamente. Eu já começo falando sobre carnaval, né? Porque afinal de contas o carnaval já começou em Belo Horizonte.
00:39Primeira pergunta que eu te faço, você gosta de carnaval?
00:42Apaixonado pelo carnaval, né? Não é desse agora só, é do carnaval da história.
00:46A minha história, ela se identifica com o carnaval de Belo Horizonte.
00:49Eu sou uma daquelas crianças que com 10, 12, 11, 12 anos ficava ali na rua Jacuí,
00:54esperando o bloco que ia para a Praça 7 passar pela Jacuí, passar de frente para a gente.
01:00O meu sonho era um dia estar ali num bloco daquele, tocando tamborim.
01:03Hoje eu estou prefeito da cidade, coordenando tudo isso, toda essa festa, para mim é muito bacana.
01:08Nós já vamos falar sobre essa festa, mas eu te pergunto também, para você,
01:11o carnaval de Belo Horizonte é realmente o melhor do Brasil?
01:15É o melhor, é o carnaval de rua mais seguro do Brasil, de todas as capitais.
01:21Ano passado nós não tivemos nenhuma ocorrência grave, né?
01:25Então mostra o quanto a gente se prepara para poder fazer um carnaval seguro.
01:29É o carnaval da mulher, é o carnaval que a mulher é, o que ela quiser, veste a roupa que ela quiser.
01:34A gente deixa isso bem claro, a gente pede essa segurança, mas lembrando que
01:37a prefeitura conta muito com a colaboração do povo.
01:42Então eu tenho que agradecer.
01:43Não é só agradecer a polícia militar, agradecer a guarda municipal, é agradecer
01:47ao povo que colabora, né?
01:49Porque as pessoas colaboram também para que a gente tenha um carnaval seguro, é o que
01:52eu preciso e quero mais uma vez.
01:54Fazer um carnaval seguro para todo mundo se divertir.
01:57Tem algum detalhe relacionado à segurança que tenha sido melhorado ou que tenha estado
02:02diferente este ano comparado ao ano passado?
02:04Não, não melhorado.
02:06É claro que a gente vai aprimorando algumas coisas, né?
02:08A gente vai identificando alguns pontos que a gente precisa.
02:12Eu lembro que ano passado, o bloco do Alok, ele foi um fenômeno.
02:18E aquele fenômeno pegou muita gente de surpresa.
02:20Inclusive a própria prefeitura, porque você não imaginava um milhão de pessoas na Afonso
02:25Pena, né?
02:27Mas a gente não teve nenhum problema.
02:30Mas nós tivemos que abrir as portas do parque municipal para não acontecer de alguém
02:35ser esmagado ali, porque era muita gente.
02:36Para dar fluxo, né?
02:37Então, esse ano, por exemplo, já vai ter pessoas preparadas ali para poder abrir.
02:41Não vai precisar de ninguém.
02:42Não vai precisar de eu ficar em cima do trio pedindo para abrir os portões do parque
02:46municipal.
02:47Já vai ter uma equipe preparada ali para fazer isso, se preciso for.
02:50Agora, vamos falar desses grandes nomes.
02:51Você citou aí que no ano passado teve o trio do Alok, né?
02:54Que também foi criticado por ser um grande nome da música invadindo o Carnaval de Belo
02:59Horizonte.
02:59Você acha que realmente esse espaço que o Carnaval de BH tem dado e tem aberto para
03:04esses grandes nomes da música brasileira, isso atrapalha o Carnaval de Rua dos Pequenos
03:08Blocos, por exemplo?
03:09Não, desculpa.
03:10Eu não concordo quando você fala que ele foi criticado.
03:12Foi criticado por meia dúzia de pessoas.
03:13Foram algumas pessoas que ele criticaram.
03:15A maior parte das pessoas elogiaram, né?
03:1898%, 99% elogiou a festa que tivemos na Afonso Pena.
03:24Algumas pessoas criticaram o fato dele ser um artista nacional.
03:27A Prefeitura não envolveu dinheiro público naquilo.
03:31O Alok veio de graça para a Prefeitura, fez um evento maravilhoso na Afonso Pena e
03:37nós não tivemos custo com isso, né?
03:39Ninguém está invadindo o Carnaval de ninguém.
03:41Até porque eu nunca invadi o Carnaval de Abaeté.
03:43Você invadiu o Carnaval de alguém?
03:45Porque você saiu daqui sem invadiu algum Carnaval?
03:47Você passou aonde?
03:48Você não passou em Diamantina algumas vezes?
03:49Você não passou em Abaeté?
03:51Você não passou em Pompéu?
03:52Você invadiu o Carnaval deles?
03:53Não, ninguém invade o Carnaval de ninguém.
03:55O Carnaval é feito para as pessoas, para o povo.
03:58E os cantores da mesma forma.
04:00Mas por que eles não cantavam antes, Álvaro?
04:02É porque não tinha proporção, Carol, que tem agora.
04:05Agora eles querem por quê?
04:06Porque cresceu de tal forma que todo mundo quer a visibilidade do Carnaval.
04:11Aí você vai fazer o quê?
04:11Você vai trancar o Carnaval?
04:13Ele não pode vir um cantor nacional para poder tocar aqui?
04:17A Prefeitura não vai fazer investimento financeiro nisso, né?
04:21Mas vai receber.
04:22Vai receber, assim como recebe os daqui.
04:23O que nós estamos fazendo é parceria com esses grandes cantores também.
04:28Se você perceber, o que cantou agora sábado, na Praça da Estação, tinha um bloco nosso lá,
04:35convidado por um bloco nosso.
04:36Nós estamos fazendo essa interação entre os blocos de Belo Horizonte e os grandes artistas.
04:42Mas não é proibir o grande artista de tocar aqui.
04:45Não é favorecer o grande artista desfavorecendo os que fizeram o Carnaval.
04:50Não é isso. A gente não faz isso.
04:52A gente valoriza os que estão aqui.
04:54Nós não tivemos um grande patrocínio como tivemos ano passado.
04:57Ano passado nós fizemos um investimento nos blocos.
05:00Esse ano, o que você pensa?
05:02Se não tem o grande patrocínio, o investimento não vai ser o mesmo?
05:04Sim.
05:05Não, pelo contrário.
05:06A Prefeitura foi lá e investiu a mesma coisa.
05:08Só que agora com o dinheiro da Prefeitura.
05:10Porque a Prefeitura entende que esses blocos menores, os blocos de Belo Horizonte,
05:15precisam desse aporte da Prefeitura para poder sair.
05:17Inclusive, falando sobre isso, alguns blocos pequenos do Carnaval de BH,
05:21eles têm relatado a dificuldade de estar no páreo para receber a verba, o subsídio da Prefeitura.
05:28O que você fala para esses pequenos blocos que não conseguem ser agraciados com esse dinheiro,
05:32com esse valor do Carnaval?
05:33O Carnaval é um dinheiro público que você não pega e dá para bloco, não.
05:38Você tem que participar de um processo.
05:40Esse processo é feito através de um processo formal dentro da Prefeitura.
05:45Ninguém escolhe o bloco que vai dar e eu vou dar tanto para isso, vou dar tanto para aquele.
05:49O bloco que não consegue o aporte da Prefeitura é porque ele não tem documentação necessária.
05:54E aí o que ele tem que fazer?
05:55Ele tem que ter toda a documentação, se cadastrar para receber.
05:59Nós dividimos entre aqueles cadastrados que podem receber.
06:03Ninguém fica de fora.
06:04Agora você tem que participar de todo o processo.
06:06Não é eu querer dar para o seu bloco um X e dar para aquele outro bloco um Y.
06:11Não é assim que funciona.
06:12Mas nós dividimos entre todos os blocos.
06:15Blocos caricatos, escola de samba, tudo que nós temos em Belo Horizonte é privilegiado pela Prefeitura.
06:21A Prefeitura faz os investimentos.
06:23Mas tem também aqueles que recebem uma cota e acham que aquela cota não é suficiente.
06:28E eu entendo isso também.
06:30Mas eles têm que entender que nós não conseguimos pagar tudo que o bloco precisa.
06:34É por isso que a Prefeitura busca o quê?
06:37Patrocinadores.
06:38E os blocos têm que fazer o quê?
06:40Também buscar patrocinadores.
06:41É isso que a gente pede, principalmente para os menores.
06:44Vai no cara da padaria, eu tinha um bloco.
06:46Eu tinha um bloco na Concórdia.
06:48Vai no cara da padaria.
06:49Eu não recebia dinheiro público.
06:51Eu não recebia, depois passei a receber o bloco que eu fundei.
06:54Que eu fundei não, que eu sou um dos que participavam lá na Concórdia.
06:58Ele não conseguia.
06:59Depois ele passou a conseguir.
07:00Por quê?
07:00Porque ele foi obedecendo todo o processo que tem que ser feito para você poder receber a verba pública.
07:06E você considera que o Carnaval, comparado com o ano passado, esse ano, ele teve melhorias significativas?
07:13Quais seriam elas?
07:14Por exemplo, a questão dos ambulantes.
07:16Esse ano a gente já percebeu, até pela entrega da credencial, que os próprios ambulantes disseram que foi aberto um espaço maior e a organização estava diferente.
07:25Então, citei aqui um, este é um ponto.
07:27E quais seriam outros pontos que o Carnaval, deste ano, está melhor comparado ao ano passado?
07:30Você vai aprimorando, Carol.
07:32Você vai percebendo, por exemplo, você envolve 14 mil pessoas, aproximadamente, que são os credenciados para poder trabalhar no Carnaval.
07:40E você vai aprimorando, você vai encontrando um lugar melhor para poder receber uma multidão, para poder trabalhar com elas, né?
07:47Muitos reclamaram no ano passado que, ah, nós somos obrigados a vender a cerveja da cervejaria que está patrocinando.
07:55E a gente explicava, isso é só no circuito, gente.
07:57E essa cervejaria que está patrocinando, ela vai dar para vocês um kit que vai ser muito legal.
08:03Aí falaram, não, a gente prefere ficar sem o kit.
08:05Tá bom, o que a prefeitura fez esse ano?
08:06Não vamos brigar por cervejaria, não vamos ficar correndo malucamente atrás de cervejaria, mas não teve o kit.
08:13Aí eles reclamaram que não tem o kit.
08:14Ah, não tem o kit.
08:15Falei, mas vocês não falaram que não era para ter a cervejaria?
08:19E vocês não sabem que quem dá o kit é a cervejaria?
08:23E tem um detalhe.
08:24Você acha que é fácil?
08:25Imagino que estar à frente da prefeitura já não deve ser, de uma forma geral, inclusive o Carnaval.
08:31Para você ter uma ideia, a minha preocupação com essas pessoas, nós vamos ter, para aquelas que catam material reciclável,
08:39o pessoal da Asmari, daqueles movimentos ali, nós vamos ter creches.
08:44Para poder acolher as crianças dessas mães que trabalham nas ruas, catando material reciclável, porque eu tenho preocupação com elas.
08:51Os kits que não tivemos esse ano, porque não tivemos uma grande cervejaria patrocinando, dando esse kit,
08:57nós vamos trabalhar para que no próximo ano a prefeitura dê o kit, sabe?
09:01Só não dá para poder fazer na última hora, né?
09:03Porque aí fica muito caro, aumenta demais o preço.
09:05Mas a gente vai trabalhar para que no ano que vem, você vai ter um kit com a marca de Belo Horizonte e da Belotur.
09:10Não vai precisar de cervejaria bancária.
09:11E nem todos os ambulantes que receberam ali o ok no cadastro foram retirar a credencial, ainda tem esse detalhe.
09:17É, e tem aqueles que foram retirar e depois queriam vender a credencial.
09:20É duro também, é muito difícil, né?
09:21É difícil.
09:22Já colocamos a Guarda Municipal, agradecer a parceria com a Polícia Civil, com a Polícia Militar,
09:27para identificar aqueles que estão vendendo.
09:29Quem vende e quem compra imediatamente, ele está fora de qualquer processo de entrega de credencial durante o meu mandato.
09:36Já fica um recado aí, pessoal.
09:37Prefeito, ó, primeiro bloco a gente encerra por aqui.
09:39A gente vai para um rápido intervalo, a gente volta já já.
09:42E seguimos falando ainda sobre Belo Horizonte, sobre o Carnaval.
09:46Você não saia daí que a gente volta já já.
09:47E aí
09:53E aí
09:57E aí
10:02E aí
10:04E aí
10:05E aí
10:06Estamos de volta com o programa em Minas.
10:21O convidado de hoje é o prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião.
10:25Carnaval já acontecendo na capital.
10:27Porque o carnaval aqui não é só naqueles diazinhos, não.
10:30Já começou dia 31.
10:31Mas a gente segue conversando um pouco mais, prefeito,
10:34porque esse mês, dia 13, o senhor completou 10 meses à frente da Prefeitura de Belo Horizonte.
10:39Vamos falar um pouquinho da política, vamos falar um pouquinho do que já foi feito.
10:42O que o senhor considera como ações positivas já feitas nesses 10 meses até agora?
10:47Adoção do anel rodoviário, né?
10:49Adoção do anel rodoviário é uma responsabilidade da Prefeitura cuidar.
10:53Lembrando que tem uma parte dele que ainda não é da Prefeitura.
10:56E é justamente a parte que nós estamos tendo problema lá.
10:59É do DENIT ainda.
11:00E é da Cristiano Machado até a saída para Sabará.
11:03Ali ainda é do DENIT.
11:04Mas mesmo sendo do DENIT, eu não vou falar para o povo de Belo Horizonte.
11:09Ah, não é nosso, então pode continuar o buraco lá.
11:11Não, já mandamos consertar.
11:13Já estamos arrumando aquela baixada, aquela água que inunda ali perto de São Gabriel.
11:17Nós estamos fazendo aquilo ali.
11:18O anel rodoviário hoje é outro.
11:20Mas não sei quantas toneladas de lixo já foram retiradas dali.
11:24Nós tivemos chuvas fortes esse ano.
11:26Quer dizer, mais do que chuvas fortes, nós tivemos temporais em Belo Horizonte esse ano.
11:31E foram no mínimo sete, pelo que nós apuramos.
11:34No mínimo sete.
11:35Nenhuma ocorrência daquelas que a gente tinha.
11:38A Tereza Cristina está lá do mesmo jeito.
11:40A Vilarinho está lá do mesmo jeito, graças a Deus.
11:44A Bernardo Vasconcelos, ali perto do Minashopem, está lá do mesmo jeito.
11:48Com todos esses temporais, nenhuma ocorrência registrada em deslizamento nas encostas da periferia de Belo Horizonte.
11:59Nenhum deslizamento.
12:00Tudo isso para nós é conquista que a gente tem para poder falar delas.
12:05Inclusive eu entrar um pouquinho nesse quesito chuva, porque a gente está num período onde as chuvas, a tempestade, ela vem mais forte.
12:12Belo Horizonte se preocupa nesse momento com esses temporais?
12:15O prefeito não dorme. Se alguém te perguntar, você pode falar.
12:18O prefeito não dorme. O prefeito fica preocupado. Por quê?
12:22Porque você não sabe. Você não sabe o que vem.
12:24Nós temos que nos preparar para fortes chuvas, para temporais.
12:28Mas se vier três, nós estamos preparados, mostramos que estamos.
12:32Vieram sete. E nós não perdemos ninguém até agora por causa das chuvas em Belo Horizonte.
12:36Alguma área mais crítica atualmente?
12:38Não, a gente...
12:38Risco geológico mais forte?
12:39O risco geológico maior são nas encostas, porque Belo Horizonte é uma cidade de morros, né?
12:45Então as encostas, onde estão pessoas que moram nessas encostas, é a nossa preocupação.
12:50Nossa preocupação é com vidas.
12:51Claro que nós também preocupamos com o bem material daquele que tem a loja invadida por água, né?
12:57A gente não quer isso.
12:58Mas nós contabilizamos vidas.
13:00Nenhuma vida perdida por causa da chuva.
13:02E nós tivemos temporais muito mais fortes do que tivemos no ano passado.
13:06Ou seja, passamos, pelo menos por enquanto.
13:09Eu falo por enquanto porque você não sabe o que vai ser hoje à noite.
13:12Você não sabe o que vai ser amanhã.
13:14Mas nós mostramos que estamos preparados para as fortes chuvas em Belo Horizonte.
13:18Vamos falar um pouquinho sobre saúde.
13:20Como é que está aquela questão, a pendência sobre o repasse do dinheiro aos hospitais filantrópicos
13:25que estão reclamando aí dessa demora no repasse da verba?
13:28Resolvido.
13:28Resolvimos ontem.
13:29Ontem, sexta-feira, estive na Câmara de Vereadores agradecer ao presidente Juliano
13:33e a todos os outros 40 vereadores e vereadoras da Câmara.
13:37A Câmara fez um aporte, uma devolução de 72 milhões para a Prefeitura de Belo Horizonte.
13:43A Prefeitura poderia fazer o quê?
13:44Colocar esse dinheiro onde ela quisesse.
13:46É ela que administra isso.
13:47Eu posso colocar na educação, posso colocar na saúde, eu posso colocar em qualquer lugar.
13:50Mas o que eu fiz?
13:51Peguei todo esse dinheiro para colocar na saúde.
13:54Não só paguei tudo o que devia ao pessoal do Hospital Filantrópico, por exemplo,
13:59como antecipei o pagamento que estava marcado para ser feito no último dia do mês.
14:03Foi tudo pago ontem, inclusive as bonificações.
14:08Porque bonificação é uma coisa, você dever é outra.
14:13E aí a gente vai ter que conversar com os hospitais filantrópicos.
14:16Porque bonificação não é obrigação.
14:18Bonificação não é obrigação.
14:20Você dá bonificação se você pode bonificar.
14:23Agora, você não pode ficar contando, Carol.
14:26A empresa teve lucro no ano tal.
14:28Aí você distribuiu lucros com os funcionários.
14:32Você não pode cobrar aqui no próximo ano?
14:34Ah, não, mas eu ganhei isso ano passado.
14:36Mas dessa vez não tenho.
14:38Você quer que eu faça o quê?
14:39Só que os hospitais colocaram, alguns deles, colocaram isso na folha deles.
14:44E quer que a gente pague a bonificação da mesma forma como era pago antes.
14:48Mas por que era pago antes, prefeito?
14:50Porque tinha dinheiro sobrando.
14:52E por que tinha dinheiro sobrando?
14:53Porque vem sobrando desde a pandemia.
14:56Ano passado, o prefeito Fuad teve dificuldade, muita dificuldade, para dar essa bonificação.
15:01Esse ano já está mostrado bem claro que essa bonificação é inviável para a prefeitura.
15:06Nós temos que trabalhar com a nossa realidade.
15:08Bonificação tem que ser dada quando eu posso dar.
15:11Não é você contar com a bonificação porque mês passado ou ano passado eu consegui te dar.
15:15Então, para a gente encerrar esse assunto, ainda há necessidade de uma conversa com os hospitais?
15:19Não, já foi tudo pago.
15:21Sobre isso nós vamos conversar depois do carnaval.
15:23Nós vamos nos reunir, nós vamos nos reunir com os hospitais para poder ver quais são as dificuldades deles.
15:29Eu não quero, eu quero ajudar os hospitais.
15:31Nós queremos, nós somos parceiros dos hospitais.
15:34O que nós vamos conversar depois do carnaval é sobre essa parceria.
15:37O que eu estou fazendo para você é problema?
15:40E eu vou te falar também o que é problema para mim nessa parceria.
15:43Quais são as suas dificuldades?
15:44E eu vou te mostrar quais são as minhas dificuldades.
15:47Para a gente poder manter uma parceria e que essa parceria seja saudável.
15:51Não posso é você ficar contando com o dinheiro que eu não tenho e me obrigando a pagar uma coisa que eu não sou obrigado a pagar.
15:57E isso eu não posso continuar mais.
15:58Vamos mudar de assunto, transporte público gratuito, domingos e feriados.
16:03Vai completar dois meses?
16:04Completou dois meses.
16:05E aí, já dá para saber se aumentou o número de passageiros?
16:0840%.
16:0840% aos domingos.
16:10E como a prefeitura vê isso, está positivo, 100%?
16:14Positivo demais, positivo demais.
16:16É o que eu falei.
16:17A gente faz o que a gente consegue fazer.
16:19Eu não posso prometer para as pessoas uma coisa que eu não vou conseguir fazer.
16:22Eu não posso brincar com o dinheiro público.
16:25Eu não posso dar ônibus de graça de segunda a domingo porque eu não tenho condições para isso.
16:30A prefeitura não tem condições de bancar isso.
16:33Sou a favor?
16:34Sou.
16:34Do ônibus de graça?
16:35Sou.
16:35Mas tem que ter participação do governo federal para poder pagar essa conta.
16:40Porque a prefeitura não paga.
16:41Ah, mas o empresário que tem 10 não sei o que vai pagar.
16:44Não, não vai pagar.
16:45Ele vai sair da cidade.
16:46Ele vai sair da cidade e não vai querer pagar isso.
16:48Então, essa conversa aí já está mais do que superada.
16:51Aos domingos você pode?
16:52Posso.
16:54Posso.
16:55Já estava definido o que eu podia.
16:56Nós fizemos todo um trabalho para poder definir.
16:59E isso era um sonho.
17:01De eu dar isso para o povo de Belo Horizonte.
17:02Porque eu sou uma daquelas crianças que não podia ir para o parque municipal no final de semana
17:07porque não tinha dinheiro para levar todo mundo.
17:10Eu quero que a pessoa vá para a igreja que ela quer ir no domingo.
17:13Ela não vai porque ela não tinha dinheiro para pagar o ônibus.
17:16Eu quero que ele vá para o parque no domingo porque ele não ia, porque agora ele pode ir porque o ônibus é de graça.
17:21Eu quero ajudar essas pessoas.
17:22E falando nesses passeios, temos agora o Capivarã na Lagoa da Pampulha.
17:26Isso foi um ponto positivo.
17:27Como é que está a lagoa realmente navegável?
17:28A tábua de carne já está flutuando.
17:31Da última vez que o senhor esteve aqui, a gente falou inclusive sobre essa questão da lagoa,
17:35que o pessoal tinha falado sobre um possível cheiro.
17:37Você explicou que não era a lagoa em si.
17:39Está lá.
17:39Está lá, está navegável.
17:41E está positivo também esse passeio?
17:42Não perca essa oportunidade.
17:44Quem foi, são 98% de aprovação, gente.
17:47A aprovação do Capivarã, pelas pessoas que vão, na hora que saem, são entrevistadas pela Belotur.
17:54Não tem praticamente ninguém que fale que não é legal, que fale que tem cheiro.
18:00Nós estamos cuidando da lagoa, nós estamos preservando a lagoa, mas nós estamos mudando o olhar para a lagoa.
18:07A lagoa da Pampulha, no meu mandato, não é instrumento político.
18:11Ninguém vai usar a lagoa como sempre usou instrumento político.
18:14Chega na época de eleição, fica prometendo limpar a lagoa.
18:16Ou fala que a lagoa está suja ou promete limpar a lagoa.
18:20Na época de eleição.
18:21Não, eu não falei nada.
18:22Eu prometi barco para alguém?
18:23Não prometi.
18:24Eu prometi que ia limpar?
18:25Não prometi.
18:26O que eu fiz?
18:27Limpei e o barco está lá.
18:28Agora vamos falar sobre a Praça 7.
18:31Como é que está a transformação da Praça 7 na Times Square, Belo Horizontina?
18:36Para quem não sabe, a Times Square é uma praça muito famosa em Nova Iorque, com painéis luminosos.
18:41E aí?
18:42Como é que está esse projeto?
18:43É trazer tecnologia para a nossa cidade, sabe?
18:45É melhorar o ambiente do centro da cidade.
18:48É dar luminosidade.
18:50Quando você ilumina a cidade, você dá segurança.
18:54Você está preocupado com segurança pública, você está preocupado com quem tem loja no centro.
18:58Você quer requalificar o centro da cidade.
19:01E esse é um dos pontos.
19:02Tem muita coisa acontecendo.
19:04Nós vamos ter um novo centro a partir de agora.
19:06Porque eu enxergo os bairros que estão ali próximos do centro como centro.
19:10Eles têm que ser tratados, pelo menos na forma de administrá-los, como centro.
19:15Barro Preto não é centro?
19:17Concorde não é centro?
19:17Eu morei na Concorde.
19:18Sabe quantos minutos a pé da minha casa, lá de onde eu morava, até a Praça 7?
19:2314 minutos.
19:24Se eu ando 14 minutos, estou no pirulito da Praça 7, eu moro ou não moro no centro?
19:27É, praticamente no centro.
19:29Então é isso.
19:30Nós temos que ver isso.
19:31Nós temos que trazer mais prédios para esses locais.
19:34Para quê?
19:35Para fazer com que as pessoas morem no centro.
19:38Porque o centro já tem toda a infraestrutura.
19:40Ele já está montado, esperando para morar lá.
19:43Mas não pode morar num lugar que estava abandonado.
19:45Prefeito.
19:46A gente precisa encerrar o programa da televisão.
19:49Mas a gente vai seguir, para você que nos acompanha, com um bloco exclusivo no YouTube do Portal White.
19:54Convido para nos fazer companhia até lá.
19:56Agora, para a gente encerrar aqui na televisão, lembrando, a íntegra desta conversa vocês
20:00acompanham amanhã no Jornal Estado de Minas.
20:02Agora, para a gente encerrar, convida o Fulhão de Belo Horizonte para te ver na rua.
20:06Aproveitar hoje.
20:07Eu estou indo nos blocos, eu estou passeando.
20:09Eu vou por dois motivos.
20:11Vou porque gosto, vou por causa do carnaval.
20:13Mas vou com o olhar de prefeito também, para saber o que está certo e o que está errado.
20:16Convidar.
20:17Venha para o melhor carnaval do Brasil.
20:18O mais seguro de Belo Horizonte.
20:19Obrigada, pessoal.
20:21E até o próximo em Minas.
20:22Te vejo no YouTube, hein?
20:23Até lá.
20:24Tchau.
20:24Tchau.
20:25Tchau.
20:26Tchau.
20:27Tchau.
20:28Tchau.
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