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  • há 12 horas

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Transcrição
00:00Nós podemos falar que antes da pandemia, e até alguns anos depois,
00:04o criminoso, ele usava da tecnologia para mandar, por exemplo, uma mensagem para as vítimas
00:09se fazendo passar pela mãe ou pelo filho daquela vítima.
00:13A pessoa não ia se atentar, ia fazer uma transferência bancária,
00:16mas a gente está falando aqui de uma mensagem, geralmente por escrito, que a pessoa recebia.
00:20Agora, a tecnologia avançou e é possível, e está acontecendo isso,
00:25que você receba, por exemplo, uma ligação da voz.
00:28E a voz vai ser uma voz muito parecida do ente seu, do seu filho, da sua mãe, pedindo dinheiro.
00:35Mas a tecnologia está avançando mais, e nós temos casos já na delegacia,
00:40vários boletins de ocorrência, que os criminosos se fazem passar pelas próprias pessoas,
00:45com o que nós chamamos de deepfake.
00:47Ou seja, é o criminoso com o rosto de uma pessoa famosa, do seu filho,
00:53de um apresentador de jornal, pedindo, por exemplo, valores para uma doação,
00:57para uma campanha, ou o seu filho pedindo dinheiro para você, por exemplo,
01:01para arrumar algo que só você saiba, ou que seja da profissão do seu filho, por exemplo.
01:06A tecnologia está aberta para todas as pessoas praticarem o bem,
01:10ou, se eventualmente quiserem, praticarem crimes.
01:13Nas redes sociais, por exemplo, nós temos muitos dados,
01:16inclusive, inclusive, voz das vítimas, vide das vítimas,
01:21e isso pode ser utilizado, por exemplo, com um app que rapidamente pega o seu rosto,
01:25cria um avatar seu, e o criminoso pode utilizar, por exemplo, para pedir dinheiro.
01:29Ou seja, não tem que ser uma expertise em tecnologia para você ter acesso a essas tecnologias.
01:35E os criminosos, assim como nós, também têm acesso a essas tecnologias,
01:38mas acabam utilizando para práticas criminosas.
01:41Quando a gente fala de golpes em que as pessoas se façam passar por familiares,
01:45o mais antigo que a gente pode lembrar é aquele golpe que a pessoa,
01:48que o criminoso ligava para a sua casa e falava,
01:50papai, estou sendo sequestrado.
01:52Isso acontecia muito na década de 90 e no início dos anos 2000.
01:55Você, sabendo que era um golpe, não ia fazer transferência,
01:58apesar da voz que você estava escutando ser muito parecida, às vezes, com um familiar seu.
02:04Nesses casos em que o criminoso está usando tecnologia,
02:06e você acredita que está falando com seu filho, com certeza, ainda isso é possível,
02:11o telefone que vai ser utilizado é um telefone diferente.
02:14Você tem o telefone do seu filho, você pode desligar aquela ligação
02:17e entrar em contato com o seu familiar através do número verdadeiro,
02:21fazer uma videochamada.
02:22Em todo caso, se você tiver alguma dúvida, vá presencialmente,
02:27ou na casa do seu familiar, ou falar com a sua gerente do banco,
02:31porque presencialmente ainda não tem nenhum tipo de golpe.
02:36Não tem nenhum tipo de golpe, não tem nenhum tipo de golpe.
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