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  • há 15 horas

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Transcrição
00:00O jeito mais rápido da Rússia penetrar as nossas defesas navais é navegando do Ártico até o Atlântico Norte.
00:07Esta é a nossa presença militar no Ártico.
00:12Estas eram as posições militares no Ártico da Rússia em 1995.
00:18Hoje, infantaria, marinha, radar, busca e resgate, defesa aérea, a maior concentração desde a queda soviética.
00:30Aqui é onde perdemos os submarinos russos mais sofisticados no Atlântico Norte por três semanas.
00:38Aqui é onde encontramos o submarino Loxarque, que nós só percebemos porque ele pegou fogo.
00:43Nós não sabemos quantos mais tem, mas achamos que estão por aqui, aqui, aqui e aqui.
00:51Isto é Cregan.
00:54Você sabe o que é isso?
00:56Uma base de submarinos nucleares na Escócia.
00:58Todo o armamento nuclear do Reino Unido é guardado em Cregan.
01:02Por isso, são uma das nove potências nucleares.
01:05Além disso, é a única base da Europa que deixamos os nossos submarinos.
01:11É o último lugar onde temos alguma chance de detectar um submarino russo antes que ele entre no vasto Atlântico rumo a Nova Iorque.
01:18Cregan é o maior alvo no teatro de guerra europeu.
01:22A Escócia odeia as armas.
01:26Eles odeiam os excessos nos ingleses.
01:28Mas o que odeiam mais ainda é ter um alvo na testa deles.
01:33Se a Escócia tivesse ficado independente...
01:36Teriam fechado a base.
01:39Na mesma hora.
01:41Quando tiramos nossas forças da Islândia, a atividade dos submarinos russos disparou, assim como as excursões aéreas.
01:47E quando tiramos as brigadas de combate da Europa...
01:51Adivinha?
01:52A Rússia anexou a Crimeia.
01:55Seria possível os Estados Unidos se darem ao luxo de perder a base na Escócia?
02:00Não.
02:00A Rússia anexou a Crimeia.
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