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  • há 1 dia
Na Universidade Federal do Pará (UFPA), a comunidade vive em conjunto com diversas espécies de animais silvestres, como tatus, macacos, capivaras, serpentes, iguanas e aves, os quais têm o local como habitat natural. Para conservar a fauna presente na instituição, o programa “ConViva” atua no monitoramento e no cuidado com as espécies por meio de projetos e atividades, além da divulgação científica realizada nas redes sociais, promovendo a conscientização. A preservação dos animais nos seus habitats é essencial para a manutenção do ecossistema.

REPORTAGEM: BRUNO ROBERTO (ESPECIAL)
IMAGENS: IGOR MOTA

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Transcrição
00:00Hoje a gente não é mais um projeto, nós somos um programa, pelo tempo de atuação, pela área de atuação, o Convivo é um programa que tem um papel importante na conservação da fauna e na conscientização da importância de conservar essa fauna, que começou aqui dentro da universidade e atinge hoje a vários setores da sociedade.
00:25A gente faz exposições para conceitizar a sociedade em geral.
00:31Esse programa foi estabelecido em 2021, mas ele está funcionando desde 2019.
00:37Em 2021 a gente teve um acidente ofídico dentro da universidade e a gente foi solicitado para fazer um trabalho dentro aqui da universidade para saber por que aconteceu esse acidente.
00:52E ao mesmo tempo a gente já vinha trabalhando com a fauna em geral, não só de serpentes.
00:59E esse foi o pontapé inicial para que a gente pensasse num projeto mais estruturado de conservação e também de conscientização e convivência entre a fauna e as pessoas que circulam dentro da universidade.
01:14Já que aqui é um ambiente de várzea, ambiente que tem floresta, beira de rio, é um ambiente muito bonito, muito arborizado, mas que a gente também tem que aprender a lidar com a fauna que também existe aqui dentro.
01:28E que a gente tem que aprender a respeitar essa fauna e evitar qualquer tipo de conflito entre a fauna e as pessoas que circulam.
01:35A gente tem alguns subprojetos dentro do programa, que o primeiro deles é o monitoramento da fauna.
01:42A gente tem hoje dois projetos que estão monitorando as capivaras que ocorrem aqui dentro, tem um grupo de capivaras crescente, né?
01:52E a gente também está monitorando a erpetofauna, que é o estudo de serpentes, lagartos e anfíbios, tá?
02:00E futuramente a gente vai continuar com o monitoramento de outros animais.
02:03Esse é um ponto, esse trabalho nos deu base para verificar os pontos, os pontos de maior encontro de animais silvestres, incluindo as serpentes.
02:17A gente tem dois pontos, os pontos onde a gente encontra o maior número de fauna silvestre e fizemos um exclusivamente para encontros de serpentes.
02:27E aqui dentro da universidade hoje a gente colocou algumas placas de sinalização pedindo atenção do pedestre para ficar atento ao encontro da fauna de qualquer animal, incluindo as serpentes.
02:44Então quando a gente caminha aqui dentro a gente tem que ter um certo cuidado para evitar qualquer tipo de acidente.
02:50O Fundo Vivo é composto por uma equipe que vai desde voluntários, graduandos e pós-graduandos.
02:56Então a gente tem um cronograma onde a gente se organiza para a pessoa se programar, fazer um post.
03:03E a gente tem uma organização quanto a esses post.
03:06A gente tem mais ou menos uns seis quadros que a gente publica as coisas lá, como por exemplo o Vinta da Fauna, os Ameaçados, o Égua da Potoca.
03:14E cada quadro tem um objetivo que é abordar uma ideia específica.
03:20Por exemplo, o Égua da Potoca, a gente vai desvendar uma potoca sobre algum animal.
03:24Por exemplo, Os Morcegos São Cegos, onde a gente discute esses aspectos sobre os animais.
03:29Bom, a gente realmente formou um roteiro e a gente, como a gente tem uma equipe grande,
03:34a gente vai basicamente vendo quem tem adaptação para quem falar, não tem nada assim.
03:38A gente utiliza esse roteiro para fazer um guia dentro do vídeo, mas a gente realmente deixa essa questão de ser um pouco mais natural
03:47para que a gente consiga falar de um tema e que a gente fica confortável a aprender mais sobre esse tema.
03:52E isso a gente utiliza algumas ferramentas, como a rede social, que é uma questão que a gente utiliza muito o Instagram,
03:57para chegar em várias pessoas.
04:00Inclusive a gente tem um acesso, acesso não, a gente tem um alcance fora de Belém.
04:03E é esse o nosso objetivo, tanto que a gente conseguiu fazer, chegar até no Congresso de Zoologia daqui do Brasil,
04:11para que a gente consiga meter essa questão desse trabalho que a gente faz aqui e essa produção da ciência.
04:15A gente utiliza a potência que as redes sociais têm para atingir uma gama maior de pessoas.
04:20Então a gente entra com a ideia de propagar a ciência e as redes sociais ajudam,
04:25fazendo com que essa ciência chegue a diversas pessoas e a diversos públicos
04:29em uma linguagem acessível e clara para as pessoas também.
04:33Legenda Adriana Zanotto
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