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  • há 3 meses
Esta é a história de duas irmãs, unidas pelo sangue... e por um segredo tão obscuro que poderia separar sua família para sempre. Tudo começou com um olhar. Um toque. Uma palavra sussurrada na calada da noite. O que veio a seguir foi algo que nenhuma delas jamais esperava... Foi amor? Um erro? Ou algo muito mais perigoso?


. Mas, atenção: depois de ouvir o que aconteceu naquela noite, você nunca mais verá os laços entre irmãos da mesma forma.
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👉 O que VOCÊ faria se estivesse no lugar delas?

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⚠️ AVISO LEGAL: Esta história é apenas para o público adulto e é baseada em supostos eventos reais (nomes e detalhes foram alterados para privacidade). Recomenda-se fortemente a discrição do espectador.
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Curtas
Transcrição
00:00A luz amarela do abajur de cabeceira derramava-se sobre a cama de casal desarrumada,
00:05criando sombras suaves nas paredes claras.
00:08O som baixo da TV, um reality show ou uma comédia romântica qualquer,
00:14preenchia o silêncio entre as duas,
00:17misturada ao zumbido distante do ventilador no canto do quarto.
00:21Clara, a mais velha, de 29 anos, estava encostada na cabeceira,
00:26as costas apoiadas em dois travesseiros macios.
00:30Vestia uma camisola de algodão cinza claro, larga e desgastada pelo tempo,
00:35com as mangas dobradas até os cotovelos e o decote levemente caído de um ombro,
00:41revelando a alça branca de um sutiã sem aros.
00:45Suas calças de moletom pretas, finas e puídas,
00:48moldavam-se as pernas cruzadas na altura dos tornozelos,
00:52os pés descalços afundados no edredom felpudo.
00:54Ao seu lado, Marina, a caçula de 18 anos, deitava-se de bruços,
01:00a cabeça apoiada no antebraço dobrado,
01:03os dedos brincando,
01:05distraidamente com uma mecha do próprio cabelo,
01:08castanho escuro.
01:09Usava uma camiseta oversized roubada do armário da irmã mais velha,
01:15como sempre menos branca,
01:16com estampa desbotada de uma banda menos e shorts de pijama curto,
01:21azul marinho,
01:21que deixava as coxas à mostra.
01:24As pernas esticadas,
01:25uma ligeiramente dobrada sobre a outra,
01:28revelavam a pele clara,
01:29salpicada aqui e ali,
01:31por minúsculas marcas de mosquitos,
01:33ou arranhões de gata.
01:35Os pés,
01:36pequenos e descalços,
01:38balançavam no ar,
01:39como se buscassem um ritmo para a música ambiente.
01:42No meio de uma cena banal na TV,
01:44risadas enlatadas,
01:46um close em um ator exagerado.
01:49Os dedos de Clara,
01:50deslizaram sem aviso pela perna de Marina.
01:52Não foi um toque casual,
01:54daquele tipo que se dá,
01:56quando se ajusta um cobertor,
01:58ou empurra gentilmente para dividir espaço.
02:01Foi intencional.
02:02A mão esquerda da mais velha é quente e seca,
02:04as palmas levemente ásperas,
02:06como quem lava muita louça,
02:08ou trabalha com papéis.
02:09Ousou subir desde o tornozelo da irmã,
02:12traçando um caminho lento,
02:14pela panturrilha.
02:15Onde a pele era mais macia,
02:17quase aveludada.
02:18Marina congelou.
02:20Os dedos que brincavam com o cabelo,
02:22pararam no ar.
02:23Ela não virou a cabeça.
02:26Não queria que Clara percebesse seu sobressalto.
02:28Mas seus olhos,
02:29antes preguiçosos,
02:31arregalaram-se por um segundo,
02:33fixos na tela,
02:35sem enxergá-la.
02:36Seus dedos continuaram,
02:38agora com a ponta dos polegares,
02:40massageando em círculos suaves,
02:43a parte de trás do joelho de Marina.
02:45Menos um ponto,
02:46que sem querer,
02:48fez a mais nova estremecer.
02:50Era um gesto maternal,
02:52quase clínico,
02:53como se a irmã mais velha estivesse checando uma dor,
02:56ou um inchaço.
02:57Mas havia algo estranho naquilo.
02:59A pressão era firme demais,
03:01os movimentos demasiado meticulosos,
03:04como se Clara estivesse memorizando a textura da pele da irmã.
03:07A maneira como os músculos se contraíam sob seus dedos.
03:10Os dedos de Clara subiram mais um pouco agora na coxa,
03:16onde a pele era mais sensível.
03:18A mão direita juntou-se,
03:19esquerda,
03:20e por um momento,
03:22as duas envolveram a perna da mais nova,
03:25como se medissem sua temperatura.
03:26Os polegares pressionaram levemente a parte interna da coxa,
03:31não o suficiente para machucar,
03:33mas o bastante,
03:35para que Marina sentisse o calor da irmã,
03:38através da fina barreira do tecido do short.
03:41Era um toque íntimo,
03:44quase invasivo,
03:46mas carinhoso de uma forma que confundia.
03:49Seu corpo inteiro estava tenso,
03:51como uma corda de violino prestes a arrebentar.
03:54Ela não sabia se deveria se afastar,
03:57se deveria rir,
03:58e dizer que estava com cócegas,
04:01se deveria deixar.
04:02A mão de Clara desceu novamente,
04:05desta vez acariciando a perna toda
04:08em um movimento longo.
04:09Dos dedos dos pés até a borda do short,
04:12como se realizasse um tecido imaginário.
04:15O coração de Marina batia forte.
04:18Ela sentia cada centímetro daquele toque,
04:20menos a rugosidade das cutículas da irmã,
04:24a umidade sutil das pontas dos dedos,
04:27o peso da mão mais velha sobre sua pele.
04:30Era estranho.
04:31E então,
04:32tão abruptamente quanto começara,
04:34Clara retirou as mãos.
04:36Vou apagar a luz.
04:37Daqui a pouco,
04:39disse.
04:39A voz normal agora,
04:41como se os últimos minutos
04:42fossem fruto da imaginação de Marina.
04:46Marina assente,
04:47ainda sem olhá-la.
04:48Sua perna formigava
04:49onde fora tocada.
04:51Ela puxou o edredom até a cintura,
04:54como se precisasse de uma barreira,
04:56e virou-se de lado,
04:58fingindo que procurava uma posição
04:59mais confortável para dormir.
05:01A luz do abajur havia sido apagada,
05:04deixando apenas o brilho azulado da tela
05:06a iluminar o ambiente,
05:08projetando sombras alongadas nas paredes.
05:11Marina ditu-se de lado,
05:13encostada na beirada da cama,
05:16enquanto Clara,
05:17atrás dela,
05:18ajustou o corpo para se acomodar
05:20como uma concha protetora.
05:22O edredom,
05:23pesado e macio,
05:24cobriu as anunca azul quente
05:26que isolava o mundo exterior.
05:27Clara próximo-se,
05:29seu corpo moldando-se
05:31às costas de Marina.
05:32Um braço deslizou
05:33por baixo do pescoço da irmã,
05:35enquanto o outro
05:36envolveu sua cintura,
05:38puxando-a suavemente
05:39para mais perto.
05:40Marina sentiu o calor
05:41do corpo da irmã,
05:43a respiração lenta,
05:45irregular,
05:46de Clara,
05:48contra sua nuca.
05:49Era um abraço familiar,
05:50algo que já haviam feito
05:51incontáveis vezes
05:53ao longo dos anos.
05:54Um gesto de carinho,
05:56de proteção,
05:57de irmandade.
05:58Os dedos de Clara,
06:00que antes repousavam
06:01inocentemente
06:02sobre o abdômen de Marina,
06:04começaram a se mover.
06:06Era um toque leve,
06:07quase imperceptível,
06:09como se ela estivesse
06:10traçando padrões invisíveis
06:11na pele da irmã.
06:13Marina congelou.
06:14Seu corpo,
06:15que antes estava relaxado,
06:17tencha-nuz-se
06:18instantaneamente.
06:20Os dedos de Clara
06:20deslizaram em círculos lentos,
06:22contornando o umbigo de Marina
06:24com uma precisão
06:26que parecia quase clínica.
06:28Uma,
06:29duas,
06:30três vezes.
06:32Marina
06:32prendeu a respiração.
06:34Seu estômago
06:35contraiu-se,
06:37como se estivesse
06:37se preparando
06:38para algo desconhecido.
06:40Ela tentou se convencer
06:41de que era apenas
06:42um gesto casual,
06:44um movimento inconsciente
06:45de Clara
06:45enquanto adormecia.
06:47Mas os dedos continuaram,
06:49traçando o mesmo caminho,
06:51insistentes,
06:53como se estivessem
06:54memorizando
06:55cada curva,
06:56cada recanto
06:57da sua pele.
06:58Ela não queria
06:58soar
06:59alarmada,
07:00não queria que aquilo
07:01se tornasse algo maior
07:03do que talvez
07:04fosse para...
07:06Os dedos pararam
07:07por um segundo,
07:08como se Clara
07:09tivesse sido puxada
07:10de volta à realidade.
07:12Mas então,
07:13depois de uma pausa
07:14que pareceu
07:15uma eternidade,
07:17eles recomeçaram,
07:18desta vez com uma
07:19pressão um pouco maior,
07:21como se estivessem
07:22testando limites.
07:24O que que você está fazendo?
07:25Marina perguntou.
07:27Sua voz agora
07:27com um tom mais firme,
07:30mas ainda hesitante.
07:31Ela não queria
07:31soar agressiva,
07:33não queria magoar Clara,
07:35mas aquele toque
07:36a fazia formigar,
07:38como se pequenos
07:39choques elétricos
07:40estivessem
07:41percorrendo
07:42seu corpo.
07:42Clara,
07:44para...
07:44Desta vez,
07:45sua voz foi mais firme,
07:48quase um comando.
07:49Ela tentou
07:49se afastar levemente,
07:52mas o braço
07:52de Clara
07:53ao redor
07:54de sua cintura
07:55a manteve no lugar,
07:57não com força,
07:59mas com uma persistência
08:01que a deixou
08:02ainda mais insegura.
08:03Os dedos
08:04continuaram a circular,
08:06agora
08:06com uma lentidão
08:08deliberada,
08:08como se Clara
08:09estivesse explorando
08:10algo que não deveria.
08:12Marina sentiu
08:13seu coração acelerar,
08:14suas mãos suarem.
08:16Ela não entendia
08:17por que Clara
08:17estava fazendo aquilo,
08:19porque aquele toque
08:20a fazia sentir
08:21tão exposta,
08:22tão vulnerável.
08:23Clara,
08:24sério,
08:25para...
08:26Sua voz tremeu
08:27novamente,
08:27desta vez,
08:29com uma nota
08:29de desespero.
08:30Isso está me deixando
08:31estranha.
08:34Então,
08:34finalmente,
08:35seus dedos
08:36se afastaram,
08:37retornando a uma
08:38posição neutra
08:39sobre o abdômen
08:40da irmã.
08:41Mas o calor
08:41da sua mão
08:42ainda queimava
08:44na pele de Marina,
08:45como uma marca
08:46invisível.
08:48Desculpa,
08:49Clara murmurou,
08:50sua voz abafada,
08:52quase envergonhada.
08:54Eu não,
08:55não queria te deixar assim.
08:56E assim,
08:57entre o conforto
08:59do abraço
08:59e o desconforto
09:01do toque,
09:02as duas tentaram
09:03dormir,
09:04cada uma perdida
09:05em seus próprios
09:06pensamentos,
09:07em suas próprias
09:08inseguranças.
09:09O quarto
09:10estava mergulhado
09:11em uma escuridão
09:12quase total,
09:13iluminado apenas
09:14pela luz
09:15prateada da lua
09:16que filtrava
09:17pelas frestas
09:18da cortina.
09:19O ar era pesado,
09:21carregado com o cheiro
09:22do sabonete de lavanda
09:23que Marina usava
09:24e o perfume
09:25cítrico de Clara,
09:27que sempre parecia
09:28mais forte à noite.
09:29As duas estavam
09:30deitadas
09:31sob o edredom,
09:33o corpo de Marina
09:33ainda tenso,
09:35como uma corda
09:36esticada,
09:37prestes a arrebentar.
09:38Clara,
09:39percebendo a distância
09:40que havia se criado
09:41entre elas,
09:42se aproximou novamente,
09:44envolvendo Marina
09:45por trás
09:46com um abraço apertado.
09:47Seu corpo se moldou
09:48ao da irmã,
09:49como se quisesse apagar
09:51o desconforto
09:52que havia causado.
09:53Me desculpa,
09:54Marina,
09:55sussurrou,
09:56sua voz rouca,
09:57quase um lamento.
09:59Eu não queria
10:00te deixar assim.
10:01Você está chateada
10:02comigo?
10:03Por que você
10:03está fazendo isso?
10:05Perguntou novamente,
10:07sua voz trêmula.
10:08mas firme.
10:09Por que você
10:10me toca
10:10assim?
10:12Porque
10:12eu adoro
10:14sentir sua pele,
10:15Marina.
10:15Antes que Marina
10:16pudesse processar
10:17aquelas palavras,
10:18os dedos de Clara
10:19recomeçaram
10:20seu caminho.
10:21Desta vez,
10:23não havia
10:23hesitação.
10:24Eles deslizaram
10:25pelo abdômen
10:26de Marina,
10:27traçando círculos
10:28lentos ao redor
10:29do umbigo,
10:30como se estivessem
10:31explorando um
10:32território proibido.
10:33Marina
10:33prendeu a respiração,
10:35sentindo cada movimento
10:36como uma queimadura
10:37suave.
10:38Uma promessa
10:39perigosa.
10:40Clara.
10:41Não.
10:42Implorou.
10:43Sua voz quebrando.
10:45Por favor.
10:46Para.
10:47Mas Clara.
10:48Não parou.
10:49Seus dedos
10:50brincaram com a borda
10:51da camiseta de Marina.
10:52Como se estivessem
10:54considerando
10:54ultrapassar
10:55aquela barreira.
10:56Marina
10:56sentiu o ar frio
10:57tocar sua pele
10:58quando a camiseta
10:59foi levemente levantada.
11:02Apenas o suficiente
11:03para que os dedos
11:04de Clara
11:04pudessem explorar
11:06um pouco mais.
11:07Marina fechou os olhos
11:08sentindo lágrimas
11:10queimarem seus cílios.
11:11Clara.
11:12Eu não quero isso.
11:14Ela lutou
11:15contra si mesma.
11:17Contra as sensações
11:18que ameaçavam
11:19dominá-la.
11:19E então,
11:20sem aviso,
11:22suas mãos subiram.
11:23Os dedos
11:24de Clara
11:24encontraram os seios
11:26de Marina.
11:27Acariciando
11:28com uma ternura
11:28doentia.
11:30Como se estivessem
11:31tocando algo sagrado.
11:32Marina
11:33arqueou as costas.
11:35Um gemido
11:35abafado
11:36escapando
11:36de seus lábios.
11:38Antes que pudesse
11:39impedi-lo,
11:40seu corpo
11:40traía sua mente.
11:42Seus mamilos
11:42endurecendo
11:43sob o toque.
11:44Sensíveis.
11:45Doloridos.
11:46Como se estivessem
11:47implorando por mais.
11:49Não.
11:50Clara.
11:51Não.
11:51Marina suplicou.
11:53Sua voz trêmula.
11:54Desesperada.
11:56Por favor.
11:57Para.
11:58Isso não está certo.
11:59Mas Clara
12:00não parou.
12:01Seus dedos
12:02circularam os mamilos
12:03de Marina.
12:04Pincelando-os
12:05com uma leveza
12:06que a fazia estremecer.
12:07Cada toque
12:08era uma faísca.
12:10Cada carícia
12:10era uma queimadura
12:11que se espalhava
12:13por seu corpo.
12:14Acendendo algo
12:15que ela nunca
12:16soube que existia.
12:17Marina
12:18fechou os olhos.
12:19Lágrimas quentes
12:20escorrendo
12:21por seu rosto.
12:23Clara.
12:24Eu não quero.
12:25Marina
12:25sentiu o peso
12:26daquelas palavras.
12:28Sentiu o desejo
12:29de Clara
12:29quente e úmido
12:30como uma promessa
12:32que nunca deveria
12:33ter sido feita.
12:34Por favor.
12:35Ela choramingou.
12:37Sua voz quebrada.
12:38Isso não pode
12:39estar acontecendo.
12:40E no fundo
12:41ela sabia
12:41que nada seria igual
12:42depois daquela noite.
12:44Tchau.
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