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O homem suspeito de ter matado o deputado e ex-presidente do Parlamento ucraniano Andriy Parubiy confessou o crime, mas negou qualquer ligação com a Rússia e disse que o fez por uma ‘vingança pessoal’.

Imagens: AFP

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#ucrania #ex presidente do parlamento #vingança pessoal

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Transcrição
00:00Centenas de pessoas se reúnem no centro da cidade de Lviv nesta terça-feira para o funeral
00:06de Andri Parub, o deputado e ex-presidente do parlamento ucraniano, que foi morto a tiros
00:12no último sábado.
00:14O suspeito de assassinar o político, Mihailo Tseunikov, confessou o crime, mas negou qualquer
00:20ligação com a Rússia.
00:22Kiev garantiu na segunda-feira que o crime havia sido cuidadosamente planejado e que
00:27Moscou estava envolvido no assassinato do legislador.
00:30O político era um conhecido militante independentista ucraniano e líder dos protestos pró-europeus
00:36ocorridos no país em 2004 e 2014.
00:40Uma rádio ucraniana afirmou que o suspeito disse às autoridades que havia entrado em
00:44contato com agentes russos enquanto procurava informações sobre o paradeiro de seu filho,
00:49desaparecido na frente de batalha em 2023.
00:52Tseunikov reforçou à imprensa que tudo o que queria era um veredito rápido para pedir
00:59para se juntar a uma troca de prisioneiros de guerra com a Rússia e ir buscar o corpo
01:03do filho.
01:04Ele contou que escolheu a vítima simplesmente porque ambos viviam em Lviv, no oeste da Ucrânia,
01:10onde ocorreu o assassinato.
01:11Segundo a polícia, Parub recebeu oito disparos em plena luz do dia.
01:16O agressor confirmou que o político estava morto e depois fugiu.
01:20A imprensa russa informou que Parub era procurado pelas autoridades de Moscou desde 2023.
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