Às vésperas da abertura do Festival de Veneza, o diretor artístico Alberto Barbera destacou que a censura ameaça a produção cinematográfica em vários países e citou o Brasil como exemplo, após os quatro anos de governo Bolsonaro.
Imagens: AFP
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00:00A organização trabalhou nesta terça-feira nos últimos preparativos para o 82º Festival de Veneza.
00:07A mostra internacional de filmes começa oficialmente nesta quarta-feira, em uma noite de estrelas, passando pelo tapete vermelho da cidade italiana.
00:14Em entrevista à AFP, o diretor artístico do evento, Alberto Barbera, comentou sobre o clima político em torno da produção de cinema pelo mundo.
00:22Há muitos filmes que afrontam questões políticas relevantes.
00:52Há situações complexas a considerar. Por exemplo, o Brasil vem de quatro anos de ditadura Bolsonaro, que fez de tudo para silenciar o cinema autoral brasileiro.
01:18O mesmo, infelizmente, está acontecendo hoje na Argentina, onde o novo governo de Milley cortou todas as contribuições e está tentando silenciar vozes que se opõem ao regime.
01:27Isso está acontecendo em muitos outros países ao redor do mundo, onde a censura está se tornando cada vez mais pesada e restritiva.
01:32Isso acontece em muitos outros países ao redor do mundo, onde a censura se faz sempre mais pesada e sempre mais condicionada.
01:40Ao todo, 21 filmes vão competir pelo Leão de Ouro, o prêmio máximo do evento, que no ano passado foi conquistado por o quarto ao lado do diretor espanhol Pedro Almodóvar.
01:49Os longas passam por temas como Frankenstein, Vladimir Putin, empresários vingativos e uma guerra nuclear, por exemplo.
01:55O anúncio dos vencedores está marcado para o dia 6 de setembro.