Pular para o playerIr para o conteúdo principal
  • há 6 meses

Categoria

🗞
Notícias
Transcrição
00:00E olha, em Rio Doce, Olinda, os moradores reclamam de lixo acumulado, buraco e falta de asfalto.
00:07Tudo isso em uma rua só.
00:09A gente vai pra lá ao vivo agora, é?
00:10Carlos Simões tá pronto pra conversar com a gente já?
00:12Cadê o Carlos aqui? Vamos conversar com o Carlos.
00:14Mas, rapaz...
00:16Ô, Carlos, a gente nem abriu muito a câmera e já dá pra ver a bagunça aí atrás de você, hein?
00:20Que bagunça é?
00:21Meu amigo, isso é uma rua ou é um lixão, hein?
00:23Boa tarde, bem-vindo ao JT1, Carlos.
00:25Oi, Arthur, boa tarde pra você, boa tarde pra quem acompanha o JT1.
00:32Eu tô aqui na rua 68, no bairro de Rio Doce, Olinda.
00:35Como você disse, Arthur, a situação aqui não é nada boa.
00:38Olha só como tá esse trecho aqui que o Onildo Xavier tá mostrando pra vocês.
00:42Gente, a rua não é calçada, aí ficam, né, lama na rua, metralha, é buraco.
00:49E fora isso, é muito mato desse outro lado, é mato pra toda parte.
00:53E aí tem algumas plantas aqui que estão em pneus, né?
00:57Até tem o risco de, por exemplo, quando chover, acumular água, ter mosquito da dengue por conta desse mato que tem aí também.
01:05É uma situação muito séria.
01:06Lá na frente, a gente tá mostrando aí pra vocês que tem muito lixo acumulado.
01:12Os moradores me disseram o seguinte, tem uma moradora que mora aqui há 45 anos, mais ou menos,
01:17ela me disse que essa rua nunca foi calçada, mas que de um tempo pra cá o problema tá se agravando.
01:22Se agravando mesmo.
01:23Se agravando porque os buracos estão aumentando, a coleta de lixo não tá acontecendo como acontecia antes,
01:29com a frequência que acontecia antes.
01:31Então, de fato, é uma situação complicada aqui no bairro de Rio Doce.
01:36Eu vou conversar com os moradores, eles que podem explicar melhor pra gente toda essa situação,
01:41porque são eles que vivem com esse problema, né?
01:44Que convivem com esse problema todos os dias.
01:47Olha só, esse trecho aqui, o Onildo Xavier vai mostrar pra vocês exatamente como é que é aqui, Onildo.
01:53Olha só, né?
01:54Essa situação que é lama, água empoçada, né?
01:59Buraco.
02:00É uma tristeza.
02:01Lá na frente, lixo.
02:02É a situação que não tem como.
02:04Vou conversar com o Dona Ivone.
02:05Dona Ivone, levanta um pouquinho pra falar com a gente.
02:07Vem pra cá, por favor, Dona Ivone.
02:09Pra explicar pra gente melhor como é que é essa situação, o rapaz passando de moto aqui pela rua.
02:16Ó, Dona Ivone, a senhora tava me dizendo que tem um marido que é cadeirante, né, Dona Ivone?
02:22Como é que é, como é que ele passa por aqui?
02:24Boa tarde.
02:25É, boa tarde.
02:26Ele passa, eu tenho que ficar de costa com a cadeira, aí eu tenho que vir de costa até lá na rua 70 pra poder eu virar e a gente ir normal.
02:36Se ele passa mal, assim, de madrugada, a senhora precisa socorrer ele pra algum lugar, como é que faz?
02:42Tem que levar nas costas.
02:43Como a gente não sabe, então ajuda dos vizinhos.
02:46Ajuda dos vizinhos.
02:47Porque aqui não entra, se chamar uma ambulância, não entra.
02:51Não entra, não entra Uber, não entra nada mais aqui.
02:54Fica aqui, mas não entra, por causa do buraco.
02:56Ó, de buraco.
02:57Sempre foi assim ou ficou pior com o tempo?
02:59Ficou pior.
03:00Por quê?
03:01Porque ninguém calça.
03:04A gente volta, volta, volta.
03:05Eles vêm aqui, a gente diz, eu já falei pra um, que eu disse a ele que a gente, a quarta etapa não consta no mapa.
03:12Eu perguntei a ele se constava, porque é um absurdo aí, ó.
03:15Buraco.
03:16Ontem mesmo, eu coloquei um carro aqui, que a gente ajudou o rapaz a sair.
03:20Não entra nada aqui, nada, nada.
03:22O caminhão do lixo não passa, tudinho.
03:23Então, já quebrou cadeira, porque tudo, eu não vou estar, quando eu vou pra igreja, tem que ser de costa.
03:33Sempre de costa.
03:34E pode ver aqui, meus vizinhos todos me conhecem.
03:3640, 50 anos que a gente mora aqui.
03:38Meus filhos já casaram, chegou aqui pequeno, casou.
03:41É isso aí.
03:42Complicado demais.
03:43Obrigado, viu, Dona Ivone, pelas informações.
03:44Vou começar com mais uma moradora, porque lá na frente, a gente vê, Onil, da quantidade de lixo acumulado exatamente nesse trecho ali.
03:54Me explique uma coisa, minha amiga.
03:56Esse lixo é por quê? Não tem coleta aqui, não? É boa tarde.
03:59Boa tarde.
03:59A coleta passava e depois que começou o problema do buraco, o carro do lixo não consegue mais passar.
04:07Então, sempre houve coleta de lixo, passava no horário certo, nos dias certos,
04:12mas depois que aconteceram o problema da buraqueira, aí o carro do lixo não tem condição mais de passar.
04:18Ele é pesado e cada vez que ele passa, o buraco aumenta e a gente é quem está nessa situação.
04:23Aí quer dizer, é um problema que vai puxando outro, né?
04:26O buraco, aí depois é a questão do lixo que o caminhão não consegue passar.
04:30É só um acúmulo de problemas, né?
04:32Rua ruim, carro do lixo que não consegue passar e o lixo se acumula,
04:36e animais soltos e bagunçam o lixo, aí é assim.
04:42E a gente é quem sofre.
04:43Obrigado, viu, pelas informações.
04:44Eu vou conversar com a outra pessoa, que é comerciante aqui da área,
04:48porque ela estava me dizendo...
04:50Você me disse, foi o seguinte, por conta dessa buraqueira toda,
04:53o movimento lá no teu comércio não está legal, não?
04:55Está, não.
04:56Quando meus clientes vêm, no lugar deles virem por aqui, eles têm que arrudear,
05:01porque o meu comércio é ali na frente.
05:03Aí essa semana veio uma cliente minha, parou o carro ali,
05:07para poder chegar até ali, eu ainda ajudei ela com uma grátis cerveja
05:10para trazer até o carro dela.
05:11Complicado, né?
05:12Então.
05:13Mas perde cliente.
05:14Com certeza, muito, né?
05:16No buraco desse.
05:17E esses matos aqui, todo mês a gente tem que ajudar,
05:21assim a comunidade ajudar para poder pagar uma pessoa para ele limpar,
05:24porque senão vai ficar sempre assim.
05:26Alguém já adoeceu aqui com dengue, alguma coisa?
05:28Muita gente, criança, adulto, meus dois filhos tudo aqui nessa escola,
05:33quando está chovendo muito, eles têm que arrudear para poder chegar na escola.
05:37E me diz uma coisa, esse lixo aí atrai muito rato barato para dentro de casa?
05:43Os ratos é confundido com os coelhos, porque eles são muito grandes.
05:47Quando eu olho lá do meu comércio, que eu olho os ratos,
05:50eu penso que é um coelho de tão grande que ele é.
05:53Tem uma escola estadual, né?
05:55Ali na frente.
05:56E aí, como é que é para os alunos chegarem lá?
05:59Mas o que eu estou dizendo é que quando chove,
06:01no lugar deles virem por aqui, eles têm que arrudear para poder chegar na escola.
06:05Obrigado, minha amiga, pelas informações.
06:07Cadê o camarada que queria falar comigo?
06:09Venha cá.
06:10Venha cá.
06:11Venha-se embora.
06:12Venha-se embora falar comigo.
06:13Venha.
06:13Como é seu nome, meu amigo?
06:15Brasil, eu não sou Wesley.
06:16Wesley, a gente está ao vivo.
06:18Jornal da Tribuna, primeira edição.
06:19E eu queria entender o seguinte.
06:21A gente está na rua aqui, que é a rua da sua escola, onde vocês estudam.
06:25Para chegar lá na tua escola, o que a gente vê aqui é buraco, é lama.
06:30Tem dia que para passar por aqui não tem condição?
06:32Oxe, quando chove, meu filho, tem que tirar ali o sapato lá.
06:35Só vim.
06:36Tem que vir sem sapato, senão entra água dentro do sapato e vai chegar.
06:39E o lixo também, né?
06:40Na frente da escola.
06:41Catinga de bosta, meu filho.
06:43O cara, dentro da escola, o cara sente cheiro.
06:45O cheiro muito grande, né?
06:46Muito obrigado, viu, minha gente, pelas informações.
06:48É isso, né?
06:49Os alunos disseram que, de fato, a situação é complicada e é realmente a realidade aqui
06:54da rua 68, bairro de Rio Doce, em Olinda.
06:58Volto ao estúdio aí com você, Arthur.

Recomendado