00:00Eu sei ligado no Benilz, a manifestação que ocorre nesse momento aqui na cidade de Léus,
00:08familiares, amigos, professores, toda a cidade de mãos dadas pedindo justiça, pedindo paz
00:16depois das mortes dessas três mulheres, duas delas, professores, e aí o desabato importante
00:24dessa classe de professores e de todas as mulheres que aqui estão protestando e cobrando
00:33por mais segurança nessa cidade. A gente vai mostrando aqui a quantidade de pessoas,
00:39se você olhar, é um mar de gente do início até o final e a gente vai acompanhando de perto
00:47toda essa caminhada pelo centro da cidade, onde eles só querem paz. E lógico, que a justiça
00:54seja alcançada depois da morte dessas três mulheres.
00:57É bom que a gente está nos conhecendo aqui. Que não é uma única feminina, é uma única das
01:05conceitos, é uma única de pessoas. Porque a gente não se engana mais. Estar nas manchetes,
01:11como se a gente não se engana mais. Estar nas manchetes, como se a gente não se engana mais.
01:31Como é seu nome, minha amiga? Cláudia.
01:38Fala um pouquinho do que vocês estão sentindo e da saudade dessas duas grandes professoras
01:43que se foram. É uma dor imensa, não só para mim, como para todas as pessoas funcionárias
01:48da escola. As pessoas que não trabalhavam com elas, que não conheciam, estão também impactadas.
01:54E nós pedimos, nós clamamos por justiça nesse momento. Hoje é uma caminhada pela paz,
02:01mas é uma caminhada por justiça. Estamos pedindo justiça. Estamos sentindo amedrontadas.
02:06Não é o medo de sair de casa. E assim como eu, todas as colegas no trabalho deles.
02:14Todo mundo muito machucado, todo mundo muito sofrido. O nosso medo é muito grande, mas o nosso
02:21clamar por justiça será maior ainda.
02:24Justiça! Justiça! Justiça! Justiça! Justiça! Justiça! Justiça! Justiça! Justiça! Justiça!
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