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  • há 6 meses

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Transcrição
00:00Era por volta das 10 horas da manhã do sábado, quando o comerciante de 52 anos de idade, o José Hélio Rodrigues, foi executado com um tiro na cabeça.
00:11O crime aconteceu dentro do estabelecimento comercial, onde o José Hélio estava trabalhando.
00:17Segundo informações de familiares, o Hélio tinha alugado a lanchonete e também bar há aproximadamente 30 dias.
00:27Uma pessoa, se passando por cliente, teria chegado ao estabelecimento, pediu um lanche e, quando o Hélio foi atender, acabou sendo surpreendido com um disparo na cabeça e caiu na calçada do estabelecimento comercial.
00:42Familiares informaram que o Hélio tinha uma piscina alugada em Agrestina, não deu certo, ele havia ido para Cupira, alugou essa lanchonete e estava muito feliz com o empreendimento.
00:54Familiares disseram também que ele não tinha passagem pela polícia e, em momento algum, se queixou de ameaças.
01:02Ele é amigo meu de vários, vários tempos, como a gente sabe que ele estava em São Paulo, ele negociava lá em São Paulo.
01:11Depois, ele resolveu vir para cá, porque o comércio lá estava um pouquinho fraco.
01:17Veio para Cupira, voltou para Agrestina, alugou lá um clubezinho de piscina, clubezinho de piscina e estava tocando seu comércio.
01:27Mas, como o período de inverno é muito ruim para a piscina, então ele pegou, fechou a piscina dele lá e veio aqui e alugou esse comércio aqui, os proprietários.
01:40E, inclusive, eu dei até uma força para ele, para ele fazer uma serestinha, para tentar levantar o comércio, porque o comércio estava muito fraco.
01:48E, de repente, acontece uma tragédia dessa que é muito triste. É muito triste a gente ter um amigo, certo? Conhecido da infância.
01:57Eu nunca vi o Hélio pegar uma briga com o seu ninguém. Um cara tranquilo, só na dele.
02:04A gente não sabe o que veio acontecer uma tragédia dessa, que é muito triste. Para a cidade de Cupira, a gente perder um cara que nem Hélio.
02:11Sem nenhum o que falar, porque ele era uma pessoa tranquila, né? Não fazia mal para ninguém.
02:15E foi isso que aconteceu. Ninguém sabe o porquê.
02:19Vocês tomaram conhecimento através de familiares, de amigos, que disseram a vocês da morte?
02:24Isso, foi meu tio que falou.
02:26Amiga, ele morava onde?
02:28Ele morava aqui em Cupira. Estava em Agrestina, mas mudou para cá, para Cupira.
02:32Estava feliz com essa nova conquista, com a nova aquisição?
02:35Estava feliz. Ele sempre trabalhou, né? Sempre foi trabalhador.
02:38Ele trabalhava sempre?
02:39Sempre trabalhava.
02:39No normal alimentício?
02:41Isso, já trabalhou com roupas, vendendo roupas, mercadoria.
02:44Na manhã desse sábado, a gente recebeu a informação de um homicídio de Cupira.
02:48Deslocamos até o local do fato.
02:51Aqui já encontramos a vítima em óbito, de frente ao estabelecimento comercial.
02:56E durante os primeiros levantamentos, nós tomamos conhecimento que este estabelecimento comercial é da própria vítima.
03:05Uma espécie de bar aqui, um comércio.
03:07E nas primeiras horas da manhã desse sábado, ele abriu o seu comércio aqui e teria chegado um indivíduo, solicitado um refrigerante.
03:17Então, logo, a vítima foi buscar esse refrigerante.
03:20Quando retornou, ele já foi surpreendido por um disparo de arma de fogo na cabeça, vindo a óbito aqui no próprio local.
03:25O suspeito, doutor, ele pode ter agido sozinho? Ele deve ter tido o apoio de alguém?
03:32Então, as primeiras informações aqui é que teria sido uma única pessoa, né?
03:35A gente está acabando aqui as diligências do local de crime, ouvindo algumas testemunhas, mas a princípio tudo leva a crer que foi uma única pessoa.
03:42Inclusive, aqui o local onde o crime aconteceu tem várias câmeras de monitoramento.
03:47Essas imagens a polícia conseguiu, está em busca?
03:51Então, a gente verificou aqui, inclusive, em cima do local do fato, duas câmeras de segurança.
03:57Só que essas câmeras é do próprio estabelecimento.
04:00Só que como ele havia se mudado há pouco tempo, ele estava em processo de troca desse material.
04:08Então, a gente entrou em contato aqui com o dono do estabelecimento, já que era um local alugado pela vítima.
04:14E esse dono confirmou que, a princípio, essas câmeras não estão funcionando.
04:18Com relação à vida da vítima, foi informado se tem algum tipo de antecedentes?
04:26Então, a gente aqui, a princípio, não verificou ainda nenhum antecedente criminal da vítima, né?
04:30Só que agora na delegacia a gente vai olhar com mais cautela, mas a princípio não há indícios aqui, não há informações,
04:38na verdade, que a vítima tinha algum envolvimento com atividade criminosa.
04:40Obrigado.
04:41Obrigado.
04:42Obrigado.
04:43Obrigado.
04:44Obrigado.
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