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  • há 11 meses
De acordo com boletim médico atualizado nesta quarta-feira (6), o estado geral da paciente ainda é considerado grave e instável, embora esteja em processo de recuperação. A médica Noadja Cardoso, que acompanha o caso, explica que a situação mais delicada envolve as fraturas nos membros inferiores, que podem comprometer a circulação sanguínea nas pernas.

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Transcrição
00:00A criança de seis anos vítima de atropelamento, que está internada na UTI infantil do trauma,
00:07se encontra em estado geral grave, hemodinamicamente instável,
00:13mas em processo de tratamento, de recuperação.
00:19O que mais complica nesse processo são as fraturas que ela sofreu em membros inferiores
00:25e que possa comprometer a circulação.
00:30E nós estamos avaliando e observando constantemente a perfusão dos seus membros,
00:38sendo também avaliada e tomado condutas e exames por parte da cirurgia vascular.
00:45Então, é um quadro grave, instável e com esse risco de manter alteração na circulação dos seus membros inferiores.
00:58Então, ela está sobre vigília, sobre constante e intensa observação a respeito de prevenir essa situação de isquemia.
01:13Ela pode ter uma perna amputada, é isso?
01:17É. Se faltar circulação, que venha aumentar uma lesão muito grande, ela poderá sofrer uma amputação.
01:27Mas, não é o caso neste momento.
01:31Vamos afastar essa hipótese.
01:33Neste momento, ela tem circulação, ela tem perfusão.
01:39Ela segue sedada, entubada e recebendo todas as medicações e essa vigilância permanente e esse cuidado intenso a respeito da sua circulação dos membros inferiores.
01:58Então, vamos lá.
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