00:00Esse ano agora veio aquele famoso DJ Alok, na Afonso Pena.
00:06Como é que vocês recebem isso?
00:08No carnaval, esses grandes nomes de outras correntes musicais.
00:14Posso falar?
00:14Claro, é.
00:16Aqui é democracia.
00:19Aqui pode falar.
00:20Outros lugares metem a tornozeleira.
00:23Então, graças a Deus, a gente tem esse espaço e essa liberdade para falar.
00:30Eu gostaria muito de falar em nome até de todo o pessoal do samba.
00:33Então, a gente recebe de uma maneira que eles não recebem o samba.
00:37A gente recebe eles com carinho, com amor, a gente aplaude, a gente apoia.
00:41Coisa que muitas das vezes, se fosse o contrário, por samba estar entrando lá, não teria essa mesma visão, não teria essa mesma recepção.
00:48Não seria recebido com esse carinho.
00:49Exatamente.
00:49Então, é assim que a gente recebe Belo Horizonte, o samba, o Fabinho e todo o pessoal que trabalha nesse movimento cultural,
00:56igual ele acabou de falar e todos nós falamos.
00:58É assim que é o samba.
00:59É assim que eles vão ser bem-vindos na Barca Furada, vai ser bem-vindo dentro da nossa cidade e qualquer outro movimento que a gente está fazendo.
01:06Falei diferente de alguma coisa?
01:07Verdade.
01:09Falou tudo.
01:09Verdade.
01:10Oferece para os artistas.
01:12O samba abraça.
01:13A produção.
01:13Oferece a produção, igual para os artistas regionais também.
01:18Dá uma moral para os artistas regionais.
01:19Vai ir lá no festival do DJ, do DJ, para mostrar o samba lá.
01:24Dá a mesma cobertura, dá o mesmo palco, mesma produção.
01:28Você vai ver, vai ser...
01:29O mesmo espaço.
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