- 6 months ago
Younger Man Fall in Love With Boss Wife
At the end of the 19th century in Rio de Janeiro, a young man, who lives in favor of his parents' boss's house, falls madly in love with his wife's arms.
Love with boss full movie
i'm in love with my married boss
Love with boss romance
Boss love me so much
The boss is in love with Me Chinese drama
In love with my boss
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03:59Inácio demorou café o mais que pôde.
04:06Homem, você não acaba mais.
04:09Não havia remédio.
04:16Inácio bebeu a última gota, já fria,
04:18e retirou-se como de costume para o seu quarto, nos fundos da casa.
04:23Cinco minutos depois, a vista das águas próximas e das montanhas ao longe, restituÃ-lhe o sentimento confuso, vago, inquieto, que lhe doÃa e fazia bem.
04:39Tinha vontade de ir embora, tinha vontade de ir embora e de ficar, o pai barbeiro na Cidade Nova e polo de agente, escrevente ou o que quer que era do Borges, com esperança de vê-lo no foro.
05:09Andar por audiências e cartórios, correndo, levando papéis ao selo, ao distribuidor, aos escrivães, aos oficiais de justiça.
05:21Voltava à tarde, jantava e recolhia-se ao quarto e ia dormir.
05:40Cinco semanas de solidão, de trabalho sem gosto, longe da mãe e das irmãs, cinco semanas de silêncio.
05:55Deixe estar, pensou ele, um dia fujo daqui e não volto mais.
05:59Não foi, sentiu-se agarrado e acorrentado pelos braços de Dona Severina.
06:13Nunca vira outros tão bonitos e tão frescos.
06:21A educação que tivera não lhe permitia encará-los logo abertamente.
06:25Parece até que a princÃpio afastava os olhos, vexado.
06:29Encarou-os pouco a pouco, ao ver que eles não tinham outras mangas.
06:35E assim, os foi descobrindo, mirando e amando.
06:40No fim de três semanas, eram eles, moralmente falando, as suas tendas de repouso.
06:46Aguentava toda a trabalheira de fora, toda a melancolia da solidão e do silêncio,
06:56toda a grosseria do patrão, pela única paga de ver, três vezes por dia, o famoso par de braços.
07:03Dona Severina, na sala da frente, recapitulava o episódio do jantar.
07:14E pela primeira vez, desconfiou alguma coisa.
07:18Rejeitou a ideia logo, uma criança.
07:21Mas há ideias que são da famÃlia das moscas teimosas.
07:25Por mais que a gente as sacuda, elas tornam e pousam.
07:29Criança, tinha 15 anos.
07:38Não admira que começasse a amar.
07:42E não era ela bonita?
07:45Esta outra ideia não foi rejeitada.
07:48Antes afagada e beijada.
07:54E recordou então os modos deles, os esquecimentos, as distrações.
07:59E mais um incidente, mais outro.
08:03Tudo eram sintomas e concluÃam que sim.
08:08Você vem, Nina?
08:10Você vem, Nina?
08:12O que a senhora tem?
08:14Está pálida?
08:15O que me preocupa? Sente alguma coisa?
08:18Não tenho nada. Estava apenas descansando.
08:21Descansando.
08:25Parece que nessa casa, todos estão dormindo.
08:29Pode deixar.
08:31Eu sei de um bom remédio para tirar o sono aos dorminhocos.
08:35Engano seu.
08:36Eu não estava dormindo.
08:38Estava pensando na comada fortunata.
08:43Não a visitamos desde Natal?
08:45Por que não vamos lá uma noite dessas?
08:47Ah, não.
08:48Por Deus.
08:50Está cansado.
08:50Estou trabalhando muito.
08:52A comadre é uma faladeira.
08:53Eu não a suporto.
08:55Não fale uma coisa dessas.
08:57Coitada.
08:58Fala assim.
09:01Fala pelos cotovelos.
09:04E é maledicente.
09:05Ao contrário do marido, que não fala nada porque ela não deixa, não.
09:07Tudo isso é implicância tua.
09:10Pois tens um bom coração.
09:11Isso é o que a senhora acha.
09:14Estamos uns pobretões.
09:15Toda aquela gente tem muito a ver com o nosso Inácio.
09:19Porque agora é nosso.
09:21Por culpa é minha.
09:22Não fale essas coisas feias.
09:25Eu não sei por que a senhora defende tanto aquela gente.
09:28Porque todos nós temos defeitos, meu querido.
09:30E eu estou aqui para apontá-los.
09:34Inclusive os nossos.
09:36Não me vem a senhora querer calar.
09:37Shhh.
09:38Shhh.
09:39Não se irrite.
09:42Onde está aquele sorriso?
09:45Hum?
09:45Onde?
09:49Agora que já sorri, vamos comer qualquer coisa.
09:53Trabalhaste tanto.
09:55Que tal domÃnimos mais cedo?
09:57A noite caÃra de todo.
10:04Borges, cansado do dia, pois era realmente um trabalhador de primeira ordem, foi, fechou
10:10os olhos e pegou no sono.
10:13E deixou-a só na sala, às escuras, consigo e com a descoberta que tinha feito.
10:19Tudo parecia dizer à dama que era verdade.
10:26Mas essa verdade, desfeita à impressão de assombro, trouxe-lhe uma complicação moral.
10:33Já nesse dia, dona Severina mirava por baixo dos olhos os gestos de Inácio.
10:45Não chegou a achar nada, porque o tempo do café era curto e o rapazinho não tirou os olhos da xÃcara.
10:51No dia seguinte, pôde observar melhor.
11:08E nos outros, otimamente, percebeu que sim, que era amada e temida.
11:18Já se persuadia bem que ele era criança e assentou de o tratar tão secamente como até ali, ou ainda mais.
11:34E nos outros, otimamente, percebeu que sim, que era amada e temida.
12:04Desculpe incomodar, dona Severina.
12:10Não foi nada.
12:13Chegava a casa e não se ia embora.
12:16Os braços de dona Severina fechavam em parênteses no meio do longo e fastidioso perÃodo da vida que levava.
12:27E essa oração intercalada trazia uma ideia original e profunda, inventada pelo céu unicamente para ele.
12:34Deixava-se estar e ia andando.
12:40Afinal, porém, teve de sair.
12:43E para nunca mais.
12:46Inácio, não beba água fria depois do café.
12:50Não faz bem.
12:50A rudeza da voz parecia acabada e havia mais do que brandura.
12:55Havia desvelo e carinho.
12:57A agitação de Inácio é crescendo, sem que ele pudesse acalmar-se nem entender-se.
13:08Não estava bem em parte alguma.
13:10Acordava de noite, pensando em dona Severina.
13:20Na rua, trocava de esquinas, errava as portas, muito mais que dança.
13:33E não via a mulher ao longe ou ao perto que não lhe trouxesse a memória.
13:49Ao entrar no corredor da casa, voltando do trabalho, sentia sempre algum alvoroço, às vezes grande.
13:56Inácio!
14:06Inácio!
14:10Boa tarde, dona Severina.
14:11Boa tarde, dona Severina.
14:11Boa tarde, dona Severina.
14:41Boa tarde, dona Severina.
14:43Boa tarde, dona Severina.
14:45Boa tarde, dona Severina.
14:47Inácio percebeu pela primeira vez uma fragilidade em seu olhar e sentiu-se mais forte.
14:54Boa tarde, dona Severina.
14:56Boa tarde, dona Severina.
15:00Boa tarde, dona Severina.
15:02Boa tarde, dona Severina.
15:04Boa tarde, dona HERE.
15:36Good night.
15:38Thanks.
15:40Good night.
15:42Hi, my brother.
15:44Why would you do it?
15:46I'm a terrible man, sir.
15:48Sorry, Mr. Borges.
15:50This is my doctor.
15:52I'm just going to say a doctor.
15:54That's it.
15:56Just look at me.
15:58I'm sorry, sir Borges.
16:00What's your name?
16:02Here,
16:04Just call me doctor, you know?
16:07Doctor!
16:08What is this?
16:12You...
16:13...you gave it to the procreation?
16:16I've done it, doctor.
16:18And you've already done it.
16:19And you've already done it?
16:21All, doctor.
16:23Let's see...
16:24You've seen...
16:25You've seen these three processes here?
16:29This plus this.
16:31Of course, doctor.
16:33Leve-os pra casa hoje à noite.
16:35Eu preciso estudá-los.
16:36São casos muito importantes.
16:38Guarde-os.
16:39Como se fosse sua própria vida.
16:41Entendeu?
16:42Não tenho dúvida, doutor.
16:44Então vá.
16:50Ilumina.
17:03Enquilenso...
17:09E aÃ...
17:11E aÃ...
17:12E aÃ...
17:43Onde é que ele está?
17:47Eu acabo com ele.
17:49Calma, por favor, calma.
17:51Eu mato esse imbecil.
17:54Olha o que ele fez.
17:55Eu espolo.
17:56Calma.
17:57Deseja um papo-paco.
18:01Processos que estavam sob minha responsabilidade.
18:05DestruÃdos, destruÃdos.
18:09Eu pedi para que ele trouxesse os processos para casa.
18:11Eu confiei nele.
18:13Isso é, a gente tem pra se explicar.
18:18O que eu faço agora?
18:20Como é que eu fico perante os escrivães?
18:24Perante os advogados?
18:26O juiz?
18:28Se ele aparecer na minha frente, eu escano.
18:31Eu faço uma loucura.
18:33Calma.
18:34Senta aqui.
18:36Descanse um pouco.
18:36Eu vou tentar secá-los.
18:39Se ele aparecer para jantar, eu expulso ele daqui a pontapés.
18:44E se a gente tentar secá-los?
18:46Secar.
18:49Na seta estava flanando a beira-mar.
18:54Estava...
18:54Deixou voar os papéis.
18:56De parvo!
18:59De parvo!
19:00Desculpe.
19:25Sim, dona Severina.
19:26Eu sei que...
19:26O Borges está lá, furioso consigo.
19:30Não falemos alto para que não nos ouça.
19:32Eu só vim dizer ele que não apareça a janta até que ele se acalme.
19:36Está bem?
19:38Está bem.
19:40Vou ver o que posso fazer.
19:42De preferência, sovar o café amanhã.
19:46Tenha cuidado.
19:49Durma bem.
19:50Onde é que ele está?
20:10Ele não vem tomar café?
20:12Com os gritos de ontem, deve estar assustado.
20:16Além de tudo, ainda tem medo.
20:20Isso é desfeita.
20:24Afinal de contas, eu sou amigo do Eulvécio.
20:27Ele é meu barbeiro há anos.
20:29Eu lhe devo uma satisfação.
20:32Sabe de uma coisa?
20:35Eu vou chamá-lo.
20:38Ah, está a�
20:40Pensei que não vinha mais.
20:43Senta.
20:46Com licença.
20:47Escute bem.
20:59A respeito do acidente a beira-mar.
21:03Não se fala mais nisso sob pena de eu esganá-lo.
21:06Dona Severina sentiu-se orgulhosa, pois que salvar Inácio das garras do Borges.
21:18Vamos lá.
21:18Vamos lá.
21:49Inácio, por favor, pegue aquele regador e traga aqui.
22:19E assim continuou, desfrutando da presença doce de Inácio ao seu lado.
22:27Inácio, por favor, pegue aquele regador.
22:57Inácio, por favor.
23:27Inácio, por favor, pegue aquele regador e traga aqui.
23:57Inácio, por favor.
24:27Inácio, por favor.
24:57Inácio, por favor.
25:27Inácio, por favor.
25:57Inácio, por favor.
26:29And then, she saw the queen of her care.
26:34The natural was that she was afraid, but she didn't afraid.
26:38Although, with the closed lips, she saw the whole thing.
26:43She was the same.
26:45She were the same arms.
26:47But it's true, however, that Dona Severina
26:49could not go out of the wall that was just in the front room,
26:53hearing the steps of the solicitor that desci as stairs.
26:59The End
27:05The End
27:09The End
27:10The End
27:12The End
27:17The End
27:20The End
27:22Suddenly, she remembered that Ignacio had to eat a little lunch
27:25and had a heart attack.
27:27She said she could be sick.
27:29She could be sick.
27:30She could be sick.
27:31She could be sick.
27:32Dona Severina
27:34The End
27:35The End
27:36The End
27:37The End
27:38The End
27:39The End
27:40The End
27:41The End
27:42The End
27:43The End
27:44The End
27:45The End
27:48The End
27:49The End
27:50The End
27:51The End
27:53The End
27:55The End
27:56The End
27:57The End
27:58The End
27:59The End
28:00The End
28:01The End
28:02The End
28:03Uma criança, disse ela a si mesmo, naquela lÃngua sem palavras que todos trazemos conosco.
28:17Parece que o sono dava à adolescência de Inácio uma expressão mais acentuada, quase
28:22feminina, quase poeril.
28:30Sonhara de noite com ele, pode ser que ele estivesse sonhando com ela, desde madrugada que a figura
28:36do mocinho andava-lhe diante dos olhos, como uma tentação diabólica.
28:58Apartou-se de vê-lo com a cabeça inclinada, o braço caÃdo, mas, ao mesmo tempo que
29:04eu achava criança, achava-o bonito, muito mais bonito que acordado.
29:09E uma dessas ideias corrigia ou corrompia a outra.
29:16Uma das ideias corrigia ou corrompia a outra.
29:23E uma das ideias corrigia ou corrompia a outra.
29:30E uma das ideias corrigia ou corrigia ou corrompia a outra.
29:32E a outra dispara a outra.
29:34E uma das ideias corrigiam.
29:35E aÃ, 47 anos deental, mas, ao mesmo tempo que joga-lhe de amor ou de amor.
35:25Do you have a piece of cheese?
35:27Yes.
35:28And on Sunday also.
35:30And on Sunday,
35:32which was the day when Borges told his father
35:35that he could not stay with him.
35:38If you need me for something,
35:57procure-me.
35:59Yes, sir.
36:02A senhora Dona Severina?
36:05He's in the room with a lot of pain.
36:10Amanhã, or later,
36:12we'll see you later.
36:35Inácio
36:45saiu sem entender nada.
36:48Não entendia a despedida
36:51nem a completa mudança de Dona Severina.
36:54Não importa,
36:57levava consigo o sabor do sonho.
37:03E através dos anos,
37:05por meio de outros amores,
37:07mais efetivos e longos,
37:10nenhuma sensação achou
37:12nunca igual à daquele domingo,
37:14na Rua da Lapa,
37:16quando ele tinha quinze anos.
37:19Ele mesmo exclama às vezes,
37:22sem saber que se engana.
37:28Foi um sonho.
37:30Um simples sonho.
37:32building a trisade
37:35a trisade
37:36standing
37:37atrope
37:38a trisade
37:39a trisade
37:40a caixa
37:41embal
37:47a trisade
37:49na Lapa
37:51de
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