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  • há 7 meses
Transcrição
00:00O que acontece quando estrelas relativamente próximas da Terra explodem?
00:06Um estudo buscou responder essa pergunta e trouxe reflexões para o futuro.
00:12Vamos conferir os detalhes na reportagem.
00:18Explosões de estrelas massivas, as chamadas supernovas,
00:24podem ter provocado mudanças no clima da Terra ao longo da história.
00:27Esses eventos cósmicos extremos liberam grande quantidade de energia e partículas
00:33que podem interagir com a atmosfera do nosso planeta,
00:36mesmo quando eles acontecem a centenas de anos-luz de distância.
00:41Pelo menos é o que diz um estudo publicado na edição de junho da revista
00:44Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.
00:47O trabalho buscou entender como a radiação de supernovas pode ter causado alterações ambientais no passado.
00:53A ideia é que ao estudar o que já aconteceu, a humanidade possa se preparar melhor para o futuro.
01:00Supernovas se formam quando estrelas gigantes, muito maiores que o nosso Sol, chegam ao fim da vida.
01:07Sem combustível, elas colapsam sob a própria gravidade, formando buracos negros ou estrelas de nêutrons.
01:14Nesse processo, lançam uma explosão violenta de radiação que pode atravessar grandes regiões do espaço.
01:20Para chegar às conclusões desse estudo, foram analisados anéis de árvores que registram alterações no carbono atmosférico.
01:29As árvores absorvem carbono durante o crescimento e picos de carbono radioativo podem indicar radiação de supernova.
01:36Em cerca de 15 mil anos de registros, foram encontrados 11 desses picos.
01:43Esses dados podem indicar, portanto, 11 supernovas que impactaram a Terra.
01:48Mas ainda é cedo para afirmar com certeza.
01:51Um desafio é diferenciar esses sinais dos efeitos causados por erupções solares, por exemplo.
01:57Por isso, outros registros, como núcleos de gelo e sedimentos oceânicos, devem ser estudados para confirmar essa hipótese.
02:05De acordo com Robert Beckenridge, autor do trabalho, entender melhor essa relação pode ser essencial para nos prepararmos para o futuro.
02:13Um exemplo é a estrela Betelgeuse, que está a cerca de 700 anos-luz de distância e que pode se tornar supernova nos próximos 100 mil anos.
02:24E agora vamos repercutir esse assunto.
02:32E o Olhar Digital News recebe ao vivo Tiago Maia, que é pesquisador, físico, astrofísico e embaixador no Brasil da Declaração Climática Mundial e especialista em fenômenos naturais.
02:47Ele também é divulgador científico no canal Ciência Sem Fronteira.
02:53Vamos lá receber o Tiago aqui no Olhar Digital News.
02:57Vou colocá-lo aqui na nossa tela.
03:00Olá, boa noite, Tiago Maia.
03:03Seja muito bem-vindo.
03:04Um prazer recebê-lo aqui hoje.
03:07Boa noite, Marisa.
03:08Obrigado pelo convite do Olhar Digital.
03:10E estamos aqui para repercutir um pouco sobre esse estudo, que é bem interessante.
03:15Com certeza, Tiago.
03:16O que a ciência tem de concreto sobre essa relação entre as supernovas e o clima aqui na Terra?
03:25Bom, quando a gente fala assim de concreto, quer dizer que a gente já sabe tudo.
03:30Então, de concreto, concreto, ainda não tem muita coisa.
03:33Mas esse estudo investiga uma coisa bem interessante, que investiga as supernovas em uma região local da galáxia,
03:42que nos últimos aproximadamente 50 mil anos, no final do quaternário, ele deu alguns objetivos,
03:49que era detectar justamente isso, através de isótopos como o carbono-14 e até mesmo o berílio-10.
03:54O carbono-14 tem meia-vida de 5.730 anos, o berílio-10 aproximadamente de 1,39 milhões de anos, um pouquinho maior.
04:03E pode, sim, ser absorvido tanto por registros de árvores, também como no gelo da Antártica, rocha e tal.
04:11E a gente sabe justamente que tivemos algumas mudanças climáticas bem abruptas durante um período, principalmente no final do quaternário.
04:19Quando esse estudo que você mostrou aí, ele fala justamente do Young Dryer, o Dryer recente,
04:26onde que ele simplesmente faz uma hipótese que uma supernova poderia ter ajudado, sim, a esse acontecimento.
04:38Só que tem algum problema nisso daí, a gente não pode afirmar com certeza,
04:44porque existem outras coisas que durante o Dryer recente nós temos evidência.
04:49como, por exemplo, eu posso colocar um negocinho na tela rapidinho para exemplificar a fala?
04:56Vamos lá.
04:57Então vamos lá, por favor, aí a nossa voz da consciência, né?
05:02Vamos lá, meus amigos.
05:05Eu sou assim mesmo, desculpa, mas a gente também tem uma descontração, né?
05:09Porque se você fala só de física é chato.
05:11Pronto, já temos a primeira.
05:13Está na tela direitinho aí?
05:15Já.
05:15Então, beleza.
05:17Então, aqui nós estamos vendo, né?
05:20Isso aqui está no site da NOA, da NASA.
05:22E essa faixazinha aqui que representa o Dryer recente, tá?
05:26Justamente o período de 1.200 anos aproximadamente.
05:29Onde aqui nós temos temperatura do mar, temperatura do oceano.
05:34Nós temos também a questão de gelo na Antártica,
05:37de diminuição, de aumento aqui de gelo, justamente o período de...
05:42Até mesmo, né?
05:43Que, olha, mas gelou, mas derreteu na Antártica,
05:45porque tem diferenças nisso daí.
05:48E uma das coisas, né?
05:49Que falam que houve esse período,
05:52que teve um período de vulcanismo extenso nessa parte, né?
05:56Durante esse período, com explosões até de índices de explosividade muito altas,
06:00que podem alterar o clima.
06:02E uma coisa que a gente sabe também,
06:04que pode ter alterado, principalmente no hemisfério norte,
06:06é isso aqui, ó.
06:07Aqui nós estamos vendo, né?
06:09Um estudo que mostra o quanto que o nível do mar aumentou.
06:13Ele teve, lá no final dos 20 mil anos atrás,
06:16a 120 metros abaixo do nível atual, tá?
06:19E durante o período, né?
06:21Que nós tivemos até no final da Era Glacial,
06:24tivemos 45 milímetros por ano, né?
06:27De elevação.
06:28Isso daí dá mais de um metro por século.
06:30E aí nós temos aqui, o seguinte,
06:32durante o Drys recente,
06:34justamente nós temos aqui, ó,
06:35dá uma abaixada nesse nível.
06:39Então, o que acontece?
06:41Durante esse período aqui,
06:42pode ter acontecido o quê?
06:44Que muita água doce pode ter afetado a chamada MOC, né?
06:48Aquela que leva calor para o hemisfério norte e tal.
06:52E isso o que faz?
06:53Faz com que simplesmente a temperatura possa ter baixado muito.
06:57Então, além da supernova, que é uma hipótese plausível pela física, tá?
07:02Tanto com radiação eletromagnética quanto com radiação de partículas,
07:07essa parte também pode, sim, ter acontecido.
07:11Tanto um vulcanismo extremo,
07:12quanto também derretimentos e outras variações,
07:16como oceânicas e tal, e por aí vai.
07:18Então, a gente não pode dizer, por enquanto,
07:20que a supernova é extremamente influente nisso.
07:24Mas existem outros fatores climáticos forçantes terrestres também
07:27e forçantes extras galácticas que podem ocasionar isso também.
07:32Agora, Tiago, eu não sei se é complexo explicar isso,
07:36mas como esse estudo entre supernovas e os efeitos aqui na Terra é feito?
07:42Ou seja, essa pesquisa, esse estudo que saiu agora,
07:45ele trouxe algo inovador para o que já se sabia?
07:48Como que é feito esse estudo?
07:49Então, vamos lá.
07:52O estudo de supernovas, ele envolve algumas situações que são complicadas
07:57e outras que nem são tantas.
07:58Primeiro que envolve observações.
08:01Você tem um céu mapeado,
08:03aí, de repente, num lugar daquele céu que você tem mapeado,
08:07pisca uma luzinha, alguém acendeu um farolzinho.
08:10Então, você, opa, o que é aquilo ali?
08:12Aí você começa a fazer outras análises.
08:14Que outras análises é essa?
08:15Análise do espectro da luz, ou seja,
08:18luz visível, ultravioleta, raio-x, raio-gama,
08:22ou seja, a energia envolvida nisso.
08:24E isso, se nós temos telescópios,
08:26conseguem detectar isso e diferenciar esses comprimentos de ondas diferentes.
08:31E com isso, o que acontece?
08:32Nós sabemos que supernova tem essa emissão de luz visível que a gente vê,
08:37ou seja, essa luz que está iluminando aqui.
08:40Nós vemos isso.
08:41E nós vemos também o quê?
08:43A radiação-x, a ultravioleta e a gama.
08:46Nós conseguimos detectar isso com telescópios.
08:48E outra, como é que a gente continua sabendo?
08:51Ah, mas você viu a luz.
08:52Como é que você sabe que vai chegar a radiação de partículas?
08:55Porque já foi detectado aqui na Terra,
08:57e nós sabemos que radiações de partículas vêm depois de uma supernova.
09:01Ou seja, raios, por exemplo, prótons,
09:05até mesmo ferro-60,
09:07que é um elemento radioativo que sai também de supernova e tal,
09:11e muitos outros.
09:12E aí, o que acontece?
09:14A gente tem que fazer padrões de modelos para isso.
09:16E esses modelos, a gente tenta colocar os processos físicos conhecidos,
09:21os processos físicos envolvidos,
09:24e ir observando vários locais no universo
09:27que a gente já tem noção de, por exemplo,
09:29que tem uma nebulosa,
09:31onde já aconteceu uma supernova.
09:33Aí a gente consegue, pelo nosso modelo,
09:35ver se foi formando aquilo,
09:37para ver se realmente está acontecendo.
09:39Agora, a outra parte da sua pergunta,
09:42realmente é inovador aquele estudo brabo, inovador?
09:46Inovador, inovador, nem tanto,
09:47porque a gente já sabia que tem registro de supernova na Terra.
09:51Mas só que ele tenta explicar um período
09:53que é muito restrito, que é o drives recente.
09:57Então, sim, tem um viés muito interessante,
10:00tem um viés inovador,
10:01mas não é, assim, descobriu a roda.
10:04Não, mas é muito interessante esse estudo.
10:07Agora, Tiago, e se supernovas impactaram a Terra,
10:11o que aconteceria se uma supernova mais próxima,
10:15digamos assim, atingisse a Terra?
10:19Então, supernova mais próxima.
10:21Aí, realmente, tem alguns probleminhas nisso daí.
10:26Porque, vamos lá, supernovas,
10:28elas impactam a Terra de formas diferentes.
10:32Existem evidências científicas de que
10:34supernovas relativamente próximas, vamos dizer assim,
10:38de dezenas a centenas de anos-luz,
10:40já afetaram a Terra no passado.
10:42Como eu falei, depósitos de ferro 60 encontrados em sedimentos,
10:46por exemplo, encontrados no oceano,
10:48até mesmo na Lua, no regolito lunar,
10:51até mesmo, eles indicam que supernovas
10:54ocorrido há cerca de 2 milhões e meio de anos atrás,
10:57até 6 milhões de anos atrás,
10:59eles conseguiram chegar aqui na Terra
11:02e se dar aproximadamente 100 a 300 anos-luz de distância,
11:06mais ou menos por aí.
11:07Então, existem alguns efeitos que são,
11:10vamos dizer assim,
11:12são idealizados, são modelados,
11:14ou seja, que acaba sendo uma hipótese.
11:17São pequenas alterações climáticas,
11:20algumas extinções também,
11:21não totalmente em massa, como permiano e tal,
11:24mas, por exemplo, algumas extinções até modestas,
11:27e mudanças no padrão de radiação.
11:29Então, nós temos, sim,
11:30alguns podem, sim, acontecer algum impacto,
11:33e a gente detecta isso.
11:34E algumas dessas detecções
11:37são ligadas a, por exemplo,
11:39como esse evento do Dries recente,
11:41que está dentro desse período,
11:43outros eventos também de pequenas extinções,
11:46que a gente consegue tentar fazer uma relação.
11:48Só que toda relação, ela precisa o quê?
11:51de um efeito causal,
11:53que existe esse efeito causal,
11:54que pode ser a supernova,
11:56mas tem que ter,
11:57sabe aquela bateria de martelo 100% exato?
12:01Você tem que realmente eliminar
12:03quase todos os outros fatores
12:04para saber se esse fator vai somar nisso tudo.
12:07Então, por exemplo,
12:09supernovas muito próximas,
12:1125 anos-luz para cá,
12:14é catástrofe global.
12:15Acabou, tchau, tchau, gente.
12:16Todo mundo vai conhecer o criador,
12:20para quem acredita.
12:22Então, agora,
12:23de 30 a 50 anos-luz, aproximadamente,
12:26você tem graves ameaças biológicas.
12:28Por exemplo,
12:28radiação UV aumenta fortemente,
12:31o ozônio também,
12:32a zona esfera,
12:33vulgamente chamada de camada de ozônio,
12:35vai embora,
12:37pode aumentar câncer,
12:38mutação genética,
12:39e por aí vai, entendeu?
12:40De 100 a 300,
12:42a radiação cósmica,
12:43ela pode afetar também a camada de ozônio
12:47e pode afetar,
12:48teoricamente,
12:49hipoteticamente,
12:50o clima a longo prazo.
12:52Extinções também podem acontecer
12:54e evidências geológicas mostram
12:55que isso pode ter ocorrido.
12:58Por quê?
12:59A gente estuda o evento geológico
13:01e a gente sabe
13:02que tem aquela marcadora radioativa ali
13:04que pode ter vindo de uma supernova.
13:07Não só dentro de árvores,
13:09mas também dentro da rocha,
13:10dentro do gelo.
13:12Então a gente sabe
13:12que isso pode acontecer.
13:14Agora, supernovas muito longe,
13:15mil anos luz para lá,
13:17a gente só vê uma luzinha piscando,
13:18como se fosse um pisca-pisca
13:20acendendo no céu.
13:21Mais nada.
13:23Curiosíssimo.
13:24Agora, Tiago,
13:25dá para fazer esse monitoramento,
13:28digamos assim,
13:28de alguma forma?
13:29Ou seja,
13:30quais são as estrelas mais próximas,
13:32além das que conhecemos,
13:34o Sol e a Betelgeuse
13:35que a gente acabou de falar
13:36aí na reportagem?
13:39Então,
13:40a Betelgeuse aí,
13:41ela é uma estrela
13:42que provavelmente,
13:44ela pode estar entrando
13:45em supernova.
13:48Pode ser daqui a 100 mil anos,
13:49pode ser amanhã,
13:51a gente não sabe.
13:52Então não tem como prever isso.
13:54Mas a gente monitora
13:55algumas estrelas,
13:56por exemplo,
13:56com o tipo de periculosidade
13:59que pode acontecer.
14:00Por exemplo,
14:01existe a...
14:03Eu posso listar aqui,
14:04de cabeça,
14:04que eu falei,
14:06já me perguntaram
14:07quais são as estrelas
14:09mais próximas da Terra.
14:10Então eu só sei cinco.
14:11O pessoal lá do Big Bang Theory,
14:13o Shadow sabe todas,
14:14mas eu não sou ele.
14:16Então,
14:17aí nós temos o seguinte,
14:18que Betelgeuse é
14:19a próxima Centauri,
14:21que é a mais próxima.
14:22Depois vem Alpha Centauri A e B.
14:25Depois você tem
14:25Bernard Starr
14:26e Wolf 359.
14:28Só que essas estrelas,
14:30nenhuma delas
14:30tem um risco
14:31eminente de explosão.
14:34Primeiro que
14:34a próxima Centauri,
14:37ela é uma estrela
14:38anã vermelha,
14:39não vai explodir em supernova.
14:40A Alpha Centauri A
14:42e Alpha Centauri B,
14:43elas são estrelas
14:44praticamente parecidas
14:46com o nosso Sol,
14:47que devem se formar
14:48uma gigante vermelha
14:50e expelir parte
14:51da sua,
14:53vamos dizer,
14:53da sua massa,
14:54da sua parte,
14:55do Sol mesmo,
14:57e formar
14:58uma anã branca.
14:59Ou seja,
15:00ela vai virar
15:00uma nebulosa planetária.
15:02E depois,
15:03a Bernard,
15:04ela também,
15:04ela só tem 14%
15:06da massa do Sol,
15:07esquece.
15:08Ela pode ter vida
15:09estilhada
15:09de trilhões de anos
15:11que não vai acontecer.
15:13Então,
15:13essas estrelas
15:14que a mais longe delas,
15:15que é a Wolf 359,
15:17que é aproximadamente
15:187.78 anos-luz,
15:20também é a mesma coisa.
15:22Vai virar anã branca.
15:23E estrelas
15:24que podem ter
15:25supernovas mesmo,
15:27nesse período
15:29que nós analisamos
15:30de 100 a,
15:32por exemplo,
15:33150,
15:34500 anos-luz,
15:36nós não encontramos
15:36nenhuma grande possibilidade
15:38a não ser Antares.
15:41Antares é um pouquinho
15:42mais perto
15:42que Betelgesse,
15:43mas também
15:44a estimativa
15:45de supernova dela
15:45é de milhões de anos.
15:47Então,
15:47por agora,
15:48a gente não tem
15:48que se preocupar.
15:50Tá certo.
15:50Tá aí.
15:51Então,
15:51podemos ficar tranquilos
15:52com qualquer repercussão
15:54aqui na Terra.
15:55pode ficar tranquilo,
15:56pode pagar a boleta amanhã,
15:57pode curtir seu feriadão,
15:59pode estar tranquilo
16:00que não tem problema.
16:01Tá certo.
16:02Olha,
16:03nós falamos aqui,
16:04pessoal,
16:04com ele,
16:05Tiago Maia,
16:06que é pesquisador físico,
16:07astrofísico,
16:08embaixador no Brasil
16:09da Declaração Climática Mundial
16:11e especialista em fenômenos naturais.
16:14E mais,
16:14ele também é divulgador científico
16:17no canal Ciência Sem Fronteira.
16:19Tiago,
16:20foi um prazer recebê-lo aqui hoje.
16:22Espero encontrá-lo mais vezes.
16:23Beleza,
16:23por favor,
16:25eu posso falar só mais uma coisinha rápida?
16:27Por favor,
16:27isso passa seu.
16:29Obrigado.
16:30É porque eu gosto muito
16:32de tentar passar de forma tranquila
16:34e não ser alarmista para as pessoas,
16:36tá?
16:37Porque na internet,
16:37a gente sabe que tem muito isso,
16:39por isso que eu gosto muito
16:39do olhar digital.
16:40Gostaria de agradecer
16:41ao Marcelo Zurita,
16:43que me convidou,
16:44e ao Bruno também,
16:46que fez toda a organização e tal.
16:48Agradecer a você pela simpatia
16:50de sempre que eu assisto vocês.
16:51E, gente,
16:52por favor,
16:53uma coisa que está assustando
16:55muitas pessoas
16:55e vou aproveitar
16:56vocês do olhar digital
16:58para justamente propagar isso.
17:00Tempestade solar
17:01não provoca furacão,
17:04não provoca terremoto nem vulcão.
17:06Por favor,
17:06vamos confiar na ciência
17:07e saber do que a gente sabe justamente
17:09e ter principalmente evidências fortes.
17:12Muito obrigado pelo espaço,
17:13agradeço muito a vocês
17:14e bom final de programa para você.
17:17Muitíssimo obrigada,
17:19Tiago.
17:20Um beijo grande para você,
17:21obrigada pela presença
17:22e nos vemos em outros momentos.
17:25Boa noite.
17:26Boa noite.
17:27Está aí, pessoal,
17:28Tiago Maia
17:29participando aqui conosco,
17:30trazendo informações
17:31interessantíssimas.
17:32Espero que vocês tenham gostado.
17:35Muito bacana.
17:37Muitíssimo obrigada,
17:38Tiago Maia,
17:38por participar aqui com a gente.
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