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  • há 8 meses
Acusado de matar miss confessou em áudio que já olhou para ela ‘com outros olhos’

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Transcrição
00:00Caíno, o que eu posso dizer aqui, o que tá se divulgando aí, o que tá se formando, não sei o que,
00:08o que eu posso dizer aqui, eu nunca toquei em raiz. Isso aí eu posso dizer.
00:15Quem tocou?
00:17Não, eu nunca toquei assim, em relação de...
00:20De cunho sexual, você fala, né? É isso?
00:22Não, não, de desejo, essas coisas e tal. Eu nunca toquei em raiz, isso aí mesmo.
00:27Mas tá saindo isso na mídia?
00:28É isso já, tem muita gente falando, por isso que eu tô falando isso.
00:33Entendeu?
00:34Nunca teve nenhum sentimento por ela relacionado a isso, nunca tive.
00:39E teve relacionado a o quê?
00:42De amizade, né?
00:44De amizade, de...
00:47Como eu falei, não é uma pessoa desconhecida.
00:49E eu sempre dei, na verdade, eu era o único que mantinha contato com ela daqui de casa, né?
00:54Que ela parou de falar com o Johnny, parou de falar com...
00:58Eu trouxe muita gente de Paulo Alfonso pra cá, pra trabalhar, e ela parou de falar com muita gente também.
01:05É.
01:05Mas...
01:07Complicado.
01:11Complicado.
01:12É complicado.
01:14E você tá bem diante de tudo isso?
01:17Bem?
01:18Bem com...
01:20Tudo que tá acontecendo.
01:22Não, muito bem.
01:22Tá conformado com essa situação?
01:25Não.
01:26Não tô conformado.
01:26Tem...
01:29Tem alguma coisa associada a você?
01:33Inclusive, eu...
01:34Eu ofereci a casa aqui, né?
01:36Com a família e tal.
01:40É...
01:40Ontem, não sei quem...
01:42Não sei se é o pai de Hebert, não sei quem me ligou, né?
01:45Senti ameaça nele, né?
01:46Ameaça.
01:48É um pai desesperado, infelizmente.
01:50Eu sei, eu entendo.
01:51É uma situação...
01:51Eu entendo que é, né?
01:52Só que daí...
01:54A gente ia ficar junto e tal.
01:56Na casa.
01:57E tem que fazer boletim, né?
01:59Pra dar ameaça e tal.
02:00E daí já não deu certo, né?
02:01Que eles iam ficar em casa e tal.
02:03Eu...
02:03Você chegou a registrar um boletim?
02:07Vou registrar na segunda.
02:09Ah, entendi.
02:13Entendi.
02:17Alves.
02:19Eu sei que você já tá sendo assessorado por advogado.
02:22Eu não tô falando como advogado, não.
02:25Eu só acho que...
02:28Eu nem sei lhe dizer bem, assim, uma palavra que pudesse...
02:33Fazer com que você colocasse a mão na consciência.
02:39E...
02:39Visse que esse negócio tá só aumentando, potencializando.
02:44Quanto mais passa o tempo, pior fica.
02:48Então...
02:49Por isso que eu tô...
02:50Por isso que ele vai resolver isso na segunda, né?
02:52Segunda em diante.
02:56Eu ponho a mão na consciência, né?
02:58Eu te coloco no lugar das pessoas aí também, dos familiares.
03:01Eu conheço ele, né?
03:02Mas...
03:02É porque você fala como se estivesse...
03:04Conformado com a situação.
03:07Então, Raíssa vai aparecer morta.
03:08É isso que você tá me dizendo?
03:09Não, não tô falando isso.
03:12Não tô conformado com nada.
03:15Mas...
03:15Não tô conformado.
03:17Então, o desaparecimento dela tem a correlação contigo?
03:22Certo?
03:22É, eu tô sendo suspeito, né?
03:26É.
03:26Eu tô sendo suspeito.
03:27É verdade.
03:28E você tá bem em lidar com uma...
03:32É...
03:32Responder por um crime, pagar a pena.
03:35Tudo isso.
03:35Você tá realmente confortável com isso.
03:38Se Raíssa estiver sendo mantida em um cárcere privado, qualquer coisa que seja, mas ela ainda
03:46estiver com vida, tenha certeza que isso é menos pior do que um homicídio.
03:54Não tente consertar, silenciar a vítima, caso ela esteja.
04:00Põe a mão na consciência que a pena é menor.
04:04É melhor um cárcere, se ela estiver viva.
04:08Não pense em dar fim pra tentar calar, silenciar, porque as coisas não ficam impunes.
04:14A pena é muito menor se for cárcere.
04:18Se ela estiver em vida, a pena é menor.
04:21Não faça uma besteira de tentar corrigir qualquer erro inicial, porque não vale a pena.
04:29É melhor a pena de um cárcere.
04:32É melhor a pena de um estupro.
04:34É melhor a pena de uma agressão do que um homicídio.
04:37A gente tá tratando de um crime sério.
04:39Veja isso com seriedade.
04:43Eu não sei se você pode estar protegendo outra pessoa.
04:45Talvez o senhor não tenha feito nada.
04:48Eu acredito que há uma possibilidade do senhor estar protegendo.
04:51O senhor é pai também.
04:52Então eu acredito que possa haver essa possibilidade.
04:57Não, essa possibilidade aí não existe, não.
04:59Eu entendo que não exista.
05:02Um pai também colocaria o nome dele na frente por um filho.
05:08Mas enfim, eu tô te dizendo assim.
05:10Eu tô pensando nas mil e uma possibilidades.
05:14Porque eu tô tentando descartar que o que eu acho que tá acontecendo, que o senhor tá tentando
05:19me dizer a todo momento, mas não pode dizer.
05:22Eu acredito que eu não vou...
05:24Eu vou preferir não ficar com essa hipótese.
05:27Porque eu acredito que a Raíssa entrou no carro confiando no senhor e eu disse ao senhor
05:32que eu ia confiar.
05:34E dar um voto de confiança também.
05:38A Raíssa, ela já...
05:40A gente já andava tudo que é campo.
05:43Então, pois é.
05:45Eu entendo.
05:45Eu tinha uma revenda de gás e ela ficava lá de manhã e ia trabalhar de tarde.
05:51Nunca tive intenção, nem tenho intenção.
05:53Nunca tive de fazer mal nenhuma, Raíssa.
05:55Mas você já fez mal a ela?
05:57Não.
05:58Tenho intenção, nem com a filha.
05:59Não foi mal nenhuma, Raíssa.
06:02Já olhou com ela com outros olhos?
06:06Com todos os olhos.
06:08Com todos os olhos?
06:13Com...
06:14Amigo.
06:23Amigo.
06:24Eu não sei se isso pode tranquilizar mais os familiares, não sei.
06:28Mas, de segundo e terceiro em diante, ele já esclarece algumas coisas.
06:33Não sei se é isso que eu posso dizer.
06:34É, se ela já estiver morta, nem sei se consola, né?
06:39Amigo.
06:40Amigo.
06:40Amigo.
06:40Amigo.
06:41Amigo.
06:41Amigo.
06:42Obrigado.
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