- há 2 dias
Título do livro: Testemunhos para a Igreja, vol. 1
Autor do livro: Ellen G. White
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Ellen Gould White (1827 — 1915) foi uma escritora cristã norte-americana e uma das fundadoras da Igreja Adventista do Sétimo Dia. É uma das escritoras mais traduzidas da história da literatura mundial e é considerada profetisa pelos adventistas do sétimo dia. Ela recebeu de Deus orientações preciosas sobre: educação, família, saúde, espiritualidade, profecias e outras. Experimente, ouça e seja muito abençoado!
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Categoria
🛠️
Estilo de vidaTranscrição
00:00Capítulo 14 A morte de meu marido
00:04Apesar dos trabalhos, cuidados e responsabilidades com os quais a vida de meu marido sempre esteve sobrecarregada,
00:11o 60º ano encontrou o mental e fisicamente ativo e vigoroso.
00:16Por três vezes, sofreu ataques de paralisia.
00:20No entanto, pela bênção de Deus, por uma forte constituição física e pela estrita obediência às leis de saúde,
00:27foi capaz de superá-los.
00:30Novamente viajou, pregou e escreveu com seus costumeiros zelo e energia.
00:36Lado a lado, trabalhamos na causa de Cristo por 36 anos e esperávamos permanecer juntos para testemunhar o glorioso final.
00:45Mas tal não era a vontade de Deus.
00:48O protetor eleito em minha juventude, o companheiro de minha vida,
00:53aquele que partilhara de meus trabalhos e aflições, foi-me arrebatado.
00:58E fiquei sozinha para concluir minha obra e travar a batalha.
01:02Passamos juntos a primavera e o início do verão de 1881 em nosso lar, em Battle Creek.
01:10Meu marido esperava ordenar seus negócios para podermos viajar à costa do Pacífico e dedicar-nos ao preparo de literatura.
01:17Ele achou que havíamos cometido um erro ao permitir que as aparentes necessidades da causa e os apelos de nossos
01:25irmãos
01:25nos constrangessem ao trabalho ativo da pregação, quando deveríamos estar escrevendo.
01:31Ele desejava apresentar mais plenamente o glorioso assunto da redenção.
01:36Desde há muito, eu pensava no preparo de livros importantes.
01:41Ambos achávamos que, enquanto nossas energias mentais estivessem intactas,
01:46deveríamos empreender esses trabalhos,
01:48pois esse era um dever que nos impusemos e a causa de Deus,
01:52de repousarmos do calor da batalha e transmitir ao nosso povo a preciosa luz da verdade que Deus nos revelara.
01:59Algumas semanas antes da morte de meu marido,
02:03insisti com ele sobre a importância de procurar um campo de trabalho
02:07onde pudéssemos ser aliviados das responsabilidades a nós impostas em Battle Creek.
02:13Em resposta, ele falou sobre vários assuntos que exigiam atenção
02:17antes que pudéssemos dedicar-nos a esse novo objetivo,
02:21deveres esses que alguém precisava cumprir.
02:24Então, com profunda emoção, perguntou,
02:27Onde estão os homens para fazerem esta obra?
02:30Onde estão aqueles que mostrarão um abnegado interesse em nossas instituições
02:35e que permanecerão pelo direito,
02:37não afetados por qualquer influência com as quais venham a entrar em contato?
02:42Com lágrimas, externou sua ansiedade por nossas instituições em Battle Creek.
02:47Disse,
02:48Minha vida tem sido empregada em erigí-las.
02:51Para mim, deixá-las é morrer.
02:54Elas são como meus filhos e não posso separar meus interesses dos delas.
02:59Essas instituições são instrumentos do Senhor para realizar em um trabalho específico.
03:05Satanás procura impedir e subverter cada um dos meios que o Senhor está usando para a salvação dos homens.
03:11Se o grande adversário puder moldá-las de acordo com os padrões mundanos,
03:16terá alcançado o seu objetivo.
03:18É minha grande preocupação ter o homem certo, no lugar certo.
03:23Se aqueles que estão em posição de responsabilidade são fracos em poder moral e vacilantes em princípios,
03:29inclinados ao mundo, acharão certamente a quem conduzir.
03:34Mas influências não podem prevalecer.
03:37Eu desejaria antes morrer do que viver para ver essas instituições mal administradas
03:43ou desviada do propósito para o qual foram criadas.
03:47Em meus laços com essa causa,
03:49estive por muito mais tempo intimamente ligado à obra de publicações.
03:53Por três vezes fui vitimado por paralisia em razão de minha dedicação a esse ramo da causa.
04:00Agora que Deus renovou minhas energias físicas e mentais,
04:04sinto que posso servir à sua causa como nunca antes fui capaz de fazê-lo.
04:09Quero ver a obra de publicações prosperar.
04:12Ela está entrelaçada à minha própria existência.
04:15Se eu me esquecer dos interesses dessa obra,
04:18que minha mão direita se esqueça de sua mobilidade.
04:22Nós havíamos agendado assistir a uma reunião em uma tenda,
04:26em Charlotte, nos dias 23 e 24 de julho,
04:31respectivamente sábado e domingo.
04:33Como estivesse com a saúde prejudicada,
04:36decidimos viajar em transporte particular.
04:40De caminho, meu marido parecia animado.
04:42Todavia, um solene sentimento transparecia em sua face.
04:46Ele repetidamente louvava a Deus pelas misericórdias e bênçãos recebidas,
04:51e livremente expressava seus sentimentos quanto ao passado e ao futuro.
04:56O Senhor é bom e digno de ser louvado.
04:59Ele é socorro bem presente em tempos de necessidade.
05:03O futuro parece nebuloso e incerto,
05:05mas o Senhor não permitiu que nos afligíssemos sobre essas coisas.
05:10Quando surgir a dificuldade, Ele nos dará graça para suportá-la.
05:15O que o Senhor tem sido para nós e tudo o quanto fez por nós,
05:18devem fazer-nos tão agradecidos que jamais deveríamos murmurar ou lamentar.
05:24Nossos trabalhos, aflições e sacrifícios nunca serão plenamente apreciados por todos.
05:30Vejo que perdi minha paz mental e a bênção de Deus por permitir ser perturbado por essas coisas.
05:38Era-me difícil aceitar que meus motivos fossem mal interpretados,
05:42e que meus melhores esforços para ajudar, encorajar e fortalecer meus irmãos
05:46fossem frequentemente voltados contra mim.
05:49Mas eu devia ter me lembrado de Jesus e suas decepções.
05:54Seu coração se afligia, porque Ele não era apreciado por aqueles a quem vier abençoar.
06:00Eu tinha de deter-me mais sobre a misericórdia e a benignidade de Deus,
06:05louvando mais e lamentando menos a ingratidão de meus irmãos.
06:09Se eu houvesse deixado todas as minhas perplexidades com o Senhor,
06:13pensando menos do que outros diziam e faziam contra mim, teria mais paz e alegria.
06:19Desde agora, buscarei primeiro guardar-me de ofender quer por palavras ou atos,
06:25e então ajudar meus irmãos a tornarem retos os caminhos para seus pés.
06:30Não me deterei para lamentar qualquer coisa que me fizeram de mal.
06:34Esperei mais dos homens do que deveria.
06:37Amo a Deus e a Sua obra, e também a meus irmãos.
06:42Enquanto viajávamos, nem me passava pela cabeça que essa seria a última viagem que faríamos juntos.
06:48O tempo mudou repentinamente, de calor sufocante para frio intenso.
06:53Meu marido apanhou um resfriado, mas como sua saúde era boa então, não houve dano permanente.
07:00Ele trabalhava nas reuniões de Charlotte, apresentando a verdade com grande clareza e poder.
07:06Falava do prazer que sentia ao se dirigir a pessoas que manifestavam tão profundo interesse nos assuntos que lhe eram
07:14muito caros.
07:15O Senhor me tem refrigerado o coração, ele disse, enquanto estou partindo o pão da vida para os outros.
07:23Em todo Michigan, o povo está clamando ansiosamente por ajuda.
07:28Quanto almejo confortar, animar e fortalecê-los com as preciosas verdades próprias para este tempo.
07:35Em nossa volta para casa, meu marido reclamou de uma leve indisposição.
07:41Todavia, dedicou-se ao trabalho, como de costume.
07:44Cada manhã, visitávamos um bosque próximo e ali nos uníamos em oração.
07:51Estávamos ansiosos por conhecer nosso dever.
07:54Continuamente, recebíamos cartas precedentes de vários lugares, convidando-nos a assistir às reuniões campais.
08:02Apesar da determinação de nos dedicarmos ao trabalho de escrever,
08:06era difícil recusar o encontro com nossos irmãos nessas importantes assembleias.
08:12Fervorosamente, suplicávamos por sabedoria para saber qual o melhor caminho a seguir.
08:17No sábado pela manhã, como fazíamos, fomos ao bosque,
08:22e meu marido, por três vezes, orou de maneira muito intensa.
08:26Ele parecia relutante em interromper seus rogos a Deus por guia especial e bênção.
08:32Sua oração foram ouvidas.
08:34Paz e luz encheram nosso coração.
08:37Ele orou ao Senhor, dizendo,
08:39Agora, entrego tudo a Jesus.
08:42Sinto uma doce e celestial paz,
08:45uma certeza de que o Senhor nos mostrará nosso dever,
08:48pois desejamos fazer-lhe a vontade.
08:51Ele me acompanhou ao tabernáculo,
08:54e iniciou o culto com cântico e oração.
08:56Foi a última vez que ele esteve comigo no púlpito.
09:01Na segunda-feira seguinte, ele apanhou um forte resfriado,
09:04e no outro dia fui também acometida.
09:07Fomos ao hospital para tratamento.
09:09Na sexta-feira, eu estava melhor.
09:12O médico, então, me informou que meu marido estava se sentindo sonolento,
09:16e que isto denotava perigo.
09:19Imediatamente dirigi-me ao seu aposento,
09:21e tão logo contemplei seu rosto,
09:24compreendi que meu marido estava morrendo.
09:27Tentei despertá-lo.
09:28Ele compreendia tudo o que lhe era dito,
09:31e respondia apenas as perguntas que pediam um sim ou um não como resposta.
09:36Parecia incapaz de falar mais do que isso.
09:39Quando lhe disse que achava estar ele à beira da morte,
09:42não manifestou nenhuma surpresa.
09:45Perguntei se Jesus lhe era precioso.
09:48Ele respondeu,
09:49Sim.
09:50Oh, sim.
09:51Você ainda deseja viver?
09:53Perguntei-lhe.
09:54Respondeu-me,
09:55Não.
09:56Então nos ajoelhamos ao lado de sua cama,
09:59e orei por ele.
10:00Uma expressão de paz iluminou-lhe a face.
10:03Eu lhe disse,
10:05Jesus ama você.
10:06Os braços eternos o envolvem.
10:09Ele respondeu,
10:11Sim.
10:12Sim.
10:12O irmão Smith e outros irmãos então oraram prostrados ao redor de sua cama
10:18e se retiraram depois para passar grande parte daquela noite em oração.
10:23Meu marido disse não estar sentindo nenhuma dor,
10:26mas ele estava definhando rapidamente.
10:29O doutor Kellogg e seus auxiliares fizeram tudo o que estava ao seu alcance
10:34para livrá-lo da morte.
10:36Ele reanimou-se lentamente,
10:39mas continuava muito fraco.
10:41Na manhã seguinte,
10:43ele parecia haver melhorado um pouco,
10:45mas ao meio-dia teve uma queda de temperatura
10:47que o deixou inconsciente.
10:50Às 17 horas,
10:51num sábado,
10:526 de agosto de 1881,
10:55ele respirou mansamente,
10:57sem reações ou gemidos.
11:00O choque da morte de meu marido,
11:02tão súbito quanto inesperado,
11:04abateu-se sobre mim com um peso esmagador.
11:08Em minha debilitada condição física,
11:11reuni forças para estar ao seu lado até o final.
11:14Mas quando vi seus olhos fechados pela morte,
11:17meu combalido organismo cedeu
11:19e fiquei completamente prostrada.
11:21Por algum tempo parecia estar entre a vida e a morte.
11:25A chama vital bruxuleava tão fracamente
11:28que o mais leve sopro podia apagá-la.
11:31À noite, minha pulsação estava fraca
11:33e a respiração cada vez mais débil parecia prestes a parar.
11:38Somente a bênção de Deus
11:40e o incensante cuidado e vigilância do médico e seus assistentes
11:43preservaram minha vida.
11:45Embora ainda não me houvesse erguido do leito
11:48após a morte de meu marido,
11:49pude ir ao tabernáculo,
11:51no sábado,
11:52para assistir ao seu funeral.
11:54No encerramento do sermão,
11:56senti ser meu dever
11:57testificar sobre o valor da esperança do cristão
12:00na hora do sofrimento e luto.
12:02Quando me levantei,
12:04recebi forças
12:05e falei durante cerca de dez minutos,
12:08exaltando a misericórdia e o amor de Deus
12:10na presença da congregação.
12:13Ao final do culto,
12:14acompanhei o corpo de meu marido
12:16até o cemitério de Oaque Rio,
12:18onde ele desceu ao descanso
12:20até a manhã da ressurreição.
12:22Minhas forças físicas estavam esgotadas
12:25pelo duro golpe que recebera,
12:27mas o poder da divina graça
12:29susteve-me durante o profundo pesar.
12:31Quando vi meu marido dar o último suspiro,
12:34senti então que Jesus me era mais precioso
12:37do que em qualquer outro momento de minha vida.
12:40Quando fiquei ao lado de meu primogênito
12:43e lhe fechei os olhos na morte,
12:45pude dizer,
12:46O Senhor o deu
12:47e o Senhor o tomou.
12:49Bendito seja o nome do Senhor.
12:52Jó capítulo 1, verso 21.
12:55Percebi então que tinha um consolador em Jesus.
12:58Quando meu filho caçula foi tomado de meus braços
13:01e não mais pude ver sua cabecinha no travesseiro,
13:05ao meu lado,
13:06também disse,
13:07O Senhor o deu
13:08e o Senhor o tomou.
13:10Bendito seja o nome do Senhor.
13:12Jó capítulo 1, verso 21.
13:15E quando me foi tomado aquele
13:18cujas profundas afeições eu fruíra
13:20e com quem havia trabalhado por 36 anos,
13:23pude colocar as mãos sobre seus olhos e dizer,
13:26Confio meu tesouro a ti.
13:28Até amanhã da ressurreição.
13:31Ao vê-lo morrer
13:32e nossos muitos amigos simpatizando comigo,
13:35pensei,
13:36Que contraste com a morte de Jesus
13:38quando ele inclinou a cabeça sobre a cruz.
13:41Que contraste!
13:43Na hora de sua agonia,
13:44os zombadores escarneciam dele
13:46e o ridicularizavam.
13:48Mas ele morreu e passou pela sepultura
13:51para iluminá-la e aliviá-la
13:53a fim de podermos ter alegria e esperança
13:56mesmo em face da morte
13:57e podermos dizer,
13:59ao depormos nossos amigos ao descanso em Jesus.
14:02Nós os encontraremos novamente.
14:06Por vezes penso que meu marido
14:08não deveria ter morrido,
14:09mas estas palavras estão gravadas em minha mente.
14:13Aquetai-vos
14:14e sabei que eu sou Deus.
14:17Salmo 46, verso 10.
14:20Sinto profundamente minha perda,
14:22mas não ouso abandonar-me
14:24a uma dor desnecessária.
14:26Ela não traria de volta meu esposo.
14:29Não sou tão egoísta para desejar,
14:31se possível fosse,
14:33trazê-lo de volta de seu pacífico sono
14:35e envolvê-lo novamente nas batalhas da vida.
14:38Como um cansado guerreiro,
14:40ele se deitou para dormir.
14:43Olhe para sua sepultura com alegria.
14:45O melhor modo de meus filhos e eu
14:47honrarmos sua memória
14:49é retomar seu trabalho onde ele o deixou
14:52e, na força de Jesus,
14:54levá-lo adiante até sua conclusão.
14:56Queremos ser gratos pelos anos de utilidade
14:59que lhe foram proporcionados
15:01e, por sua causa e por causa de Cristo,
15:04desejamos aprender, por meio de sua morte,
15:06uma lição que jamais esqueceremos.
15:09Desejamos que esses momentos de luto
15:11nos tornem mais bondosos e gentis,
15:14mais pacientes e solícitos com os vivos.
15:18Retomo a obra de minha vida sozinha,
15:21com plena confiança de que meu Redentor
15:23estará comigo.
15:25Temos apenas pouco tempo para lutar nesta guerra.
15:29Então, Cristo virá
15:31e as cenas do conflito chegarão a seu final.
15:33Assim, nossos últimos esforços
15:36serão feitos para trabalhar com Cristo
15:38e fazer avançar seu reino.
15:40Alguns que estão na frente da batalha,
15:42resistindo bravamente às incursões do mal,
15:45caem em seu posto do dever.
15:47Os vivos olham com tristeza
15:49aos heróis que se foram,
15:51mas não há tempo para interromper o trabalho.
15:53Eles precisam serrar fileiras,
15:56apanhar a bandeira das mãos
15:57daqueles que tombaram na morte
15:59e, com renovada energia,
16:01defender a verdade e a honra de Cristo.
16:04Como nunca antes,
16:06é necessário resistir ao pecado
16:08e aos poderes das trevas.
16:10O tempo exige atividade enérgica
16:12e determinada por parte daqueles
16:14que creem na verdade presente.
16:16Se o tempo parecer longo
16:18à espera da vinda de nosso Libertador,
16:21se curvados pela aflição
16:23e ao quebrados pelo trabalho exaustivo,
16:25nos sentirmos impacientes
16:27aguardando honrosa a libertação,
16:29lembremos-nos e que essa lembrança
16:32impeça toda murmuração
16:33que fomos deixados na terra
16:35para enfrentar conflitos e tormentas,
16:38para aperfeiçoar o caráter cristão,
16:41para conhecer melhor a Deus,
16:42nosso Pai,
16:43e a Cristo,
16:44nosso irmão mais velho,
16:46e trabalhar pelo Mestre,
16:48ganhando muitas pessoas para Ele.
16:50Os sábios, pois,
16:51resplandecerão como o resplendor do firmamento,
16:54e os que a muitos ensinam a justiça,
16:57refugirão como as estrelas,
16:59sempre e eternamente.
17:02Daniel capítulo 12, verso 13.
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