Os estados unidos entraram no oriente médio no início dos anos 2000 para retaliar o ataque as torres gêmeas por terroristas árabes, destruir Saddam Hussein e a Al Qaeda, que julgavam ter responsabilidade no ataque e planos de armas de destruição em massa. Mas, no fundo, todo mundo sabe, havia também a questão do petróleo. Nessa época, os estados unidos tinham um enorme défict de petróleo e precisavam do petróleo da região para não parar. Certamente, no mínimo, esse fator também contou para a invasão. Depois disso, nunca mais sairam de lá. Mas, de lá para cá, os americanos descobriram o fracking, uma técnica de extração de petróleo de rochas porosas, das quais existem enormes jazidas no próprio estados unidos. Desde então, a produção deles aumentou vertiginosamente e hoje os estados unidos são auto-suficientes em petróleo. Agora que não tem mais dependência do petróleo da região, os estados unidos adorariam sair do oriente médio. Ficar lá traz um custo enorme e nenhum benefício. Isso, na verdade, já poderia ter sido feito a mais tempo. Porque os estados unidos insistem em manter essa presença na região, aparentemente contrária aos interesses deles? Para entender isso, vale a pena uma olhada mais profunda nessa história.
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