A JIGSAW performs the song "THEM FINE BULLETS" for BalconyTV.
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PRESENTED BY ANDRÉ SANTOS
A revista francesa Les Inrockuptibles afirmava em 2012 que os a Jigsaw eram uma banda a seguir. Em 2014, a especializada revista que os coloca junto de nomes como Tom Waits e Leonard Cohen, volta a avisar para que não se perca de vista este duo conimbricense. E o caso não é para menos: volvidos três anos da edição do seu último trabalho de estúdio, os multi-instrumentistas Jorri e João Rui revelam finalmente neste Outono o seu novo álbum “NO TRUE MAGIC”. As raízes continuam a ser o Folk, o Blues, a literatura e um conceito: “a imortalidade”. Depois da “perda da inocência” e da “construção da identidade”, os a Jigsaw falam-nos agora da aceitação dos termos da nossa mortalidade. E há também um lado feminino neste álbum: a Norte Americana Carla Torgerson (The Walkabouts, Tindersticks) que entrega a sua voz no dueto “Black Jewelled Moon”.
No TRUE MAGIC foi gravado em Coimbra no Blue House Studio por a Jigsaw e João P. Miranda e foi misturado e masterizado por João P. Miranda no Attack-Release Studio em Portalegre. Para além da execução dos cerca de 20 instrumentos que povoam este álbum, Jorri e João Rui assumiram também a sua produção. Além da Carla Torgeson na voz, os a Jigsaw tiveram ainda a preciosa ajuda de Guilherme Pimenta na bateria e percussões, Miguel Gelpi, Pedro Serra e Gito Lima no contrabaixo, Susana Ribeiro no violino e glockenspiel, Maria Côrte na harpa, violino e viola de arco, Lauren Rossi na trompa e Hugo Fernandes no violoncelo.
O design de NO TRUE MAGIC esteve a cargo de Gito Lima e o trabalho de fotografia foi realizado por Miguel Duarte, Paula Lourenço e Sofia Silva.
NO TRUE MAGIC aborda a questão da suspensão da mortalidade. Talvez que até ao fim acreditaremos na promessa dos milagres – ou no milagre maior da imortalidade. Na magia, quando é por fim revelado o processo do truque, este deixa de ser magia para se tornar ilusionismo. Em 1817, o poeta e filósofo Samuel Taylor Coleridge cunhou o termo “willing suspension of disbelief”, que na abordagem da literatura permitiria ao leitor a suspensão do julgamento da implausibilidade de uma determinada narrativa. Neste álbum, é assim que se encara a mortalidade. É esta a premissa que justifica a manutenção das nossas crenças aliviadas do peso dessa inevitabilidade. NO TRUE MAGIC revela-nos a aceitação dos termos da nossa mortalidade.
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