Edição do dia 08/01/2014 Limite de corte de energia é estourado em cinco cidades-sede da Copa Entre as 12 cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo, cinco ultrapassaram os limites estipulados pela Aneel, a agência reguladora, para a falta de energia durante o ano. Cinco cidades brasileiras - sedes da Copa do Mundo - ultrapassaram o limite fixado pela Aneel - Agencia Nacional de Energia Elétrica - para cortes de energia. Entre elas, o Rio de Janeiro, que vai receber a final do mundial. Os moradores dizem que pagam as contas em dia e que recebem em troca um serviço ruim. Cinco blocos de um condomínio ficaram sem energia desde a sexta-feira passada (3) até esta madrugada. Na tarde desta quarta, voltou a faltar energia. “Eu já moro aqui há dez anos. De dois anos para cá é que está com esse problema”, afirma um morador. Entre as 12 cidades que vão sediar jogos da Copa do Mundo, cinco ultrapassaram os limites estipulados pela Aneel, a agência reguladora, para a falta de energia durante o ano. O Rio foi a que apresentou o maior índice de falta de luz por residência. O aceitável seria: 9 horas e 7 minutos. E foram mais de 15 horas sem luz - 69% acima do limite. Porto Alegre ficou sem luz quase 40% a mais, seguido por Recife com 20%, Salvador com 10% e Cuiabá, que registrou o menor índice. Os dados são de janeiro a novembro de 2013. O estado do Amazonas está dentro do limite estabelecido pela Aneel, mas no fim do ano houve problemas no abastecimento em cidades como Manaus, que registra também o maior número de ligações clandestinas do país. Desde janeiro de 2010, as distribuidoras são obrigadas a repassar ao consumidor uma compensação pelas falhas na prestação do serviço. Um desconto que tem que aparecer na fatura. Segundo a Aneel, até novembro de 2013, foram devolvidos ao consumidor, em todo o Brasil, R$ 224 milhões. O diretor do programa de pós-graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) acredita que o problema está na distribuição de energia por parte das concessionárias. “Houve um aumento da renda de camadas mais pobres e que tendem a comprar mais equipamentos elétricos. Então a companhia elétrica deve cuidar para cobrir isso tudo, expandindo a rede de distribuição, colocando transformadores com capacidade maior. Isso é de responsabilidade da companhia de energia elétrica”, avalia Luiz Pinguelli Rosa dir. COPPE-UFRJ. Em nota, a Light - concessionária de energia da cidade do Rio de Janeiro - atribuiu as interrupções no fornecimento principalmente às ligações clandestinas. A Coelba, da Bahia, a Rede Cemat, de Mato Grosso, e a Celpe, de Pernambuco, relacionaram os problemas às chuvas fortes que caíram no período. Matéria completa link abaixo http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2014/01/limite-de-corte-de-energia-e-estourado-em-cinco-cidades-sede-da-copa.html
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